ROCKONBOARD NEWS

Mostrando postagens com marcador Paul McCartney. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Paul McCartney. Mostrar todas as postagens

HOLLYWOOD VAMPIRES

Hollywood Vampires

UMG Recordings; 2015

Por Lucas Scaliza



Entre todos os supergrupos que já existiram, alguns tentaram realmente ser uma constelação. É clássico o caso das estrelas de grande brilho que se reuniram para gravar “We Are The World”, uma produção solidária e musical de Quincy Jones. Procure no Google e veja quem estava envolvido nesse projeto (que era para apenas uma música, não um álbum). Este ano tivemos Dave Grohl, Corey Taylor e mais de 20 músicos se reunindo para uma homenagem bem feito ao grunge, punk, rock de garagem e todo tipo de som alternativo americano. A alcunha do grupo: Teenage Time Killers. O álbum batizado sabiamente de Greatest Hits. Uma constelação do rock underground e mainstream de ontem e de hoje.

Agora o Hollywood Vampires vê a luz do dia reunindo um trio interessante: o cantor Alice Cooper, o ator Johnny Depp e o guitarrista do Aerosmith, Joe Perry. E para acompanhá-los, uma constelação do rock: Dennis Dunnaway (baixista do Alice Cooper), Perry Farrell (cantor e guitarra do Jane’s Addiction), Dave Grohl (esse está em todas, não?), Slash (Guns N'Roses, Velvet Revolver), Brian Johnson (vocalista do AC/DC), Tommy Henriksen (guitarrista do Alice), Robby Krieger (guitarra do The Doors), o baterista Abe Laboriel Jr. (Paul McCartney), o próprio Paul McCartney, o baterista Neal Smith (também da primeira formação do Alice Cooper), Glen Sobel (batera que já trabalhou com Alice, Paul Gilbert, Uli Jon Roth, entre vários outros), Zak Starkey (batera que já tocou para o The Who, Oasis, Johnny Marr e Paul Weller), o guitarrista Joe Wash (do Eagles, James Gang e Ringo Starr), o cantor e baixista Kip Winger (Alice Cooper, Winger, Alan Parson e Jordan Rudess) e o baixista Bruce Witkin, que também é produtor de trilhas sonoras.

Este time, com vários respeitáveis nomes e carreiras, não se uniu para reinventar a roda, salvar o rock ou revolucionar a música. Estão nessa justamente para homenagear o rock regravando clássicos de forma bastante suja, distorcida e com a melhor pegada que puderem usar para reinterpretar clássicos. O projeto é interessante e chamou a atenção dos organizadores do Rock In Rio 2015, que confirmaram a banda na escalação do evento este mês sem que o grupo nem mesmo tivesse música para mostrar. Mas tinham esses nomes na folha de pagamento.

O disco é animado, divertido e rápido (a maior faixa tem 5 minutos, e várias outras não chegam aos 3). Começa em grande estilo, com o retumbante vozeirão de Christopher Lee (falecido este ano), que além de grande ator também gravou discos de metal sinfônico. Em “The Last Vampire”, ele narra seu encontro com um misterioso homem e dá a deixa falando das “crianças da noite” e da música que fazem. Na sequência, compreensivelmente, vem uma poderosa “Raise The Dead”, uma das únicas músicas originais deste disco. Depp manda bem na guitarra enquanto Alice Cooper canta com seu jeito característico que mistura teatro de terror e comédia. A faixa não é longa, mas é bem aproveitada e com vários arranjos que resgatam o rock dos anos 70 que tentava se aproveitar de uma imagem ameaçadora, mas que na verdade era só diversão.

Na sequência, as canções são todas covers. Alice no vocal, recebendo alguns vocalistas convidados e Depp nas guitarras, dividindo as seis cordas com vários outros músicos. Algumas dessas regravações chegam a ter até cinco guitarristas, mas a mixagem tratou de não embolá-los. Cada um tem seu próprio espaço para licks, fills, riffs e solos. Tommy Henriksen também esteve muito presente no desenvolvimento do disco, recebendo créditos de guitarrista e backing vocal pela maioria das faixas.

