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Foto: Divulgação
Linkin Park apostou no pop comercial em seu novo disco, 'One More Light'
LINKIN PARK
"One More Light"
Warner Bros Records; 2017
Por Bruno Eduardo


Quando falamos de Linkin Park, a primeira coisa que vem à cabeça é o som fundido de guitarras pesadas, pianos e vocais rap que conquistou o planeta nos megahits "In The End", "Crawling" e "Faint". No entanto, quem acompanha a banda de perto sabe que eles não se prendem muito a um estilo e costumam se arriscar em outras trincheiras - do eletrônico ao hip hop. Ainda assim, é bom adiantar que 'One More Light' não reserva nada daquela banda visceral que você conheceu um dia. 

Em entrevista exclusiva ao Rock On Board, o guitarrista Brad Delson já tinha antecipado que o novo disco seguiria um caminho diferente do que estávamos acostumados, e, que ele seria um reflexo do que é a banda nos dias de hoje. Aliás, o Linkin Park sempre gostou de sugerir novas direções musicais ao mercado e nunca decepcionou nas vendas, o que garante ainda mais essa moral de fazer o que der na telha. Só que diferentemente do que fizeram em 'A Thousand Suns' (2010) - esse sim, um disco arriscado, pela sonoridade quase experimental - a banda resolveu abandonar as guitarras para fincar sua bandeira no pop mercadológico, incluindo no pacote alguns convidados "escolhidos a dedo", como a cantora Kiiara e dois nomes do rap e hip hop da atualidade, Pusha T e Stormzy. 

No entanto, sem desmerecer a qualidade inquestionável do grupo em produzir boas canções pop, a impressão que fica ao ouvir este álbum é que eles poderiam ser facilmente confundidos com qualquer um desses artistas que invadem o mercado da música com suas canções feitas apenas para entrar nas programações comerciais. Tanto que para escrever "Heavy", eles se juntaram a Justin Tranter e Julia Michaels, responsáveis ​​por singles de sucesso de artistas como Demi Lovato, Selena Gomez e Jason Derulo. Com isso, não é exagero dizer que 'One More Light' é um disco pop simplório e  que corre o risco de ser facilmente esquecido. 

"Nobody Can Save Me", que abre o disco não nega a capacidade do grupo em criar melodias realmente boas, principalmente amparado na ótima performance de Chester Bennington. O mesmo acontece em "Sorry For Now" (dessa vez com Shinoda dando as cartas). Mas o fato é que as músicas parecem todas iguais, já que não há qualquer inclusão de elementos marcantes - característica essa, que fez do Linkin Park uma peça diferenciada no monótono rock mainstream dos anos 2000. O álbum realmente carece muito da energia latente que o grupo costuma mostrar em seus shows. Não há gritos selvagens de Chester Bennington, nem os riffs graves de Brad Delson. Até o DJ Hahn desaparece sob um brilho de estúdio texturizado. O mais próximo que eles chegam do "feeling linkin park de ser" é em "Talking to Myself", comandada pela bateria viva de Rob Bourdon e que tem algumas pitadas de Brad Delson. De resto, 'One More Light' se preocupa apenas em realizar canções modelo para o topo das paradas de sucesso ("Battle Symphony" e "Invisible") e confissões sinceras ("Sorry for Now" e "Halfway Right") que acabam no fim das contas soando como um mix de The Chainsmokers com Twenty One Pilots.

Eu sei, é duro criticar uma grande banda por tentar fazer algo diferente. E antes de qualquer questionamento, o problema não é ser pop e não ser mais aquela mesma banda que se tornou fenômeno de vendas no início do século. O tempo passa e é natural - e até mesmo saudável - que o artista seja honesto com a sua obra. Ninguém quer se tornar cover de si próprio. Mas a questão aqui, é que essa nova fase não adiciona nada de importante ao legado artístico do grupo, e acaba soando como uma aventura de momento. E mesmo para aqueles que defendem o disco, por ele ser um conjunto de canções pop muito bem feitas, digo que há músicas pop muito melhores em outros discos do Linkin Park. Faltou o algo mais.
Foto: Alessandra Tolc/ARTS Live Frames
Rodrigo Lima do Dead Fish sobe na grade que separa o público do palco
Por Rom Jom

