ROCKONBOARD NEWS

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Foto: Paul Lorkowski
Eddie Vedder e Chris Cornell: 25 anos do dueto em "Hunger Strike"
Após uma longa disputa, Chris Cornell e A & M Records finalmente receberam as fitas masters de "Temple Of The Dog", álbum seminal para o grunge. Agora eles estão trabalhando juntos numa edição especial de vinte cinco anos, que de acordo com Cornell, sai ainda este ano. No ano passado, a A & M Records já havia entrado com uma ação contra Rajan Parashar, fundador da London Bridge Studios, em Seattle, onde o disco foi gravado. A gravadora alegou ter comprado as fitas de volta em 1993, mas Rajan contestava essa afirmação. O ábum foi produzido pelo irmão de Rajan, Rick Parashar, que faleceu em 2014. Para comemorar esse acordo, Chris Cornell exibiu uma foto das fitas originais em suas redes sociais. 

Em 1991, o Temple Of The Dog gravou seu álbum auto-intitulado em apenas 15 dias como um tributo ao vocalista do Mother Love Bone, Andrew Wood. Após o estouro do Pearl Jam, a MTV colocou em rotação o clipe da música "Hunger Strike", que se tornaria um hino para o grunge - marcado principalmente pelo incrível dueto entre Eddie Vedder (Pearl Jam) e Chris Cornell (Soundgarden), duas figuras pontuais para a cena. Outras faixas que fizeram bastante sucesso na época foram "Say Hello 2 Heaven" e "Reach Down" (ambas compostas por Cornell). 
Foto: Adriana Vieira

O Pearl Jam anunciou que irá doar 100 mil dólares para as vítimas da tragédia em Mariana (MG) - cerca de R$ 385 mil. Como já havia sido divulgado, durante o show realizado em Belo Horizonte, Vedder havia dito que doaria o cachê para as vítimas da cidade afetada. O vocalista ainda criticou as empresas que ignoram o meio ambiente em busca de lucro e pediu punição aos responsáveis. A banda deu essa notícia por meio de suas redes sociais e disse que após pesquisar, chegou a três instituições que podem dividir as doações: Instituto Terra, Confrem e IBIO. Eles pediram também, para que os fãs brasileiros dessem opiniões sobre essas três organizações. Assim, eles decidirão como vão repartir o dinheiro. Vedder pediu também para que os fãs ajudem por meio da Vitalogy Foundation, instituição fundada pelo grupo para ajudar causas humanitárias no mundo.

"É duro quando essas grandes empresas usam e abusam de terras apenas para lucrar, sem nenhum respeito pelo meio ambiente. Acidentes tiram vidas, destroem rios e, ainda assim, eles conseguiram lucrar", discursou o vocalista, em português. "Esperamos que eles sejam punidos, duramente punidos e cada vez mais punidos. Para que nunca esqueçam o triste desastre causado por eles", Eddie Vedder.
Foto: MRossi

Por Ricardo Cachorrão Flávio

Apesar dos problemas climáticos, que não chegaram a atrapalhar quase nada, Eddie Vedder, Jeff Ament, Stone Gossard, Mike McCready, Matt Cameron e o tecladista convidado que os acompanha há muitos anos, Boom Gaspar, mostram que com música de qualidade e postura honesta, pirotecnia e efeitos mirabolantes não são necessários para um excelente show de rock. 

A ausência de uma banda de abertura fez com que os quase 20 minutos de atraso não tivessem muita importância, e, com Eddie Vedder vestindo uma camiseta com símbolo da paz estampado no peito e um desenho da Torre Eiffel no bumbo da bateria, o Pearl Jam sobe ao palco “morno”, com duas músicas lentas em sequência, “Long Road” e “Off the Girl”. Foi aí que Vedder fez a primeira, de suas muitas intervenções em português:

"Estamos muito felizes por estar em São Paulo com vocês... E todo nosso amor está em Paris. Temos muito a superar juntos”.

A temperatura do show foi subindo com “Do the Evolution”, “Hail Hail” e “Why Go”, e o tempo começou a virar também, no até então, quente sábado paulistano. Este show do Pearl Jam ainda é parte da turnê mundial que celebra o lançamento de Lightning Bolt, bom disco lançado em 2013, e dele, veio a sequência com “Getaway” e “Mind Your Manners”.

Em “Corduroy” e “Lightning Bolt”, a brisa que aliviava o calor na pista virou um verdadeiro vendaval, derrubando parte do pano de fundo / cenário do palco, assustando banda e produção. 

Enquanto as coisas eram ajeitadas, Eddie Vedder veio à frente e tocou sozinho a balada “Elderly Woman Behind the Counter in a Small Town”. Como não poderia ser diferente, toda vez que alguma faixa de Ten é tocada, o público vem abaixo - até mesmo em canções que não fizeram tanto sucesso, como “Deep”. Então o que dizer num mega hit como Even Flow”, que sempre cumpre sua parte com muito pula-pula, fãs ensandecido e performance arrebatadora - com direito a solo cheio de "frescura" de Mike McCready, que desce até a primeira fila da pista com a guitarra nas costas, no melhor estilo Jimi Hendrix de ser. 