My Generation” é um cover do The Who que mostra a habilidade do baterista Zak Starkey. Em seguida vem uma ótima versão de “Whole Lotta Love”, do Led Zepellin. A princípio, nem parece a música do Led, mas a banda faz a hell of a job quando o seu riff principal surge. Uma versão forte e suja da canção que tem a participação de cinco guitarristas, incluindo a ótima Orianthi, e com direito a Alice Cooper tocando gaita.

I Got a Line on You”, com vocais de Cooper e Perry Farrell, resgata o tom mais divertido e festivo do rock. É um cover da banda Spirit. A faixa seguinte é um misto de “Five to One” e “Break On Through”, ambas do The Doors, com Kieger na guitarra blues e levemente psicodélica. O baterista Abe Laboriel Jr. mostra que tem suingue nesta faixa. Em seguida, mais uma fusão: “One” e “Jump Into The Fire”, ambas do Harry Nilsson. Bob Ezrin toca teclado nesta faixa para criar uma leve ambientação. As guitarras estão muito bem divididas, criando riffs sobre riffs, como camadas. Na bateria, o arroz de festa Dave Grohl.

Come and Get It” recebe o reforço de Sir Paul McCartney. Pudera, a música é dele! Esta canção deveria ter entrado no Abbey Road (1969), mas nunca foi gravada em um LP dos Beatles. A composição foi gravado pelo Badfinger. Mais uma dessas canções que afastam o tom mais sombrio do Hollywood Vampires, mas não se enganem: Johnny Depp e Joe Perry deixam suas guitarras bastante presentes. Em seguida, outra famosa é regravada: “Jeepster”, do T-Rex, com balanço, guitarras country/rock, o baixo de Witkin em primeiro plano e a bateria de Glen Sobel marcando o tempo como manda o rock dançante. “Cold Turkey”, do John Lennon, também marca presença no disco.

O blues rock sujo de “Manic Depression”, do Jimi Hendrix, traz de volta Zak Starkey conduzindo uma bateria nada quadrada, quebrando tudo. Depp e Henriksen dão espaço para Joe Walsh tocar. “Itchycoo Park”, cover do Small Faces, é outra música pop que o Hollywood Vampires trata de carregar de guitarras, baixo bem marcado de Witkin e uma intervenção psicodélica. Uma das mais coloridas do álbum.

Um dos destaques da seleção é a dobradinha “School’s Out”, autocover do próprio Alice Cooper, com “Another Brick In The Wall Pt. 2”, do Pink Floyd. Vocais divididos com Brian Johnson na primeira, resgatando esse clássico e, no caso do Pink Floyd, a música é invadida pela força da primeira, criando um trecho bem agressivo do single de The Wall (1979). Por fim, “My Dead Drunk Friends” fecha Hollywood Vampires. É uma faixa original, um blues rock gótico e de boteco composta por Depp, Cooper, Henriksen, Ezrin e Witkin. Fecha a celebração do rock’n’roll iniciada com “Raise The Dead”.

O que temos aqui é uma banda muito competente que soube escolher o repertório. O ator Johnny Depp mostra que toca guitarra bem, seja para fazer base, riffs, cadências de blues, o que for preciso. Poderiam ter colocado ainda mais canções originais, já que as duas composta para Hollywood Vampires são ótimas e não deixam nada a dever para os covers.

Senti falta de duas participações especiais que teriam tudo a ver com o projeto. Primeiro, o cantor Marilyn Manson. Além de amigo de Depp, ele mora em Los Angeles há bastante tempo, tem um disco chamado Holly Wood (2000) e já participou de vários projetos cinematográficos e televisivos. O último foi como ator na série Sons Of Anarchy. O segundo é o guitarrista dos Stones, Keith Richards. Além de ser a personificação do vampiro roqueiro (por conta de sua idade e das lendas que o cercam), ele foi a inspiração de Depp para o personagem Jack Sparrow. Mais do que isso, Richards fez uma ponta em Piratas do Caribe: No Fim do Mundo.