Mesclando do Punk ao Metal a segunda edição do Maximus Festival foi novamente um sucesso. A escolha das bandas, que mais uma vez foge do convencional de bandas mainstream de festivais, conseguiu juntar um público bem heterogêneo no imenso Autódromo de Interlagos que pode não só curtir diversos estilos de música mas como a estrutura que contou com muitas lojas, food trucks, workshop de instrumentos (alguns disponíveis para o público tocar), muitas estruturas metálicas com o tema do festival para foto (algumas contavam com modelos vestidos ao estilo “Mad Max”), os horários dos shows podiam ser gravado no corpo como uma tatuagem temporária, decorações sombrias (sinistras até) que lembravam artes de cds de metal da década de 80 bem sombrios e até um cemitério dos rockers no caminho do palco Thunderdome com cruzes trazendo o nome de artistas mortos como os Ramones, Amy, Lemmy, David Bowie dentre outros. Apesar de toda a estrutura um problema ainda persiste desde a edição anterior (que foi relatado aqui na primeira edição) sobre os banheiros químicos, o feminino em especial, onde se formam filas imensas por conta do número bem reduzido e o festival possuir apenas uma entrada/saída bem distante dos palcos principais causando congestionamento as vezes na circulação do público. Porém este não abona o fato do festival ter sido excelente e funcional. Mas o que rolou foi muito som bom! Vamos contar um pouco do que vimos:
Foto: Alessandra Tolc/ARTS Live Frames
Pennywise fez um show concorrido no Palco secundário do Maximus Festival
O festival possui três palcos Maximus e Rockatansky (que ficam lado a lado) e Thunderdome que fica um pouco mais afastado dos gigantes principais – lembrando que todos os shows foram pontualíssimos. Este último trouxe um “mundo a parte” abrigando, como muitos disseram, um Festival de Punk e Hardcore particular – muitos presentes vieram somente para este palco - com bandas como os capixabas do Deadfish – que como sempre comandaram muitas farpas políticas com sons já conhecidos como “Proprietários do Terceiro Mundo”, “Afasia” e “Sonho Médio”, o punk rock melódico dos canadenses do The Flatliners, os já conhecidos em terras Brasileiras, Pennywise que fez um verdadeiro show de punk com todos seus clássicos (que tambem teve até espaço para uma homenagem aos Ramones com “Blitzkrieg Bop”) que incluíram “Wouldn,t It Be Nice”, “Peaceful Day”, “Alien” e finalizaram ao som do coro de “Bro Hymn”. E fechando os trabalhos deste palco tivemos a apresentação enérgica (e que energia) do Rise Against que não pouparam esforço com músicas que não davam descanso em momento algum. Exemplo disso temos as “Ready to Fall”, o momento do Tim vocalista solto sem guitarras na porrada “Give It All” e o sucesso “Savior” para tirar o último suspiro.
Foto: Alessandra Tolc/ARTS Live Frames
Red Fang agradou o público que ainda chegava no Autódromo
O público ainda estava chegando ao evento embaixo de um sol bem quente quando o Red Fang abriu o palco Maximus com seu stone rock pesado quebrando um jejum de 2 anos após sua última vinda a capital Paulista. Apesar de um repertório enxuto, porém de extremo bom gosto, de sete músicas que incluíram faixas de todos os seus trabalhos como a abertura arrebatadora com "Blood Like Cream" do álbum “Whales and Leeches’’ de 2013, que fez muitos correrem para conferir o show que acabava de começar, “Malverde” do álbum “Murder the Mountains de 2011 e "Crows in Swine" sequenciaram este inicio de forma forte. As músicas possuem uma atmosfera que foi criada para lugares menores, porém, preenchem o lugar de uma forma única. As guitarras de Bryan Giles (e seus bons vocais) e David Sullivan possuem uma pressão absurda enquanto Aaron Beam com seu baixo faz uma cozinha ótima com John Sherman na bateria. O público que a banda adquiriu com seus álbuns e shows por aqui chamam a atenção; todos cantam as músicas. “Flies” do seu último álbum lançado no final do ano passado, “Only Ghost”, também marcou presença no repertório e empolgou bastante. A banda finalizou com “Prehistoric Dog”, que possui uma entrada com guitarras tão boas que ficam melhores do que em estúdio. Bryan disse para este site em uma entrevista na semana passada que queria angariar novos fãs com este show. Este objetivo foi alcançado.
Foto: Alessandra Tolc/ARTS Live Frames
Hatebreed fez um dos melhroes shows do Maximus Festival
O Hatebreed subiu ao palco para fazer um verdadeiro show de hardcore para ninguém colocar defeito. Jamey Jasta e seus amigos de banda provocaram o caos e esquentaram ainda mais o público que já sofria do calor do sol naquela hora. E ninguém se importou. O início arrebatador de “To The Threshold” com a violenta e “Destroy Everything” assinou o que seria a apresentação. O show não dava descanso. As músicas não tinham intervalo e o vocalista comanda uma sucessão de rodas, palmas e gritos. A galera conhecia tudo inclusive as músicas do seu último trabalho “The Concrete Confessional” de 2016 como foi o caso de “Looking Down the Barrel of Today” “Tudo bem São Paulo? Agora é a hora da verdadeira Moshpit” disse antes de anunciar a música. Músicas como “Last Breath” e “I Will Be Heard” deixa bem claro as suas influencias que passam do Metal Extremo ao Hardcore. A banda com um pouco mais de 20 anos de estrada e dez álbuns de estúdio se fortalece a cada show por aqui, arrematando cada vez mais fãs e seguidores. Que show!