Mais uma do último disco, e “Swallowed Whole” antecede a sequência de hits “Given to Fly”, “Jeremy” e “Better Man”. Com a chuva apertando, e o vento aumentando, a banda se retira do palco logo após “Rearviewmirror” e anuncia dez minutos de intervalo para alguns ajustes técnicos.

Repetindo uma sequência tocada dias atrás em Buenos Aires, o Pearl Jam voltou ao palco com a bela “Footsteps”, seguida do primeiro cover da noite, “Imagine”, de John Lennon - que após os acontecimentos de Paris tornou tudo mais emocionante. Nesse momento, Eddie Vedder pediu para que todos acendessem seus celulares. 

Mantendo a mesma pegada, veio “Sirens” do último disco, mas “Whipping”, de Vitalogy, tratou de acabar com a calmaria instalada no Morumbi. Encerrando a primeira parte do show, “Blood” e “Porch” relembraram a fase inicial do grupo.

Para o derradeiro (e longo) bis, a banda começou atacando de “Comatose”, seguida de “State Love and Trust” e a dupla arrasa-quarteirão “Black” e “Alive”. O já conhecido cover de “Rockin’ in the Free World”, do velho e essencial Neil Young, deu o tom do fim, mas ainda teve tempo para “Yellow Ledbetter” e mais um cover, do também essencial Bob Dylan, em “All Along the Watchtower”.

Apesar de toda estrutura “mega” por trás da banda (mega palco, mega público, mega equipamento), o que se vê em um show do Pearl Jam são seis caras no palco tocando rock and roll, puro e simples. Que assim permaneçam.
Foto: Maria Ives

Por Bruno Eduardo

Considerado um dos maiores grupos de rock do mundo e único representante do grunge em atividade desde sua formação, o Pearl Jam volta ao Brasil para sua terceira turnê solo. Com realização da TIME FOR FUN, os shows acontecem este mês, nos dias 11 em Porto Alegre (Arena do Grêmio), 14 em São Paulo (Estádio do Morumbi), 17 em Brasília (Estádio Nacional Mané Garrincha), 20 em Belo Horizonte (Estádio do Mineirão) e 22 no Rio de Janeiro (Estádio do Maracanã). A venda de ingressos para os shows do grupo está sendo realizada pela Internet, nas bilheterias oficiais (São Paulo e Rio de Janeiro – Citibank Hall, Porto Alegre – Multisom, Brasília – Central de Ingressos, Belo Horizonte – Chevrolet Hall) e nos demais pontos de venda do país. Saiba tudo sobre os shows AQUI.

O Rock On Board separou cinco motivos para você não perder essa oportunidade. 

1. Eles são a única banda do grunge em atividade desde os anos 90

O grunge dominou os quatro cantos do mundo nos anos noventa. Mas de todos os grandes expoentes da cena, o Pearl Jam foi o único a não sucumbir diante da pressão mainstream e do sucesso. Com as mortes de Kurt Cobain (Nirvana) e Layne Staley (Alice in Chains), e o fim do Soundgarden, o movimento acabou perdendo força. No entanto, o grupo liderado por Eddie Vedder não ficou refém da máquina e tratou de construir um legado único, regado por filosofia punk rock e introspecção. Com isso, discos como Vitalogy, No Code, Yield e Binaural mantiveram uma legião de fãs cada vez mais fiel e apaixonada. Ao todo, o grupo já vendeu mais de 80 milhões de cópias em todo planeta.

2. O grupo não costuma repetir repertórios

Uma coisa que os fãs de Pearl Jam já sabem é que um show do grupo nunca é igual ao anterior. Eles nunca repetem o repertório duas noites seguidas. A banda afirma ter 200 músicas ensaiadas e que pode trocar mais da metade do setlist de um show para o outro. Como no Brasil são cinco apresentações, teremos provavelmente cinco repertórios distintos. Reza a lenda que Eddie Vedder decide a lista de músicas minutos antes dos shows, após algumas boas taças de vinho.

3. Não vão faltar os clássicos imortais

O fato da banda não repetir as músicas de uma apresentação para a outra não quer dizer que eles deixem os clássicos de fora. Muito pelo contrário. Entre as surpresas, é certo encontrar também algumas pérolas obrigatórias. Como é o caso de "Even Flow", "Black", "Alive", "Do The Evolution", "Daughter", "Corduroy" e dos novos sucessos: "Sirens" e "Mind Your Manners".  

4. Os shows duram mais de duas horas

Os caras do Pearl Jam costumam valorizar suas apresentações com shows longos, que ultrapassam duas horas de duração. Para se ter uma ideia, o último show no Rio de Janeiro, em 2011, contou com trinta músicas e dois bis enormes, com sete canções em cada. Está pensando que os caras brincam? Isso aqui é rock and roll! 