Se o grupo do álbum é uma constelação, ela ficará maior quando a banda sair em turnê. Além de Cooper, Depp e Joe Perry, o grupo será completado pelo baixista Duff McKagan e o baterista Matt Sorum, ambos ex-Guns’N’Roses. E é esta formação que o Rock In Rio 2015 receberá dia 24 de setembro.

Uma das grandes surpresas no line up do Rock in Rio é o grupo Hollywood Vampires. Formado por Alice Cooper, Joe Perry e Johnny Depp, eles prometem brindar o público com alguns clássicos do rock e mais algumas inéditas de seu primeiro disco, que será lançado no dia 11 de setembro. O álbum - que já está em pré-venda através do iTunes - vai contar com 14 faixas, e terá a participação de vários convidados para lá de especiais. A lista conta com os seguintes nomes: Paul McCartney, Dave Grohl (Foo Fighters), Slash, Joe Walsh, Robby Krieger (Doors), Brian Johnson (AC/DC), Perry Farrell (Jane's Addiction), Zak Starkey (The Who), Kip Winger (Winger), além da presença curiosa do falecido ator Christopher Lee.

A maioria das faixas são apenas versões de clássicos do rock, como é o caso de “Schools Out” do próprio Alice Cooper, Whole Lotta Love” do Led Zeppelin e de “Another Brick In The Wall pt.2″ do Pink Floyd. Mas existem também algumas canções originais. “Raise The Dead” e “Dead Drunk Friends”, por exemplo, foram escritas em conjunto por Depp, Cooper e pelo produtor Bob Ezrin.

Para quem ainda não sabe, o nome da banda é uma homenagem aos verdadeiros Hollywood Vampires, um grupo de roqueiros que se reunia no Rainbow (em Los Angeles) para beber, de qual Alice Cooper foi um dos fundadores. O Hollywood Vampires se apresenta no Rock in Rio, dia 24 de setembro, no palco mundo. Neste dia, eles dividem a noite com Queens Of The Stone Age e System Of A Down.



Confira abaixo a lista de faixas do disco e a ficha técnica das canções:

1. “The Last Vampire”
Narração: Sir Christopher Lee
Teclas e Design Sonoro: Johnny Depp, Bob Ezrin e Justin Cortelyou

2. “Raise the Dead”
Voz: Alice Cooper
Guitarra: Johnny Depp, Tommy Henriksen, Bruce Witkin
Bateria: Glenn Sobel
Baixo: Bruce Witkin
Background Vocals: Alice Cooper, Tommy Henriksen, Bob Ezrin

3. “My Generation”
Voz: Alice Cooper
Guitarra: Johnny Depp, Tommy Henriksen
Baixo: Bruce Witkin
Bateria: Zak Starkey
Background Vocals: Tommy Henriksen

4. “Whole Lotta Love”
Voz: Brian Johnson, Alice Cooper
Guitarras: Joe Walsh, Johnny Depp,
Orianthi, Tommy Henriksen, Bruce Witkin
Harmónica: Alice Cooper
Bateria: Zak Starkey
Baixo: Kip Winger
Programação: Tommy Henriksen
Backing Vocals: Alice Cooper, Tommy Henriksen

5. “I Got A Line”
Voz: Alice Cooper, Perry Farrell
Guitarras: Joe Walsh, Johnny Depp, Tommy Henriksen, Bruce Witkin
Bateria: Abe Laboriel Jr.
Baixo: Kip Winger
Background Vocals: Perry Farrell, Tommy Henriksen, Bob Ezrin

6. “Five to One”/”Break On Through”
Voz: Alice Cooper
Guitarras: Robby Krieger, Johnny Depp, Tommy Henriksen
Bateria: Abe Laboriel Jr.
Farfisa: Charlie Judge
Baixo: Bruce Witkin

7. “One”/”Jump Into the Fire”
Voz: Alice Cooper, Perry Farrell
Guitarra: Robby Krieger, Johnny Depp, Tommy Henriksen, Bruce Witkin
Bateria: Dave Grohl
Baixo: Bruce Witkin
Teclas: Bob Ezrin, Bruce Witkin
Programação: Tommy Henriksen