Foto: Alessandra Tolc/ARTS Live Frames
Pouco conhecida por aqui, Böhse Onkelz não despertou o interesse do público geral
Em seguida a banda alemã Böhse Onkelz, não tão conhecida por aqui, apresentou seu som de punk rock oitentista com algumas influencias ainda do rock alemão, assim digamos. A banda nascida nos anos 80 tinha interrompido suas atividades por nove anos até que em 2014 voltaram para uma série de shows. A banda não atraiu muito a atenção do público, já que o festival tinha muitos outros bons nomes pela frente.
Foto: Alessandra Tolc/ARTS Live Frames
Ghost apresentou aos fãs uma nova faceta de seu metal "do mal"
O Ghost deixou toda a teatralidade das suas últimas apresentações por aqui. O clima sombrio esteve presente apenas em suas músicas, pois, o sol ainda estava a forte quando a banda subiu ao palco. E além disso os integrantes parecem estarem mais soltos, principalmente os guitarristas que batem cabeça e tocam com mais clamor, e isso não se restringe apenas para eles; a banda inteira parece interagir mais. O que antes tínhamos a atenção voltada somente para o então “Papa Emeritus” e sua vestimenta acompanhada pelos demais, hoje, a banda se firma pela força das suas canções. E ótimas por sinal. Com o repertório praticamente baseado em seu último trabalho “Meliora” de 2016 tivemos as belíssimas “Square Hammer”, com vocais excepcionais, e “From The Pinnacle To the Pit”, com aquele baixo marcante do início, “Cirice”, que possui um início quase fúnebre mas ganha uma energia surreal quando a canção progride, e anunciada como “Vocês querem uma música realmente pesada?”  “Mummy Dust” que na opinião de quem escreve, foi a melhor canção do show pela interpretação vocal e guitarras. A música realmente merece uma atenção de quem ainda não a conhece. E ainda tiveram as canções mais antigas como a clássica “Ritual” e “Year Zero. Os suecos saíram do palco distribuindo beijos ao público. E a recíproca foi ainda maior dele para a banda. Tenha certeza.
Foto: Alessandra Tolc/ARTS Live Frames
De volta ao Brasil, Rob Zombie fez show mediano no Maximus Festival
O metal industrial do Rob Zombie e sua trupe subiram ao palco embaixo do sol forte. Isso estragou todos os efeitos visuais que o artista possui para completar seu som. Rob subiu entusiasmado como de costume vestindo uma roupa que mais parecia um zombie cowboy platinado, e suas colegas quase na mesma vibe; mascaras e roupas de horror (horrendas). O show não empolgou tanto de início e o cantor e sua banda suaram para conseguir fazer o público se mexer. As primeiras faixas que incluíram “Dead City Radio and the New Gods of Supertown” e “In the Age of the Consecrated Vampire We All Get High” do último trabalho 'The Electric Warlock Acid Witch Satanic Orgy Celebration Dispenser' de 2016 soaram muito fracas para um início que deveria ser bombástico (ou a intenção). Até quando “Living Dead Girl” – antológica do álbum de estréia “Hellbilly Deluxe” de 98 - foi tocada não teve tanto efeito. Mas depois de muito esforço, até mesmo do performático guitarrista John 5, a banda conseguiu “salvar” o show com clássicos como “More Human Than human”, “Thunder Kiss ‘65” que teve um medley com “School’s out” da sua grande influência Alice Cooper, e a finalização com sua mais famosa faixa “Dragula”.
Foto: Alessandra Tolc/ARTS Live Frames
O vocalista Ivan Moody comandou a galera no bom show do Five Finger Death Punch
A apresentação do Five Finger Death Punch foi uma das mais concorridas no Maximus Festival. A banda, que se apresentou dias antes no Rio e BH, entrou no palco ao som de "Mad As Hell" e começou a pancadaria com "Lift Me Up". Logo na primeira música já era possível ouvir todos cantando junto com o vocalista Ivan Moody e as rodas de pogo tomaram conta do local. Além de pancadas de álbuns mais antigos, como "Never Enough", do primeiro disco 'The Way of the Fist' (que completa uma década de lançamento)-, ainda rolou o já esperado cover de Bad Company. O show só esfriou um pouco em "Remember Everything", que foi apresentada em formato acústico, mas teve o coro da galera cantando juntinho na grade. Durante todo o show, os integrantes interagiram com o público fazendo piadas e incentivando o pogo nas rodas. De resto foi uma sessão de catarse coletiva que chegou ao fim na trinca poderosa "Coming Down", "Under And Over it" e, lógico, "The Bleeding". A banda deixou o palco aclamada pelos fãs ao som de "The House Of the Rising Sun".
Foto: Alessandra Tolc/ARTS Live Frames 
Dupla pesada: Gary Holt e Kerry King em ação no Maximus