5. Eddie Vedder é o cara!

Com um magnetismo típico de ícones como Bono Vox, e encorpado por uma espiritualidade à Michael Stipe, Eddie Vedder é muito mais do que um vocalista cinquentão. Ele já é uma efígie na história do rock, que surfa em ondas de arte tão efêmera quanto de personagens emblemáticos como Neil Young ou Jimmy Page. Devagar, mas de forma contínua, o vocalista se tornou ícone de uma geração que revolucionou a história do rock. O valor de Eddie Vedder para os dias de hoje é irrefutável, e ultrapassa duas décadas com a firmeza de ídolos consagrados não só pela arte que proporciona, mas principalmente pela mensagem que passa aos seus fiéis seguidores.
Foto: Divulgação

O Pearl Jam anunciou uma série de shows na América Latina no mês de novembro. A turnê começa em Santiago (Chile), dia 04 de novembro, e termina na Cidade do México (México) em 28 de novembro.

Com realização da TIME FOR FUN, os shows no Brasil acontecem nos dias 11/11 em Porto Alegre (Arena do Grêmio), 14/11 em São Paulo (Estádio do Morumbi), 17/11 em Brasília (Estádio Nacional Mané Garrincha), 20/11 em Belo Horizonte (Estádio do Mineirão) e 22/11 no Rio de Janeiro (Estádio do Maracanã).

Considerado um dos maiores grupos de rock do mundo, e o único representante do grunge em atividade desde sua formação, o Pearl Jam já vendeu mais de 80 milhões de cópias em todo planeta. A fama chegou logo no seu disco de estreia, Ten, o que causou uma conturbada relação com os holofotes. Clássicos como "Even Flow", "Jeremy", "Black e "Alive" se tornaram hinos de uma geração. O grupo também lançou outros discos fundamentais, que inclusive ganharam matérias especiais aqui no site Rock On Board: Vs. (1993), Vitalogy (1994), Binaural (2000) e Yield (1998). A banda de Eddie Vedder já veio ao Brasil em três oportunidades. A última foi no festival Lollapalooza Brasil, em 2013 (SP).

A venda de ingressos para os shows do grupo está sendo realizada pela Internet (www.ticketsforfun.com.br), nas bilheterias oficiais (São Paulo e Rio de Janeiro – Citibank Hall, Porto Alegre – Multisom, Brasília – Central de Ingressos, Belo Horizonte – Chevrolet Hall) e nos demais pontos de venda do país.

PORTO ALEGRE
Quarta-feira, 11 de novembro de 2015.
Horário: 20h30
Local: Arena do Grêmio - Av. Padre Leopoldo Brentano, 110 - Humaitá, Porto Alegre - RS
Capacidade: 43.491 pessoas
Classificação etária: De 10 a 13 anos é permitida a entrada acompanhado de um responsável. A partir de 14 anos é permitida a entrada desacompanhado.
BILHETERIA OFICIAL – SEM TAXA DE CONVENIÊNCIA
Multisom – Rua dos Andradas, 1001 – Centro – Porto Alegre – RS
Segunda a sexta-feira, das 11h às 19h. Sábado, das 09h às 17h. Domingos e feriados, fechado.

LOCAIS DE VENDA – COM TAXA DE CONVENIÊNCIA AQUI.

Pela Internet: www.ticketsforfun.com.br (taxa de conveniência)

FORMAS DE PAGAMENTO
Dinheiro; cartões de crédito MasterCard, American Express, Visa e Diners; cartões de débito Visa Electron e MasterCard débito.


SÃO PAULO (SP)
Sábado, 14 de novembro de 2015.
Horário: 20h30
Local: Estádio do Morumbi - Praça Roberto Gomes Pedrosa, 1 - Morumbi, São Paulo
Capacidade: 68.900 pessoas
Classificação etária: De 10 a 13 anos é permitida a entrada acompanhado de um responsável. A partir de 14 anos é permitida a entrada desacompanhado.
BILHETERIA OFICIAL – SEM TAXA DE CONVENIÊNCIA
Citibank Hall - Av. das Nações Unidas, 17.955 - Santo Amaro – São Paulo (SP)
Diariamente, das 12h às 20h. Excepcionalmente, no dia 25 de maio a bilheteria funcionará das 10h às 18h.

LOCAIS DE VENDA – COM TAXA DE CONVENIÊNCIA AQUI.
Pontos de venda no link: 

Pela Internet: www.ticketsforfun.com.br (taxa de conveniência).

FORMAS DE PAGAMENTO
Dinheiro; cartões de crédito MasterCard, American Express, Visa e Diners; cartões de débito Visa Electron e MasterCard débito.


BRASÍLIA (DF)
Terça-feira, 17 de novembro de 2015.
Horário: 20h30
Local: Estádio Nacional Mané Garrincha - Asa Norte, Brasília - DF
Capacidade: 54.398 pessoas
Classificação etária: De 10 a 13 anos é permitida a entrada acompanhado de um responsável. A partir de 14 anos é permitida a entrada desacompanhado.
BILHETERIA OFICIAL – SEM TAXA DE CONVENIÊNCIA
Central de Ingressos - Shopping Brasília, SCN Qd 05 BL. A, Piso G2
Segunda a sábado, das 10h às 22h. Domingos das 14h às 20h.

LOCAIS DE VENDA – COM TAXA DE CONVENIÊNCIA AQUI.