8. “Come and Get It”
Voz: Paul McCartney, Alice Cooper
Guitarras: Joe Perry, Johnny Depp
Piano: Paul McCartney
Bateria: Abe Laboriel Jr.
Baixo: Paul McCartney
Background Vocals: Johnny Depp, Alice Cooper, Abe Laboriel Jr., Bob Ezrin

9. “Jeepster”
Voz: Alice Cooper
Guitarras: Joe Perry, Johnny Depp, Tommy Henriksen,
Bateria: Glenn Sobel
Baixo: Bruce Witkin
Programação: Tommy Henriksen
Background Vocals: Bob Ezrin

10. “Cold Turkey”
Voz: Alice Cooper
Guitarras: Joe Perry, Johnny Depp, Tommy Henriksen
Bateria: Glenn Sobel
Baixo: Bruce Witkin
Programação: Tommy Henriksen
Background Vocals: Alice Cooper, Tommy Henriksen

11. “Manic Depression”
Voz: Alice Cooper
Guitarras: Joe Walsh, Johnny Depp, Tommy Henriksen
Bateria: Zak Starkey
Baixo: Bruce Witkin
Piano: Bob Ezrin

12. “Itchycoo Park”
Voz: Alice Cooper
Guitarras: Johnny Depp, Tommy Henriksen
Bateria: Glenn Sobel
Baixo: Bruce Witkin
Programação: Tommy Henriksen
Background Vocals: Alice Cooper, Tommy Henriksen, Bob Ezrin

13. “School’s Out”/”Another Brick in the Wall pt. 2″
Voz: Alice Cooper, Brian Johnson
Guitarras: Slash, Joe Perry, Johnny Depp, Tommy Henriksen, Bruce Witkin
Bateria: Neal Smith
Baixo: Dennis Dunaway
Background Vocals: Kip Winger, Bob Ezrin

14. “Dead Drunk Friends”
Voz: Alice Cooper
Guitarras: Johnny Depp, Bruce Witkin,
Bateria: Glenn Sobel
Programação: Tommy Henriksen
Baixo: Bruce Witkin
Piano: Bruce Witkin, Bob Ezrin
Background Vocals: Alice Cooper, Johnny Depp, Tommy Henriksen, Bruce Witkin, Bob Ezrin

Paul McCartney está chegando no Brasil para cinco concorridas apresentações. O eterno Beatle apresenta a turnê "Out There!" em Brasília, Rio de Janeiro, São Paulo, e Espirito Santo [Saiba tudo sobre os shows de Paul McCartney no Brasil AQUI]. Para entrar no clima, a página oficial da turnê brasileira abriu espaço para os fãs contarem qual a música de Paul McCartney faz parte de suas vidas. Para participar, basta enviar um vídeo, foto, ou apenas um texto para o facebook Paul in Brazil dizendo o que faz aquela canção ser tão especial.

Veja alguns exemplos abaixo. 



Dias atrás, o Rock On Board decidiu criar o seu top 5 com canções não óbvias - leia em "UMA LISTA IMPROVÁVEL COM AS 5 MELHORES MÚSICAS DE PAUL MCCARTNEY".

Paul McCartney já se apresentou no Brasil 15 vezes. A primeira turnê de Paul McCartney no Brasil quebrou todos os recordes de bilheteria da época e entrou para o Guinness – Livro dos Recordes como a maior audiência de um concerto em estádio. Mais de 184 mil pessoas compareceram ao show no Estádio do Maracanã, Rio de Janeiro, em 1990. 