Brutal. Violento. Agressivo. Pesado. Faltam adjetivos para descrever o que foi o Slayer. O lugar era tomado de blusas pretas da banda por todo o dia. A espera pelo show era bem grande. E o que falar da banda de thrash metal mais pesada do planeta? Nada. Decanos de palco Tom Araya comandou o verdadeiro inferno no Maximus. A banda pouco falou com o público, na realidade, nem precisou. A escolha do repertório foi perfeita para saciar os fãs que tanto esperaram. A abertura violenta de “Repentless”, “Discipline” e “Postmortem” do albúm que é uma lenda do metal mundial 'Reign in Blood' de 1986 do não deixou pó sobre pó das inúmeras rodas de pogo que se formaram. Kerry King e Gary Holt possuem uma sinergia brutal absurda inigualável! O que pode ser dito da abertura de “Dead Skin Mask” e os riffs de “War Ensemble”? Novamente: nada. A dimensão da agressividade não é medida com tantas músicas que parecem que foram escolhidas a dedo para o evento: “Mandatory Suicide”, “Seasons in the Abyss” com todos cantando em coro e “Hell Waits” que pareceu ainda mais pesada ao vivo fechou a primeira parte do show. O bis não poderia ser mais aclamado e violento com “South of Haven” tirando berros da multidão em transe, “Raining Blood” fez do lugar uma única roda de pogo que os de fora só tinham como bater cabeça bem espremidos quando ainda teve “Black Magic” e a finalização com nada mais que “Angel of Death”. Mais perfeito, impossível.
Foto: Alessandra Tolc/ARTS Live Frames
Tom Morello fez todo mundo pular com sons do Rage Against The Machine
O Prophets of Rage finaliza sua turnê em grande estilo em solo nacional. A banda já tinha tocado em São Paulo e no Rio de Janeiro na última semana, porém, não em um festival. O supergrupo não apresentou novidades quanto ao repertório, mas isso não quer dizer que não foi uma grande apresentação. Foi uma apresentação surreal! Tom Morelo e seus companheiros de RATM com DJ Lord e o rapper Chuck D (Public Enemy)  e o rapper B-Real (Cypress Hill) renasceram os clássicos das bandas que fizeram parte, em especial, do RATM. Tom, como sempre, esteve presente com seus atos politizados, desta vez, usou o boné do MST e para enfatizar mais o “Fora Temer” atrás de sua guitarra foi exibido por algumas vezes levantando o coro em som uníssono. As músicas marcantes do festival se deram ao som de “Testify” do albúm “The Batlle of Los Angeles” de 1999 do RATM, que do mesmo álbum, ainda saíram “Guerrilla Radio”, com uma potência extrema com o público e “Sleep Now in the Fire” que possui uma catarse incrível com o tema e a atualidade política do Brasil. “People of the Sun” e “Bullet in the Head” fixam ainda mais a fúria das músicas do RATM quanto a expectativa do público em ouvi-las. E não tão distantes de deixar o público satisfeito, as rappers ainda animaram com medley de suas antigas bandas que incluiu trechos de “Hand on the Pump/Can’t Truss It/Insane in the Brain/Bring the Noise/I Ain’t Goin’ Out Like That/Welcome to the Terrordome/Jump Around” bem perto da galera, sim, na grade cumprimentando todos os próximos. Por ser uma banda que entrou em uma causa política não tiveram tempo em estúdio para gravar um trabalho, mas mesmo em turnê já toca suas músicas novas como foi o caso de “Unfuck the World”, super bem recebida pela plateia que se batia a cada música tocada. O fim se deu com “Bulls on Parade” do “Evil Empire” de 1996 (importante enfatizar que algumas músicas pedem aquele vocal de Jack. E este é o caso) e a matadora “Killing in the Name” que saciou a todos os presentes com um verdadeiro tributo político e ao RATM.
Foto: Alessandra Tolc/ARTS Live Frames
Chester Bennington comanda o Linkin Park com a bandeira do Brasil no fundo
O Linkin Park não é mais aquela banda de 20 anos atrás. Se reinventou. E isso ficou bem claro nesta noite. Os antigos fãs com certeza estranharam o que aconteceu neste show. Claro que podemos dizer que a banda se encontra na sua melhor fase sonora, até porque, a maturidade leva a isso, muitos dizem. Mas está além do que podemos ver. Em uma entrevista recente a este site o guitarrista da banda afirmou que o último disco da banda, que será lançado na próxima semana, é algo pessoal; que vem do coração. Sabendo disso, posso revelar que não foi só no CD que o coração foi sugado em forma de inspiração. Alguns dirão que a banda fez a parte inicial do show de forma branda, sem sal ou sem graça com faixas como “The Catalyst” e “Westelands”. Lembre-se: o frenesi adolescente foi diminuindo ao longo dos anos em seus álbuns, mas não a capacidade musical dos caras. Podemos reparar os vocais, ainda mais evoluídos de Chester em músicas clássicas como “Crawling” em uma versão linda somente com órgão, onde se destaca ainda mais sua capacidade vocal, e seu parceiro Mike Shinoda também não fica atrás com seus versos lançados em forma de rap como em “In the End” e “Burn it Down”. As novas músicas desfilam um tanto quanto só dentro do repertório, mas agrada uma boa parte dos presentes. “Good Goodbye” do novo álbum “One Step Closer” fica um pouco “fora” do contexto utilizado no repertorio pela banda. Talvez por ter uma falta absurda de guitarras e explosões pós refrão muito utilizado pela banda como faz em “Breaking in the Rabbit” bem próximo da execução da faixa. Ainda que o inicio do show não tenha sido impactante, o final da apresentação fez todos pularem bastante com “Faint”, “Numb” e Papercut” - uma sequência que só foi esfriada com o novo som “Heavy”, que como Mike disse “não estranhem, mas essa música não tem peso como o nome, mas é uma bela música nova”. Mesmo reinventado e tentando novos rumos em seu som o Linkin Park fez um show digno e que talvez não tenha agradado todos - principalmente aqueles que não entenderam que o tempo passa.
Foto: Divulgação
Linkin Park é a atração principal do Maximus Festival, que acontece neste sábado
Por Bruno Eduardo e Rom Jom