Pela Internet: www.ticketsforfun.com.br (taxa de conveniência).

FORMAS DE PAGAMENTO
Dinheiro; cartões de crédito MasterCard, American Express, Visa e Diners; cartões de débito Visa Electron e MasterCard débito.


BELO HORIZONTE (MG)
Sexta-feira, 20 de novembro de 2015.
Horário: 20h30
Local: Estádio do Mineirão - Av. Antônio Abrahão Caram, 1001 – Pampulha, Belo Horizonte
Capacidade: 51.647 pessoas
Classificação etária: De 10 a 13 anos é permitida a entrada acompanhado de um responsável. A partir de 14 anos é permitida a entrada desacompanhado.

BILHETERIA OFICIAL – SEM TAXA DE CONVENIÊNCIA
Chevrolet Hall - Av. Nossa Senhora do Carmo, 230 – Belo Horizonte – BH
Diariamente, das 12h às 20h. Excepcionalmente, no dia 25 de maio a bilheteria funcionará das 10h às 18h.

LOCAIS DE VENDA – COM TAXA DE CONVENIÊNCIA AQUI.

Pela Internet: www.ticketsforfun.com.br (taxa de conveniência).

FORMAS DE PAGAMENTO
Dinheiro; cartões de crédito MasterCard, American Express, Visa e Diners; cartões de débito Visa Electron e MasterCard débito.


RIO DE JANEIRO (RJ)
Domingo, 22 de novembro de 2015.
Horário: 20h
Local: Estádio do Maracanã - Rua Professor Eurico Rabelo, Maracanã, Rio de Janeiro
Capacidade: 64.425 pessoas
Classificação etária: De 10 a 13 anos é permitida a entrada acompanhado de um responsável. A partir de 14 anos é permitida a entrada desacompanhado.
BILHETERIA OFICIAL – SEM TAXA DE CONVENIÊNCIA
Citibank Hall - Av. Ayrton Senna, 3000 - Shopping Via Parque - Barra da Tijuca. Diariamente, das 12h às 20h. Excepcionalmente, no dia 25 de maio a bilheteria funcionará das 10h às 18h.

LOCAIS DE VENDA – COM TAXA DE CONVENIÊNCIA AQUI.

Pela Internet: www.ticketsforfun.com.br (taxa de conveniência).

FORMAS DE PAGAMENTO
Dinheiro; cartões de crédito MasterCard, American Express, Visa e Diners; cartões de débito Visa Electron e MasterCard débito.

O Pearl Jam anunciou uma série de shows na América Latina no mês de novembro. A turnê começa em Santiago (Chile), dia 04 de novembro, e termina na Cidade do México (México) em 28 de novembro.

Com realização da TIME FOR FUN, os shows no Brasil acontecem nos dias 11/11 em Porto Alegre (Arena do Grêmio), 14/11 em São Paulo (Estádio do Morumbi), 17/11 em Brasília (Estádio Nacional Mané Garrincha), 20/11 em Belo Horizonte (Estádio do Mineirão) e 22/11 no Rio de Janeiro (Estádio do Maracanã).

Haverá pré-venda exclusiva para membros do fã-clube das 10h do dia 18 de maio até as 10h de 20 de maio no site da Tickets For Fun.

O público em geral poderá adquirir ingressos a partir de 25 de maio. A venda será realizada a partir da 0h01 pela Internet (www.ticketsforfun.com.br), e a partir das 10h nas bilheterias oficiais (São Paulo e Rio de Janeiro – Citibank Hall, Porto Alegre – Multisom, Brasília – Central de Ingressos, Belo Horizonte – Chevrolet Hall) e nos demais pontos de venda do país.


PORTO ALEGRE
Quarta-feira, 11 de novembro de 2015.
Horário: 20h30
Local: Arena do Grêmio - Av. Padre Leopoldo Brentano, 110 - Humaitá, Porto Alegre - RS
Capacidade: 43.491 pessoas
Classificação etária: De 10 a 13 anos é permitida a entrada acompanhado de um responsável. A partir de 14 anos é permitida a entrada desacompanhado.

INGRESSOS

CADEIRA GRAMADO OESTE - NÍVEL 1
R$ 300
R$ 240 (Estudante e Fã-clube)
R$ 150 (Idoso)

CADEIRA GRAMADO SUL - NÍVEL 1
R$ 260
R$ 208 (Estudante e Fã-clube)
R$ 130 (Idoso)

CADEIRA GRAMADO LESTE - NÍVEL 1
R$ 300
R$ 240 (Estudante e Fã-clube)
R$ 150 (Idoso)

CADEIRA GOLD - NÍVEL 2
R$ 320
R$ 256 (Estudante e Fã-clube)
R$ 160 (Idoso)

CADEIRA SUPERIOR OESTE - NÍVEL 4
R$ 180
R$ 144 (Estudante e Fã-clube)
R$ 90 (Idoso)

CADEIRA SUPERIOR SUL - NÍVEL 4
R$ 160
R$ 128 (Estudante e Fã-clube)
R$ 80 (Idoso)

CADEIRA SUPERIOR LESTE - NÍVEL 4
R$ 180
R$ 144 (Estudante e Fã-clube)
R$ 90 (Idoso)

PISTA PREMIUM
R$ 460
R$ 368 (Estudante e Fã-clube)
R$ 230 (Idoso)

PISTA
R$ 240
R$ 192 (Estudante e Fã-clube)
R$ 120 (Idoso)

- Haverá pré-venda de fã clube por meio de link exclusivo e código de compra no site da Tickets for Fun. Das 10h do dia 18 de maio às 10h do dia 20 de maio de 2015. Limitada a 4 ingressos por CPF.