Essa será a primeira visita do artista a Vitória e Brasília. Em São Paulo, onde se apresentou em 2010, os shows acontecem no recém-inaugurado Allianz Parque (dias 25 e 26). Paul também de apresenta no Estádio Kléber Andrade (Espírito Santo) dia 10 de novembro, no HSBC Arena (Rio de Janeiro) dia 12 de novembro, no Estádio Nacional Mané Garrincha (Brasília) dia 23 de novembro.
Foto: Divulgação

Por Bruno Eduardo

Você já deve ter se deparado na internet com uma série de homenagens, matérias especiais e as famosas listas - sim, muitas listas - sobre Paul McCartney. Como todos sabem, não é difícil enumerar fatos e materiais que louvem o eterno Beatle - ainda mais sabendo que são 44 anos de carreira ininterrupta. Para não bater no datado, o Rock On Board decidiu criar um top 5 improvável, com canções não óbvias - fugindo das sempre citadas "Maybe I'm Amazed", "Live and Let Die" e "Silly Love Songs" (bem, talvez não "Silly Love Songs"), por exemplo. Gostaríamos de chamar a atenção para 5 faixas da carreira solo de McCartney que carregam o rock na veia e que nós gostaríamos de assistir nessa nova turnê brasileira.  

1-"Oh Woman, Oh Why," (Another Day", 1971)

Em fevereiro de 1971, McCartney lançou "Another Day", seu primeiro single como artista solo. Entre as canções que integrariam RAM, encontramos a roqueira "Oh Woman, Oh Why". Embora seja um lado B, há várias versões encarnadas de RAM que contam com essa faixa - incluído a edição especial do álbum, de 2012. Uma das preferidas da casa.

2- "Big Barn Bed" (Red Rose Speedway, 1973) 

A faixa que abre Red Rose Speedway vem carregada pelo riff de guitarra básico de Henry McCullough - guitarrista original do Wings, que inclusive gravou uma nova versão de" Big Barn Bed "para seu álbum solo de 2011, Unfinished Business

3- "Let Me Roll It" (Band on the Run, 1973)

Band on the Run é o melhor álbum pós-Beatles de McCartney (duas de suas faixas aparecem em nossa improvável lista das 5 melhores músicas de Paul McCartney). Não por coincidência, uma das suas melhores canções lembra seu ex-colega de banda John Lennon. Na verdade, 'Let Me Roll It "é uma canção típica de John Lennon. Só que é melhor do que qualquer coisa que o próprio Lennon estava fazendo em 1973.

4- "Jet" (Band on the Run, 1973) 

O primeiro single de Band On The Run traz um revestimento cintilante de glam rock - com vocais distorcidos e guitarras despejadas. "Jet" é uma das melhores canções rock de McCartney de todos os tempos.

5- "Monkberry Moon Delight" (RAM, 1971)

Após deixar os Beatles, Paul e sua esposa foram passar um tempo na fazenda (Escócia) e aproveitaram para trabalhar juntos nas composições de seu primeiro disco solo. "Monkberry Moon Delight" é uma das canções mais enérgicas do álbum.

Nesta quarta-feira (12), Paul McCartney volta ao Rio de Janeiro para apresentação única na HSBC Arena (Barra da Tijuca). O eterno Beatle apresenta uma versão especial de sua turnê Out There!Essa é a primeira vez que o artista apresenta um show no país em uma arena fechada – todas as outras apresentações foram em grandes estádios, com público superior a 35 mil pessoas. A capacidade máxima de público para o HSBC Arena é de 14 mil pessoas. 

HSBC ARENA: Av Embaixador Abelardo Bueno, 3401 (Barra da Tijuca)
Abertura dos portões: 19h30
Horário do show: 22h

INGRESSOS
Pela Internet:  www.tudus.com.br
Forma de pagamento - cartões de crédito emitidos no Brasil

Bilheteria da HSBC Arena – Av Embaixador Abelardo Bueno 3401
Formas de pagamento - cartões de débito, dinheiro e cartões de crédito emitidos no Brasil ou no exterior.

Bilheteria do Jockey Club – Rua Jardim Botânico 1003
De segunda a quarta-feira – das 10h às 17h
Formas de pagamento - cartões de débito, dinheiro e cartões de crédito emitidos no Brasil ou no exterior.