O Linkin Park é uma das bandas de rock mais bem sucedidas deste século. Quase todos os seus álbuns de estúdio estrearam no topo das paradas e enfileiraram hits nas principais rádios do mundo. Para ter uma noção do impacto da banda no mainstream, o fenômeno Hybrid Theory (lançado em 2000) foi o único a não sair como número 1 da Billboard, mas ultrapassou a marca de 10 milhões de cópias vendidas, com direito a disco de diamante nos Estados Unidos. 

De volta ao Brasil como atração principal do Maximus Festival, a banda se prepara para mais um desafio com o lançamento de seu novo disco, One More Light, que estará disponível ao público no próximo dia 19. Por telefone, o guitarrista Brad Delson, falou conosco sobre este momento da banda e adiantou o que os fãs podem esperar desse álbum. De acordo com Brad, o grupo atravessa uma fase mais particular. "Esse novo disco é uma coisa que veio da própria alma, com canções mais pessoais. Posso dizer que ele revela a essência da banda hoje", afirma.

Quando falamos de Linkin Park, a primeira coisa que vem à cabeça é o rock fundido de guitarras pesadas, pianos e vocais rap que conquistou o planeta nos megahits "In The End", "Crawling" e "Faint". No entanto, o primeiro single do disco, "Heavy", é estilisticamente diferente do que os fãs ouviram da banda no passado. O mesmo acontece no outro single "Good Goodbye", que traz as participações de dois grandes nomes do rap e hip hop da atualidade, Pusha T e Stormzy. Para Brad, essas novas músicas servem para quebrar alguns paradigmas e evidenciam o novo momento do grupo.
O que a gente está fazendo agora é algo muito mais nosso. Com novos elementos e que ultrapassam a linha do emocional. Isso realmente quebra um pouco o que era antes e mostra o que está acontecendo hoje dentro da banda. É um som mais honesto.
A abordagem diferente na hora de compor o novo trabalho serve como indício de que o novo álbum, One More Light, siga um caminho pop, puro e simples. Tanto que para escrever "Heavy", eles se juntaram a Justin Tranter e Julia Michaels, responsáveis ​​por singles de sucesso de artistas como Demi Lovato, Selena Gomez e Jason Derulo. Será que a banda estaria preocupada com uma suposta recepção negativa dos fãs? O guitarrista é enfático:
O importante é estarmos passando algo que seja real. E One More Light é o que somos hoje em dia.
Com quase vinte anos de carreira, o guitarrista concorda que o Linkin Park viveu um dos melhores momentos da indústria fonográfica nos anos 2000, vendendo aproximadamente 70 milhões de discos no mundo inteiro. Algo que hoje em dia, com a chegada da internet, acabou tornando-se impensável. No entanto, ele enxerga essa nova realidade com bons olhos e diz que o grupo sempre gostou de utilizar as plataformas virtuais como forma de expandir seu legado. Segundo ele, "independente de que tempo você estiver, sempre será compartilhado o que você faz". E qual a expectativa da banda para o show no Maximus Festival, que acontece neste sábado (13), no Autódromo de Interlagos?
A expectativa é a melhor possível. Nós estamos muito animados de estarmos voltando ao Brasil. Temos fãs muito apaixonados aí. O público tem uma energia muito diferente no Brasil se comparado a outros países. E nós também procuramos retribuir isso de uma forma muito honesta. Vai ser ótimo retornar à São Paulo.
Além da boa relação com os fãs, Brad diz adorar a cultura brasileira, principalmente no que se trata de música. Quando questionado sobre algum artista brasileiro preferido, ele diz que a sua adoração é mais pelos ritmos tradicionais. "Eu não saberia dizer nenhum nome específico de artistas brasileiros. O que me atrai mesmo é a música tradicional brasileira, como samba, por exemplo". Essa é a quinta vez que o Linkin Park vem ao Brasil, mas o guitarrista lembra com emoção de sua primeira vinda à São Paulo, em 2004. 
Quando penso em Brasil, a primeira coisa que me vem à mente é o show no Chimera Music Festival no Morumbi para mais de 70 mil pessoas. Foi uma noite inesquecível. Uma das melhores da nossa carreira com toda certeza.
O Linkin Park é a principal atração do Maximus Festival e vai se apresentar no Palco Maximus, às 21h, deste sábado no Autódromo de Interlagos. Essa é a primeira oportunidade dos fãs brasileiros conferirem ao vivo algumas das novas músicas de One More Light, que estará nas lojas na próxima semana. "Já estamos tocando algo em torno de quatro músicas novas e o Brasil vai poder conferir isso", finalizou o guitarrista em tom de promessa.
Foto: Camila Cara
Estrutura de 2016 com palcos lado a lado será mantida
O Maximus Festival 2017 acaba de fechar seu line up ao confirmar mais seis bandas que se apresentarão em Interlagos, no dia 13 de maio. Na segunda edição do Maximus Festival, você poderá assistir aos ícones do rock alemão Böhse Onkelz, no palco Maximus; a banda americana Hatebreed e a brasileira Nem Liminha Ouviu, no palco Rockatansky, e também The Flatliners junto aos brasileiros Dead Fish e Oitão, no palco Thunderdome.