- O público em geral poderá adquirir ingressos a partir de 25 de maio de 2015.

BILHETERIA OFICIAL – SEM TAXA DE CONVENIÊNCIA
Multisom – Rua dos Andradas, 1001 – Centro – Porto Alegre – RS
Segunda a sexta-feira, das 11h às 19h. Sábado, das 09h às 17h. Domingos e feriados, fechado.

Excepcionalmente, no dia 25 de maio a bilheteria funcionará das 10h às 18h.

LOCAIS DE VENDA – COM TAXA DE CONVENIÊNCIA
Pontos de venda no link: http://premier.ticketsforfun.com.br/shows/show.aspx?sh=pdv

CENTRAL TICKETS FOR FUN
Pela Internet: www.ticketsforfun.com.br (taxa de conveniência)

FORMAS DE PAGAMENTO
Dinheiro; cartões de crédito MasterCard, American Express, Visa e Diners; cartões de débito Visa Electron e MasterCard débito.


SÃO PAULO (SP)
Sábado, 14 de novembro de 2015.
Horário: 20h30
Local: Estádio do Morumbi - Praça Roberto Gomes Pedrosa, 1 - Morumbi, São Paulo
Capacidade: 68.900 pessoas
Classificação etária: De 10 a 13 anos é permitida a entrada acompanhado de um responsável. A partir de 14 anos é permitida a entrada desacompanhado.

INGRESSOS 

ARQUIBANCADA 1, 3 e 4
R$ 250
R$ 125 (meia-entrada)

ARQUIBANCADA 2
R$ 200
R$ 100 (meia-entrada)

CADEIRA SUPERIOR 1 e 2
R$ 450
R$ 225 (meia-entrada)

CADEIRA SUPERIOR 3 (CATIVA)
R$ 400
R$ 200 (meia-entrada)

INFERIOR A e B
R$ 420
R$ 210 (meia-entrada)

PISTA PREMIUM
R$ 680
R$ 340 (meia-entrada)

PISTA
R$ 340
R$ 170 (meia-entrada)

  
- Haverá pré-venda de fã clube por meio de link exclusivo e código de compra no site da Tickets for Fun. Das 10h do dia 18 de maio às 10h do dia 20 de maio de 2015. Limitada a 4 ingressos por CPF.

- O público em geral poderá adquirir ingressos a partir de 25 de maio de 2015.

BILHETERIA OFICIAL – SEM TAXA DE CONVENIÊNCIA
Citibank Hall - Av. das Nações Unidas, 17.955 - Santo Amaro – São Paulo (SP)
Diariamente, das 12h às 20h. Excepcionalmente, no dia 25 de maio a bilheteria funcionará das 10h às 18h.

LOCAIS DE VENDA – COM TAXA DE CONVENIÊNCIA
Pontos de venda no link: http://premier.ticketsforfun.com.br/shows/show.aspx?sh=pdv

CENTRAL TICKETS FOR FUN
Pela Internet: www.ticketsforfun.com.br (taxa de conveniência).

FORMAS DE PAGAMENTO
Dinheiro; cartões de crédito MasterCard, American Express, Visa e Diners; cartões de débito Visa Electron e MasterCard débito.


BRASÍLIA (DF)
Terça-feira, 17 de novembro de 2015.
Horário: 20h30
Local: Estádio Nacional Mané Garrincha - Asa Norte, Brasília - DF
Capacidade: 54.398 pessoas
Classificação etária: De 10 a 13 anos é permitida a entrada acompanhado de um responsável. A partir de 14 anos é permitida a entrada desacompanhado.

INGRESSOS 

CADEIRA INFERIOR - NÍVEL 1
R$ 450
R$ 225 (meia-entrada)

CADEIRA SUPERIOR - NÍVEL 4
R$ 250
R$ 125 (meia-entrada)

CADEIRA INTERMEDIÁRIA - NÍVEL 2
R$ 380
R$ 190 (meia-entrada)

PISTA PREMIUM
R$ 650
R$ 325 (meia-entrada)

PISTA
R$ 400
R$ 200 (meia-entrada)


- Haverá pré-venda de fã clube por meio de link exclusivo e código de compra no site da Tickets for Fun. Das 10h do dia 18 de maio às 10h do dia 20 de maio de 2015. Limitada a 4 ingressos por CPF.

- O público em geral poderá adquirir ingressos a partir de 25 de maio de 2015.

BILHETERIA OFICIAL – SEM TAXA DE CONVENIÊNCIA
Central de Ingressos - Shopping Brasília, SCN Qd 05 BL. A, Piso G2
Segunda a sábado, das 10h às 22h. Domingos das 14h às 20h.