Setores / Preços:

PISTA PREMIER: R$ 900 / R$ 450 (meia-entrada)
PISTA: R$ 450 / R$ 225 (meia-entrada)
CADEIRA NÍVEL 1 LATERAS PREMIER: R$ 780 / R$ 390 (meia-entrada)
CADEIRA NÍVEL 1 LATERAL: R$ 650 / R$ 325 (meia-entrada)
CADEIRA NÍVEL 1 CENTRAL: R$ 550 / R$ 275 (meia-entrada)
CADEIRA NÍVEL 1 VISÃO PARCIAL: R$ 440 / R$ 220 (meia-entrada)
CADEIRA NÍVEL 3 LATERAL: R$ 280 / R$ 140 (meia-entrada)
CADEIRA NÍVEL 3 CENTRAL: R$ 240 / R$ 120 (meia-entrada)
CADEIRA NÍVEL 3 VISÃO PARCIAL: R$180 / R$ 90 (meia-entrada)
PNE LATERAL: R$ 325
PNE CENTRAL: R$ 225

Classificação etária – 16 anos

A entrada de menores de 16 anos será permitida se comprovadamente acompanhado dos pais e/ou responsáveis legais, que deverão permanecer no local do show enquanto o menor estiver presente.

Ingressos falsificados

A organização da turnê de Paul McCartney no Brasil esclarece que haverá um forte controle nos portões de acesso da HSBC Arena. Os ingressos oficiais possuem diversos itens de segurança que serão verificados na hora da entrada do público. A organização não se responsabiliza por ingressos adquiridos fora das vendas oficiais e reforça que tíquetes falsos não serão aceitos. 

Itens não permitidos no local do show

- câmeras fotográficas ou filmadoras profissionais ou com lente destacável. Bastão de câmera GoPro;

- remédios fora de sua embalagem original e não identificável;

- objetos que representem riscos à segurança tais como garrafas; latas; bebidas; utensílio de armazenagem; embalagens rígidas com tampa, capacetes; cadeiras ou bancos; guarda-chuvas; animais – exceto cães guias identificados junto com portadores de deficiência visual; armas de fogo; armas brancas; objetos pontiagudos, cortantes e/ou perfurantes; fogos de artifício; objetos de vidro;

O portador do ingresso será submetido a inspeções e revistas corporais. Os objetos não autorizados serão descartados.

Estacionamento da HSBC Arena

Aberto a partir das 17h30
Custo fixo de R$ 20
São 2.500 vagas disponíveis

Paul McCartney volta ao Brasil em Novembro para shows em Brasília, Rio de Janeiro, São Paulo, e Espirito Santo. O eterno Beatle apresenta a turnê "Out There!" - a mesma trazida ao país em 2013, quando se apresentou nas cidades de Belo Horizonte, Goiânia e Fortaleza. Após esses shows, a turnê visitou 40 cidades da América do Sul, Europa, América do Norte e Japão. Os shows acontecem no Estádio Kléber Andrade (Espírito Santo) em 10 de novembro, no HSBC Arena (Rio de Janeiro) dia 12 de novembro, no Estádio Nacional Mané Garrincha (Brasília) em 23 de novembro e na nova Allianz Parque (São Paulo), dias 25 e 26 de novembro.

Paul McCartney já se apresentou no Brasil 15 vezes. Essa será a primeira visita do artista a Vitória e Brasília. Em São Paulo, onde se apresentou em 2010, o show acontece no recém-inaugurado Allianz Parque.  A primeira turnê de Paul McCartney no Brasil quebrou todos os recordes de bilheteria da época e entrou para o Guinness – Livro dos Recordes como a maior audiência de um concerto em estádio. Mais de 184 mil pessoas compareceram ao show no Estádio do Maracanã, Rio de Janeiro, em 1990. 

A turnê 'Out There' traz músicas de diferentes fases do músico – incluindo sua carreira solo, o período dos Wings e, claro, dos Beatles. O set list vai ter ainda músicas de seu mais recente álbum de estúdio, “NEW”, lançado no ano passado com grande sucesso. 

A direção geral dos shows no Brasil é da Planmusic, dirigida pelo empresário Luiz Oscar Niemeyer, também responsável por todas as turnês anteriores de Paul McCartney no país, incluindo os lendários shows no estádio do Maracanã, em 1990.