O festival já havia confirmado outras nove atrações: no palco Maximus, o headliner Linkin Park, Slayer, Rob Zombie e Red Fang; no palco Rockatansky, o headliner Prophets of Rage, Five Finger Death Punch e Ghost; e no palco Thunderdome, o headliner Rise Against e também Pennywise.

Em 2016, no dia 07 de setembro, São Paulo sediou a primeira edição do Maximus Festival [saiba como foi AQUI], que nasceu com o propósito de se tornar uma referência para os novos cenários do rock mundial. Os 25 mil fãs presentes viveram a incrível experiência de estar em um festival de padrão internacional, com quase 12 horas de som, 11 bandas internacionais e quatro nacionais que se revezaram nos três palcos, além de aproveitarem as opções de entretenimento, gastronomia e diversão montadas em uma área de 200 mil metros quadrados em Interlagos.

A nova edição do Maximus Festival repetirá a configuração do evento de 2016, com os palcos Maximus e Rockatansky, montados lado a lado, estrutura que foi completamente aprovada pelo público. Também retorna o sistema de pagamento Cashless, que eliminou as filas, dando mais conforto aos consumidores. Uma grande novidade na edição 2017 será a escalação das bandas que se apresentarão no palco Thunderdome, que será inteiramente dedicado ao hardcore.

Seguindo a tradição de grandes festivais como o Wacken e o Hellfest, a Move Concerts e as 2,5 mil pessoas que trabalharam na organização da primeira edição do Maximus Festival apostam suas fichas na qualidade e na construção lenta e cuidadosa do evento para que se torne o “irmão” sul-americano desses festivais poderosos, o melhor festival de hard rock em nosso continente, mas com as cores e os temperos latinos.

No sábado, dia 13 de maio de 2017, um novo capítulo desta história será escrito, com a realização da segunda edição do Maximus Festival. Tudo embalado pelo mesmo cuidado com as atrações especiais de gastronomia, entretenimento e diversão que transformaram em um enorme sucesso a primeira edição do evento.

Ainda existem ingressos à venda no site Livepass.com.br. Os valores iniciais vão de R$ 220 a R$ 800 reais. O festival conta com o patrocínio da SKY e da BUDWEISER e apoio do MONSTER energético. Confira mais informações no serviço abaixo.
Foto: Divulgação
Slayer volta ao Brasil em 2017 para o Maximus Festival
Com uma carreira que abrange mais de três décadas, a icônica banda Slayer está confirmada para se apresentar no palco Maximus, assim como os conterrâneos norte-americanos: o músico, diretor de cinema, roteirista e produtor de filmes, Rob Zombie, e a banda de heavy metal, de Portland, Red Fang. Papa Emeritus e a banda sueca de heavy metal Ghost também estão confirmados e subirão ao palco Rockatansky. Os punk rockers californianos do Pennywise se apresentarão no palco Thunderdome. Anteriormente, o festival já tinha anunciado as bandas Linkin Park, Prophets Of Rage, Five Fingers Death Punch e Rise Against para a edição de 2017.

A primeira edição do Maximus Festival aconteceu este ano, no dia 07 de setembro em São Paulo. 25 mil pessoas estiveram no Autódromo de Interlagos para curtir quase 12 horas de som, 11 bandas internacionais e quatro nacionais que se  revezaram em três palcos [saiba como foi AQUI]. A próxima edição do festival está marcada para o dia 17 de maio de 2017, no mesmo local.

Os ingressos começam a ser vendidos no dia 19 de dezembro, às 10 horas, no site Livepass.com.br. Os valores iniciais vão de 220 a 800 reais. O festival conta com o patrocínio da SKY e da BUDWEISER.