LOCAIS DE VENDA – COM TAXA DE CONVENIÊNCIA
Pontos de venda no link: http://premier.ticketsforfun.com.br/shows/show.aspx?sh=pdv

CENTRAL TICKETS FOR FUN
Pela Internet: www.ticketsforfun.com.br (taxa de conveniência).

FORMAS DE PAGAMENTO
Dinheiro; cartões de crédito MasterCard, American Express, Visa e Diners; cartões de débito Visa Electron e MasterCard débito.

BELO HORIZONTE (MG)
Sexta-feira, 20 de novembro de 2015.
Horário: 20h30
Local: Estádio do Mineirão - Av. Antônio Abrahão Caram, 1001 – Pampulha, Belo Horizonte
Capacidade: 51.647 pessoas
Classificação etária: De 10 a 13 anos é permitida a entrada acompanhado de um responsável. A partir de 14 anos é permitida a entrada desacompanhado.

INGRESSOS

CADEIRA INFERIOR - LESTE
R$ 350
R$ 175 (meia-entrada)

CADEIRA INFERIOR - OESTE - LOUNGE
R$ 500
R$ 250 (meia-entrada)

CADEIRA INFERIOR - SUL
R$ 300
R$ 150 (meia-entrada)

CADEIRA SUPERIOR
R$ 200
R$ 100 (meia-entrada)

PISTA PREMIUM
R$ 600
R$ 300 (meia-entrada)

PISTA
R$ 300
R$ 150 (meia-entrada)


- Haverá pré-venda de fã clube por meio de link exclusivo e código de compra no site da Tickets for Fun. Das 10h do dia 18 de maio às 10h do dia 20 de maio de 2015. Limitada a 4 ingressos por CPF.

- O público em geral poderá adquirir ingressos a partir de 25 de maio de 2015.

BILHETERIA OFICIAL – SEM TAXA DE CONVENIÊNCIA
Chevrolet Hall - Av. Nossa Senhora do Carmo, 230 – Belo Horizonte – BH
Diariamente, das 12h às 20h. Excepcionalmente, no dia 25 de maio a bilheteria funcionará das 10h às 18h.

LOCAIS DE VENDA – COM TAXA DE CONVENIÊNCIA
Pontos de venda no link: http://premier.ticketsforfun.com.br/shows/show.aspx?sh=pdv

CENTRAL TICKETS FOR FUN
Pela Internet: www.ticketsforfun.com.br (taxa de conveniência).

FORMAS DE PAGAMENTO
Dinheiro; cartões de crédito MasterCard, American Express, Visa e Diners; cartões de débito Visa Electron e MasterCard débito.

RIO DE JANEIRO (RJ)
Domingo, 22 de novembro de 2015.
Horário: 20h
Local: Estádio do Maracanã - Rua Professor Eurico Rabelo, Maracanã, Rio de Janeiro
Capacidade: 64.425 pessoas
Classificação etária: De 10 a 13 anos é permitida a entrada acompanhado de um responsável. A partir de 14 anos é permitida a entrada desacompanhado.

INGRESSOS

CADEIRA MARACANÃ
R$ 560
R$ 280 (meia-entrada)

CADEIRA MARACANÃ MAIS – LESTE LOUNGE
R$ 520
R$ 260 (meia-entrada)

CADEIRA INFERIOR LESTE
R$ 450
R$ 225 (meia-entrada)

CADEIRA INFERIOR OESTE
R$ 450
R$ 225 (meia-entrada)

CADEIRA SUPERIOR LESTE
R$ 320
R$ 160 (meia-entrada)

CADEIRA INFERIOR SUL
R$ 260
R$ 130

CADEIRA SUPERIOR 2 - SUL
R$ 240
R$ 120 (meia-entrada)

CADEIRA SUPERIOR NIVEL 5
R$ 240
R$ 120 (meia-entrada)

PISTA PREMIUM
R$ 680
R$ 340 (meia-entrada)

PISTA
R$ 360
R$ 180 (meia-entrada)


- Haverá pré-venda de fã clube por meio de link exclusivo e código de compra no site da Tickets for Fun. Das 10h do dia 18 de maio às 10h do dia 20 de maio de 2015. Limitada a 4 ingressos por CPF.

- O público em geral poderá adquirir ingressos a partir de 25 de maio de 2015.

BILHETERIA OFICIAL – SEM TAXA DE CONVENIÊNCIA
Citibank Hall - Av. Ayrton Senna, 3000 - Shopping Via Parque - Barra da Tijuca. Diariamente, das 12h às 20h. Excepcionalmente, no dia 25 de maio a bilheteria funcionará das 10h às 18h.

LOCAIS DE VENDA – COM TAXA DE CONVENIÊNCIA
Pontos de venda no link: http://premier.ticketsforfun.com.br/shows/show.aspx?sh=pdv

CENTRAL TICKETS FOR FUN
Pela Internet: www.ticketsforfun.com.br (taxa de conveniência).