A história de amor de Paul McCartney com o Brasil é antiga, desde a década de 90, quando ele fez seu show histórico no Maracanã. O carinho dos fãs brasileiros, que sempre realizam surpresas para o artista durante as apresentações no país, faz com que Paul sempre queira voltar. Esse ano, ele visita três cidades, se apresentando pela primeira vez em Brasília e no Espírito Santo, e fazendo o primeiro concerto na nova Allianz Parque, em São Paulo”, indica Niemeyer.


Venda de Ingressos

Espírito Santo - 10 de novembro
Estádio Kleber de Andrade
Pré-venda – 14 de outubro
10H00 - (terça-feira) – pré-venda exclusiva para fãs cadastrados (duração: 24 horas). Exclusiva pelo site www.blueticket.com.br

Rio de Janeiro - 12 de novembro
HSBC Arena
Pré-venda – 22 de outubro (quarta-feira)
*pré-venda exclusiva para clientes HSBC. 

Venda Geral – 24 de outubro
sexta-feira – venda na Internet pelo site www.tudus.com.br
Bilheteria do HSBC Arena

Brasília – 23 de novembro
Estádio Nacional Mané Garrincha
Pré-venda – 21 de outubro
6H00 - (terça-feira) – pré-venda exclusiva para fãs cadastrados (duração: 24 horas). Exclusiva pelo site www.tudus.com.br

Venda geral – 22 de outubro
7H00 – quarta-feira – venda na internet pelo site www.tudus.com.br
10H00 – Bilheteria do Estádio Nacional Mané Garrincha – Setor de Recreação Pública Norte, s/n Asa Norte
Portão S – 5 / N1(entrada pelo lado do ginásio Nilson Nelson)
A bilheteria vai funcionar diariamente, de 10H00 às 18H00, exceto em dias de jogo.


São Paulo – 25 de novembro
Allianz Parque
[INGRESSOS ESGOTADOS]


São Paulo – 26 de novembro
Allianz Parque
Pré-venda – 20 de outubro
6H00 - quinta-feira – pré-venda exclusiva para fãs cadastrados (duração: 24 horas). Exclusiva pelo site www.tudus.com.br 

Venda Geral – 21 de outubro
7H00 – sexta-feira – venda na Internet pelo site www.tudus.com.br
10H00 – Bilheteria do Estádio do Pacaembu –  Rua Itápolis – Bilheteria do tobogã, lado ímpar
De segunda a sábado – das 10H00 às 18H00
Foto: Marcos Hermes


Por Ricardo CachorrãoFlávio

Depois de quatro anos da passagem da festejada “Up and Coming Tour” pela cidade e após ter se tornado um habitué por terras brasileiras - de forma justa - passando todo ano por cidades diferentes, eis que chega a São Paulo a “Out There Tour”, que serviria para promover o último álbum de Macca, o ótimo NEW, lançado em 2013. Mas na prática, essa é uma turnê de celebração de seus mais de 50 anos de carreira irretocável. Pelo menos três gerações diferentes de fãs estavam presentes. Muitas famílias completas reunidas - pais, filhos e netos, cantando cada verso junto da banda - algo difícil de definir em palavras ou imagens, só estando LÁ para ter a perfeita noção do que é ver um show de Paul McCartney.

Incluindo a abertura - com aproximadamente meia hora de um vídeo-retrospectiva da carreira de Paul McCartney - não mudou muita coisa no espetáculo em relação à ultima turnê. Algumas faixas trocadas; a inclusão de coisas do último disco; e os maiores sucessos, dos Beatles, dos Wings e da carreira solo. Tudo estava ali. 

Logo após o término do longo vídeo, Paul McCartney e sua banda afiadíssima (os guitarristas Brian Ray e Rusty Anderson, o tecladista Paul Wix Wickens e o baterista Abe Laboriel Junior), entraram atacando de “Magical Mystery Tour”, quase sem tempo para um respiro, seguida de “Save Us”, do último álbum, e “All My Loving”, fazendo quase com que a novíssima arena viesse abaixo!