Mais informações em breve!
Foto: Divulgação
Linkin Park será headliner da próxima edição do Maximus Festival
O Maximus Festival 2017 já tem o headliner para o palco Maximus: Linkin Park. Considerada uma das mais importantes bandas de rock do novo milênio, com mais de 50 milhões de discos vendidos em todo o mundo, certificados de platina em 34 países e 5 continentes e inúmeros prêmios internacionais, entre eles dois Grammys Awards, a banda é presença confirmada nos mais importantes festivais europeus em 2017 como Hellfest (França), Download (França e Espanha), Hurricane e Werchter (Alemanha), entre outros. Outro confirmado é o Rise Against, uma das mais prestigiadas bandas  de punk rock / hardcore da atualidade,  também está confirmada como headliner do palco Thunderdome.

A primeira edição do Maximus Festival aconteceu este ano, no dia 07 de setembro em São Paulo. 25 mil pessoas estiveram no Autódromo de Interlagos para curtir quase 12 horas de som, 11 bandas internacionais e quatro nacionais que se  revezaram em três palcos [saiba como foi AQUI]. A próxima edição do festival está marcada para o dia 13 de maio de 2017, no mesmo local.

Mais confirmações e novas informações sobre abertura de vendas em breve!
Foto: Eduardo Magalhães
Chester Bennington mostrou boa forma nessa nova visita ao Brasil

Dias antes, alguns amigos iniciavam uma discussão nas mídias sociais sobre a inclusão do Linkin Park no gênero "rock". Algo que soa meio contraditório nos dias de hoje, mas que ganha fundamento quando você percebe que a metade do show dos caras é determinada por inserções de pick ups. Tal questão rende um debate interminável - passando por relatividade cultural, ponto-de-vista, tradição e merchandising - sem que ninguém chegue a um consenso. 


Porém, o que podemos afirmar com a certeza dos fatos, é que o Linkin Park sabe se apropriar do rock. O som deles é tipo um venon, uma mutação (im)previsível entre guitarras ultra-pesadas (em afinação baixa) e excesso de samples. Como é de ser, essa mistureba "moderninha" não desce na goela dos mais tradicionais. Não há solos de guitarra; não há letras de caráter revolucionário; e não há cabelos sacudindo ao vento. Para piorar a coisa, há um DJ no palco e um guitarrista que toca com fone de ouvido(?). Pode não ser rock para alguns, mas é um grande show!


Mesmo divulgando o novo, e elogiado The Hunting Party, o grupo deu uma calibrada sagaz no repertório com duas pancadas de seu disco mais famoso (Hybrid Theory) logo no início da apresentação: "One Step Closer" e "Papercut". 


O Linkin Park não mediu esforço para satisfazer seu enorme fã-clube. Com exceção de "Crawling", a banda enfatizou por completo os sucessos absolutos da carreira: "Somewhere I Belong", do ótimo Meteora, e o mega-hit "In The End" regeram a multidão que lotou a Esplanada do Mineirão. Músicas como "Leave Out All The Rest" e "Numb" comprovaram a recuperação vocal de Chester Bennington - que andou "escorregando" em sua última visita ao país, dois anos atrás. O grupo também injetou nova energia em músicas já bastante conhecidas pelo público - como pôde ser visto na versão vitaminada de "Faint".


Já o bis foi digno de um mixtape: "Burn it Down", "New Divide", Points Of Authority, "Until it's Gone", "What I've Done" e "Bleed it Out" rolaram sem pausa até o solo de bateria de Rob Bourdon - que deu toques finais ao número. 


Entre o modernismo e a tradição acanhada, o show desta noite serviu para evidenciar que o Linkin Park continua desafiando o rock tradicional como poucos fizeram nos últimos quinze anos - os fãs agradecem.

Foto: Eduardo Magalhães

SETLIST
ACT !
  • Catalyst / Requiem Intro
  • Guilty all the same
  • Given Up
  • With you
  • One step closer
ACT II
  • Blackout
  • Papercut
  • Rebellion
  • Runaway
  • Wastelands
  • Castle of glass experience
  • Iridescent
ACT III
  • Robot Boy
  • Joe solo
  • Numb
  • Waiting for the end
  • Final masquerade
  • Mike solo
  • Dirt off / Lying for you
  • Somewhere I belong
  • In the end
  • Faint
ENCORE
  • Burn it down
  • Lost in the echo
  • New divide
  • MS rap
  • Until it´s gone
  • What I´ve done
  • Bleed it out

CIRCUITO BANCO DO BRASIL 2014

A primeia etapa do Circuito Banco do Brasil 2014 contou com 20 mil pessoas na Esplanada do Mineirão, em Belo Horizonte. O Circuito teve início com a primeira edição da Copa Brasil de Street Skate, realizada em parceria com a Confederação Brasileira de Skate. O vencedor foi Kevin Hoefler, que ganhou o prêmio de R$ 11.000,00. O segundo lugar foi de Rogerio Lopes “Febem”, com prêmio de R$ 8.500,00, seguido por Rodil de Araujo Jr “Ferrugem”, que recebeu R$ 6.500,00. A competição distribuiu o total de R$ 45.000,00 em prêmios para os 12 primeiros colocados.