FORMAS DE PAGAMENTO
Dinheiro; cartões de crédito MasterCard, American Express, Visa e Diners; cartões de débito Visa Electron e MasterCard débito.
Foto: Vitalogy / Pearl Jam
Adorado pelos fãs, o terceiro disco do Pearl Jam trouxe intimismo ao cardápio
Por Lucas Scaliza

Quando Vitalogy foi lançado, Eddie Vedder passava por mais uma fase de mudança. Estava chegando aos 30, tentava entender sua família, o universo em que estava inserido e a si mesmo. Depois do sucesso que foi Ten (1991), primeiro disco do Pearl Jam, e de Vs no ano anterior, Vedder tinha muitos holofotes apontados para ele.

E não somente Vitalogy era um álbum estranho no meio do movimento grunge – agressivo, mas triste, sem os arroubos sonoros de Ten – como a banda decidiu que não faria nenhum clipe para ajudar a divulgá-lo, uma decisão anticomercial tomada também no lançamento de Vs. Era 1994 e a MTV lançava tendências e bandas por meio da tevê. Ah, e também estava correndo o processo da banda contra a Ticketmaster, sob alegação de que a companhia não permitia que o Pearl Jam comercializasse as entradas para seus shows a preços mais acessíveis. Eram confusões demais para uma banda.

Quando o repórter da Spin perguntou como os caras da banda se relacionavam com ele, Vedder respondeu: “Eles não têm muita certeza das coisas que passam na minha cabeça”. Naquele momento, Vedder, que era só um surfista de San Diego que virou um astro do rock da cena de Seattle, estava tentando ainda lidar com a fama e com tudo o que veio dela. 

Em meio ao sucesso, era um tempo de dificuldades para a banda. Os integrantes brigavam entre si, principalmente quando Stone Gossard, o guitarrista, deixou de intermediar os conflitos e até pensou em cair fora. Disseram que 80% das músicas foram escritas minutos antes de entrarem no estúdio. O outro guitarrista, Mike McCready, precisou ser internado por abuso de álcool e cocaína. Com tudo isso em mente, fica mais fácil ouvir e entender Vitalogy.

Pearl Jam nos ano noventa, época de "Vitalogy"
“Nothingman” foi escrita em uma hora. “Betterman” foi escrita antes de Vedder ter idade legal para beber. "Tremor Christ" foi gravada em apenas uma noite em Nova Orleans. “Bugs” foi gravada com um acordeon que Vedder achou no estúdio e começou a tocar qualquer coisa. Acharam que o público deles poderia suportar a estranheza da faixa e a incluíram no disco.

“Quando o disco saiu, os fãs do Pearl Jam se assustaram”, diz Álvaro Mesquita, músico, professor de música, compositor e fã da banda. “O Ten já mostrava um lado depressivo do grupo, mas ‘Black’, por exemplo, tinha refrão e final épicos. O Vitalogy não é assim”, ele aponta.

“Fugiram do ‘esquema guitar hero’ de outras bandas da época, deixaram a música mais intimista, uma característica que o grunge resgatou”, diz Álvaro. Ele acredita que o vinil em si é uma plataforma que evoca maior intimidade com a música, por isso o disco vendeu tão bem nesse formato. O vinil de Vitalogy foi lançado em novembro de 1994. Vendeu 34 mil cópias só na primeira semana. Permaneceu o recordista de vendas na primeira semana por 20 anos. Foi superado somente agora, com o vinil modernoso de Lazaretto, do Jack White.

Em alto volume: vinil de Vitalogy na agulha
Mesmo com toda a sua estranheza (e faixas esquisitíssimas como “Bugs” e “Hey, foxymophandlemama, that’s me”), Vitalogy vendeu bem, mas não foi o sucesso estrondoso de Ten. Mesmo assim não se tornou um vinil recordista por 20 anos à toa. Álvaro Mesquita também acha que o disco passa no teste do tempo. “Esse álbum permanece, porque é uma banda fazendo música estranha numa época em que a música em geral tinha deixado de ser estranha”, diz o músico.

Álvaro diz que a evolução pessoal e profissional do Pearl Jam seguiu um caminho bem diferente do caminho trilhado por outras bandas grunge da época. “Eles cresceram, amadureceram e viraram homens preocupados com causas sociais. Evoluíram musicalmente também. O Vitalogy é um dos melhores álbuns do grunge. Vinte anos depois, minha banda toca ‘Betterman’ e muita gente canta junto. Organizei um festival em 2013 e essa música também estava no repertório”, ele diz. Álvaro é guitarrista das bandas Rotor e Revolution ASAP atualmente.

Há um link entre o ontem e hoje. Analisando musicalmente o disco, Álvaro diz que “Spin The Black Circle”, a segunda faixa porrada de Vitalogy é “praticamente a mesma composição” que “Mind Your Manners”, presente em Lightning Bolt, disco que o Pearl Jam lançou em 2013.
Foto: Pearl Jam / Vs.