Paul, como de costume, esbanja simpatia, diz que tentará falar em português, e desfila músicas que fazem parte da melhor porção da história do rock! Durante “Let Me Roll It”, como já era feito na última turnê, entra a execução incidental de “Foxy Lady”, de Jimi Hendrix, em justíssima homenagem.

O show transcorre com as homenagens que todos sabem que ocorrerão, mas que sempre emocionam. São citados John, George, Linda... e os sucessos vindo um atrás do outro, por um senhor de 72 anos, que possui uma vitalidade de garoto. Como comentado com um amigo após o show, Paul McCartney (e Mick Jagger) são pessoas que não podem ser da mesma natureza das outras - não são desse mundo.

Incansável, ele troca de instrumentos a todo instante: baixo, guitarra, violão, ukelelê e piano - que é de onde canta a belíssima “The Long and Winding Road”. Do último trabalho, tocaram mais três faixas: “New”, “Queenie Eye” e “Evebody Out There”, que inspirou o nome da turnê. Fazendo gracinha com a plateia, Paul desta vez pede a ajuda da “molecada”, em bom português, na próxima canção, e ouvimos “All Together Now”.

Uma boa surpresa no show foi a execução de “Being for the Benefit of Mr. Kite!”, do cultuado álbum “Sgt. Peppers Lonely Hearts Club Band”, seguida da já manjada homenagem a George Harisson, com “Something”. Depois da divertida “Ob-La-Di, Ob-La-Da” e da sensacional “Band on the Run”, dos Wings, uma sequência matadora com “Back in the U.S.S.R.”, “Let it Be”, “Live and Let Die” - e seu conhecido show pirotécnico - e finalizando a primeira parte do show com “Hey Jude”, com o público todo fazendo um coro magnífico regido por Macca.

Intervalo curtinho e outra sequência para derrubar as estruturas com “Day Tripper”, “Get Back” e “I Saw Her Standing There”. O charme de sempre, nova saída do palco, e, na volta para o derradeiro bis, algo que já é corriqueiro nas apresentações de Paul McCartney: sobem algumas fãs ao palco - todas com uniformes característicos do disco “Sgt. Peppers” - ganham abraços, beijos e autógrafos, para logo em seguida a festa acabar ao som de “Yesterday”, “Helter Skelter”, “Golden Slumbers”, “Carry That Weight” e finalizando tudo, “The End”, como em todo show dele.

Paul McCartney é “O” cara! Além de um artista completo, esbanja carisma e humildade, como demonstrou com uma pulseira que era vista usando durante toda a apresentação - hoje todos ficaram sabendo ter sido produto de artesanato de um garoto que se dispôs a fazê-las para conseguir dinheiro para comprar ingressos para este show. A história chegou aos ouvidos de Paul, que além de receber o garoto e sua tia, fez questão de usar a tal pulseira. Bonita atitude, de um cara que não precisava disso para parecer. Como ele disse ao se despedir do público: “Até breve, São Paulo”, é o que esperamos.

Foto: Marcos Hermes
Foto: Marcos Hermes

Segundo a Planmusic, aproximadamente 15 mil pessoas estiveram na HSBC Arena nesta quarta-feira (12) para assistir a única apresentação de Paul McCartney no Rio de Janeiro. Essa foi a primeira vez que Paul tocou em uma arena menor - que não um estádio. A turnê brasileira de Out There! passa ainda no dia 23 por Brasília, e nos dias 25 e 26 por São Paulo.

IMAGENS (por Marcos Hermes)





SET LIST PAUL MCCARTNEY –  Rio de Janeiro

Eight days a week
Save us
All my loving
Listen to what the man said
Let me roll it
Paperback writer
My valentine
1985
Long and winding road
Maybe I´m amazed
I´ve just seen a face
We can work it out
Another day
And I love her
Blackbird
Here today
New
Queenie eye
Lady Madonna
All together now
Lovely Rita
Everybody out there
Eleanor Rigby
Mr Kite
Something
Obla di Obla da
Band on the run
Back in the USSR
Let it be
Live and let die
Hey Jude

bis 1
Day tripper
Hi hi hi
I saw her standing there

bis 2
Yesterday
Helter Skelter
Golden Slumbers