Os shows começaram às 16h50 com a apresentação da banda Stereophant, vencedora do concurso VOZPRATODOS. Na sequência vieram as atrações brasileiras – Nação Zumbi e TitãsPanic! at the Disco e Linkin Park fecharam a noite com chave de ouro.

O Circuito Banco do Brasil acontece esse ano ainda em Brasília (19/10), São Paulo (01/11) e Rio de Janeiro (08/11). Saiba tudo sobre o Circuito Banco do Brasil AQUI.

Com dois nobres objetivos - prestar socorro às vítimas de catástrofes naturais e trazer a consciência para as pessoas sobre o aquecimento global - a fundação “Music for Relief” foi criada pela banda Linkin Park em resposta ao tsunami do Oceano Índico. Os fãs da banda também podem ajudar a causa através do Circuito Banco do Brasil 2014. A cada ingresso vendido, o equivalente a um dólar será doado para a fundação.

Nos dias de show no Brasil, também serão vendidas as famosas bandanas da fundação, onde todo o valor arrecadado irá para a fundação.

Desde sua criação, em 2005, a “Music for Relief” arrecadou mais de US$ 6 milhões para sobreviventes de vários desastres em quatro continentes, incluindo o furacão Katrina, terremoto de Wenchuan da China, um surto de cólera no Zimbábue, os terremotos no Haiti e no Japão em 2010 e Typhoon Haiyan nas Filipinas.

A fundação organizou concertos beneficentes, leilões on-line e eventos com músicos e celebridades para ajudar a reconstruir e doar suprimentos para as pessoas em necessidade. “Music for Relief” também plantou mais de 1 milhão de árvores para ajudar a reduzir o aquecimento global.

A banda Linkin Park se apresenta no Circuito Banco do Brasil em Belo Horizonte no dia 18 de outubro e em Brasília dia 19 [Saiba tudo sobre o festival AQUI].

Os line-ups do Rock in Rio Las Vegas e do Rock in Rio Brasil já começaram a ser revelados. Os cinco primeiros nomes para a edição americana do festival foram anunciados em evento oficial em Times Square (NY) nesse dia 26 de setembro: Metallica, Linkin Park, No Doubt, Deftones, John Legend e Taylor Swift. Foram anunciados também os dois primeiros nomes para a edição brasileira: Katy Perry e John Legend.

A edição americana do festival acontecerá em Las Vegas, durante o mês de maio (dias 8 e 9; 15 e 16). O Rock in Rio USA espera receber 80 mil pessoas por dia - com o primeiro fim de semana (8 e 9 de maio) dedicado aos shows de rock e o segundo (15 e 16 de maio) com atrações da música pop. Segundo Roberto Medina, o orçamento de mídia para a edição americana do Rock in Rio será de 30 milhões de dólares, incluindo gastos da organização e também dos parceiros. As campanhas serão produzidas pela Artplan. 

A edição brasileira do Rock in Rio acontece no Rio de Janeiro nos dias 18, 19, 20, 24, 25, 26 e 27 de setembro de 2015. [relembre os melhores shows do Rock in Rio 2013 AQUI].

Começa nesta terça-feira, dia 05 de agosto, às 7h, a venda geral de ingressos para o Circuito Banco do Brasil

Linkin ParkKings Of Leon e Paramore são as grandes atrações. Completam o time: Panic! At The DiscoMGMTTitãsNação ZumbiPitty, Plebe Rude + Marcelo Bonfá / Dado Vila-Lobos e FrejatAlém das atrações musicais, o evento também será palco da segunda Copa Brasil de Skate Vertical. Veja a programação completa do Circuito Banco do Brasil, AQUIO evento, que reúne cultura, esporte e responsabilidade social e ambiental, acontece em 2014 em Belo Horizonte (18/10), Brasília (19/10), São Paulo (01/11) e Rio de Janeiro (08/11). 

Sobre a venda de ingressos

Venda geral de ingressos – a partir de 05 /08, 7h pelo site de vendas www.tudus.com.br e a partir das 10h nas bilheterias oficiais.

-Rio de Janeiro

Bilheteria do Jockey Club – Rua Jardim Botânico 1003

Segunda a sexta-feira – 10h às 17h

Sábado – 10h às 14h

-São Paulo

Estádio do Pacaembu – Praça Charles Miller s/n

Segunda a sábado – 10h às 17h. Nos dias de jogo a bilheteria não funciona

-Belo Horizonte

Bilheteria do Mineirão – Bilheteria Norte - Av.Abraão Caram 1001

Segunda a sábado – 10h às 17h. Nos dias de jogo a bilheteria não funciona

-Brasília

Central de Ingressos / Brasília Shopping – SCN, Quadra 05 Bloco A Asa Norte

Segunda a sábado – 10h às 22h

Domingos e feriados – 14h às 20h


-A aquisição do ingresso de meia-entrada na bilheteria é presencial, não sendo permitida a compra de ingressos por terceiros, e destina-se apenas ao beneficiário, sendo permitida apenas uma (01) entrada por CPF, para cada dia do evento.

Não será permitida a troca de ingressos após a compra.

Classificação etária – 16 anos