Por Bruno Eduardo

Em 1993, o Pearl Jam iniciava uma verdadeira fuga do sucesso.  Quando o rock fervilhava em Seattle, houve um equívoco por parte do público/imprensa em geral. Erroneamente, definiu-se o movimento grunge como uma inserção sonora, um estilo de música – que acabou se tornando um rótulo castrador. Para eles, tudo o que vinha de lá era grunge, e ponto final. Essa generalização, fez com que o Pearl Jam fosse confundido como o produto comercial da cena, o “grunge da MTV” - uma grande injustiça, já que o grupo trazia uma sonoridade próxima a de grandes nomes do rock setecentista, além de revelar um intérprete dos bons.

Não era tão complicado entender essa confusão - que serviu inclusive para criar uma animosidade de Kurt Cobain ao grupo de Eddie Vedder. Afinal, as melodias ostensivas de Ten eram muito mais adequadas à sugestão do mercado do que a obscuridade de Alice in Chains ou Soundgarden, por exemplo. Além do mais, o Pearl Jam surgia também, como uma favorável opção ao modelo que Kurt Cobain propunha ao mundo. A MTV por sua vez, se apropriou do grunge por completo, ajudando a alavancar a carreira de todos os seus expoentes - causando respingos consideráveis em mais uma geração de bandas como Silverchair e Stone Temple Pilots. Clipes como “Jeremy”, alçou o Pearl Jam aos píncaros do sucesso - tendo metade de seu disco de estreia transformado em hit-power.

Coincidência ou não, o Pearl Jam seguiu firme e forte em sua estrada enquanto a cena era extinta - com seus principais personagens sucumbidos pelo doce veneno do sucesso. O que muita gente não sabe (ou se lembra), é que a grande sacada de Eddie Vedder e Cia. se deu no lançamento do segundo disco, Vs - que definitivamente salvou a carreira desse, que é hoje, um dos grupos de rock fundamentais da década.
  
Vs. traz uma ferocidade desenfreada - típica do punk anos 70 - permeada principalmente na potente combinação de "Go" e "Animal", que iniciam o disco como uma tempestade capaz de derrubar qualquer porteira. As letras de Vedder eram como uma faca afiada, abordando temas ousados como controle de armas ("Glorified G"), brutalidade policial ("W.M.A."), e abuso físico e mental ("Rearviewmirror"). Tamanha intensidade das faixas era quebrada apenas pelos repousos deslumbrantes de "Daughter", e no sentimentalismo desafiador de "Elderly Woman Behind the Counter in a Small Town".

Vs é Pearl Jam contra a máquina. O título não foi um acaso - na verdade o disco se chamaria Five Against One (Cinco contra um) -, eles estavam realmente incomodados com o todo aquele cinismo típico do jogo, e enxergaram o álbum como um contra-ataque. O primeiro passo da banda foi renegar aquela, que até então, tinha lhe proporcionado uma ascensão meteórica para o sucesso: a MTV. O grupo se negou a gravar qualquer videoclipe de Vs. Eles diziam temer que a imagem das músicas ficasse restrita a um script apenas. Segundo Eddie Vedder, qualquer música deveria ser imaginada de acordo com a interpretação do ouvinte, e não resumida ao que fosse enxergado na TV. Outro ponto que consolidaria de vez a nova postura da banda se deu no boicote à Ticketmaster. Ao saber que a empresa havia cobrado uma taxa em cima da venda dos bilhetes em um show da turnê, o grupo não só moveu uma ação, como se recusou a tocar em todos os eventos com a participação da mesma - além de definir um limite nos preços dos ingressos. O grupo também começou a se opor a festivais patrocinados por empresas que não mantivessem identificação com a ideologia da banda – em 1993, recusaram convite para tocar no Hollywood Rock, por se tratar de uma marca de cigarros. A nova postura da banda acarretou no cancelamento de todo um semestre de shows no ano de 1994.

Ironicamente, apesar das melhores intenções do grupo em se distanciar das armadilhas da indústria musical, o disco acabou se tornando um recorde de vendas - bateu 1 milhão de cópias em sua primeira semana. Nos anos seguintes, a conta nunca mais foi a mesma. A agenda foi limitada, as vendas ficaram regulares, e com Eddie Vedder assumindo cada vez mais o controle do grupo, eles seguiam colecionando uma legião de fiéis, que os acompanhavam não apenas pela música em si, mas pela ideologia – algo parecido com o messianismo de bandas como U2 e REM.

Após duas décadas, já é sabido que o Pearl Jam ganhou o mundo com o disco Ten. Porém, o rock and roll ganhou muito mais com o lançamento de Vs. Explico: O disco não é apenas uma coleção de grandes canções. Vs. é um grito de liberdade. Ou seja, ele é tudo aquilo que o grunge quis ser (e foi) um dia.


O filme Frozen: Uma Aventura Congelante é um dos maiores sucessos do cinema nesses últimos tempos [Saiba mais sobre o filme no site PipocaTv]. A aventura da Disney levou a estatueta do Oscar como Melhor Canção Original, pela música "Let It Go". Na última sexta-feira (20) foi a vez de Eddie Vedder entrar no seleto time de artistas que fizeram versões particulares para a canção - como por exemplo, Jimmy Fallon e o The Roots. A homenagem do Pearl Jam ao clássico da Disney aconteceu durante um show em Milão, na Itália, no fim da música “Daughter”. Veja abaixo.