ROCKONBOARD NEWS

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Por Bruno Eduardo

A segunda edição do Circuito Banco do Brasil chegou ao fim neste sábado, em evento realizado no Rio de Janeiro. A Praça da Apoteose recebeu pouco mais de 20 mil pessoas para uma maratona de 12 horas. No Rio, a mudança de local foi positiva (ano passado o CBB foi realizado na Cidade do Rock) e nem a chuva forte foi capaz de causar problemas na organização do evento. Com exceção do Skank, as atrações musicais foram as mesmas de São Paulo, com horários seguidos à risca. 

Antes do rock, a galera do skate abriu o festival com a última etapa da II Copa Brasil de Skate Vertical, realizada em parceria com a Confederação Brasileira de Skate. O vencedor da etapa carioca foi Marcelo Bastos, que ganhou o prêmio de R$ 11.000,00. O segundo lugar foi de Roni Gomes, com prêmio de R$ 8.500,00, seguido por Bob Burnquist, que recebeu R$ 6.500,00. Leo Ruiz foi o grande vencedor geral da II Copa Brasil de Skate Vertical.

OS SHOWS
Foto: Adriana Vieira
Vencedora do concurso VOZPARATODOS, a banda carioca Drenna segurou a onda em uma apresentação de gente grande. Mesmo que a qualidade dos PA's não fosse a melhor possível, eles conseguiram agradar o público com um repertório próprio e algumas surpresinhas legais. Rolou até uma releitura bacana para "Eleanor Rigby" dos Beatles. [Leia a resenha completa desse show AQUI]

Foto: Adriana Vieira
Pitty deu seqüência ao que já vem mostrando na turnê SETEVIDAS. Com um setlist recheado de sucessos, a apresentação não foi muito diferente do que os cariocas já tiveram oportunidade de conferir no Circo Voador [saiba como foi AQUI]. Para não dizer que foi tudo igual, dessa vez a cantora não pôde contar com seu fiel escudeiro, o guitarrista Martin - substituído por Rafael Almeida. "Ele deve estar muito P... no hospital", afirmou. 

Foto: Bruno Eduardo
O que não deu para entender mesmo foi a apresentação do Frejat. Com uma boa banda de apoio, o frontman do Barão Vermelho preferiu investir em um repertório para festas de casamentos. Para se ter uma ideia, foram três covers nas cinco primeiras músicas (Titãs, Jorge Benjor e Tim Maia). O público até que reagiu bem.

Foto: Bruno Eduardo
O MGMT surpreende os indies com a sua "quase" psicodélica cartilha de rock-post-eletrônico. O grupo bebe direto na mesma fonte de gente louca como Wayne Coyne (Flaming Lips) e Thom Yorke (carreira solo). É interessante ver ao vivo canções como "Time To Pretend" e a excelente "Kids" - ambas carregadas por notas marca-passo dos sintetizadores. Aliás, a apresentação é toda carregada por uma atmosfera espacial. Mesmo inertes em cima do palco, os rapazes arrancaram gritos histéricos das meninas coladas na grade. 

Foto: Adriana Vieira
O show do Paramore serviu para mostrar apenas que a baixinha Hayley Williams tem muita moral por aqui. Era muito fácil identificar os fãs da banda - divididos entre as meninas de cabelos vermelhos e os que utilizavam camisetas brancas com a logomarca do grupo. No palco, muitas piruetas e momentos de interatividade - como chamar uma fã para cantar "Misery Business". A fã, com o nome de Taís, chegou a levar um tombo, o que proporcionou uma atitude de generosidade da banda (com os os integrantes se jogando no chão juntos). Após o show, uma debandada deixou a pista Premium quase que totalmente vazia. 

Foto: Adriana Vieira
No melhor show da noite, o Kings Of Leon apresentou sua nova cartilha musical - com alternâncias entre violões e riffs de guitarra poderosos. A banda americana também utilizou bem os telões e alguns efeitos especiais para dar o impacto merecido à ocasião. Musicalmente, os melhores momentos do show se deram no rock potente de músicas como "Notion", do excelente Only By The nigh (lançado em 2008). [leia a resenha completa desse show AQUI]

IMAGENS (Fotos: Adriana Vieira)
Fotos: Adriana Vieira

Por Bruno Eduardo

O Kings Of Leon não é mais aquela banda formada por quatro caras hipongos fazendo uma espécie de rock-blues do interior. Esqueçam toda aquela simbologia criada nos primeiros discos. Hoje, eles possuem um conjunto de canções com arranjos pop menos intrincados, como é o caso de "Temple" e "Use Somebody" (hit que poderia estar em algum álbum do Imagine Dragons). O esvaziamento da Apoteose após o show do Paramore ficou evidente - principalmente na pista premium. A chuva que já incomodava, apertou no momento que o grupo subiu no palco - nada que intimidasse o público do Kings Of Leon, que era formado em sua maioria por uma galera mais cult e menos descolada; público que cantou de cabo a rabo canções solitárias como "Cold Desert", por exemplo. O grupo foi o primeiro a fazer jus ao telão de alta definição que se encontrava no fundo do palco, apresentando uma coleção de imagens bem tramadas com efeitos e interatividade. Mesmo que os violões ainda tenham forte influência nas apresentações do Kings Of Leon, é no rock potente de "Don't Matter" - presente no último álbum, Mechanicall Bull e "Notion" que as coisas ficam realmente boas. O bis, mais uma vez não foi pedido  - o que já está virando uma característica desse novo público de rock - mas ele veio ao som do hard-folk setentista, "Black Thumbnail" e do sucesso maior do grupo: "Sex On Fire". 

Em sua quarta passagem pelo país, fica provado que o Kings Of Leon sabe conviver bem com essa mutação sonora - se bem que os melhores momentos da noite se deram quando a banda resolveu injetar doses de adrenalina em seu cardápio cada vez menos sulista.


Foto: Adriana Vieira

Por Bruno Eduardo

A responsabilidade não pesou nas costas da Drenna. Mesmo com o dever de aquecer o público - que começava a chegar na Praça da Apoteose - os cariocas se sentiram à vontade no palco, mostrando firmeza e, principalmente, roteiro próprio. 

Esmerilhando sua guitarra, a ruivinha (de cabelo laranja?) tem total domínio de suas ações, e parece saber de cór e salteado a receita para o bolo não desandar. Calcado em um bom repertório - que incluem ótimas canções próprias ("Indecisão" e sua guitarra à la Red Hot Chili Peppers) e releituras muito bem tramadas ("Eleanor Rigby", dos Beatles) - a Drenna mostra que sabe levar um show de rock na unha, sem aquela tentativa desesperada de jogar para o público (patologia que toma conta de muitas bandas iniciantes). O grupo também tira alguns coelhos da cartola. Em "Ela Vai Chamar Sua Atenção", eles utilizam de forma sagaz o trocadilho, ao convidar ao palco, Allice - famosa por tirar a roupa em alguns shows de rock na cena carioca. 

Embora seja uma banda independente em ascensão, a Drenna parece conhecer bem os atalhos de um grande palco. Pois para quem foi confirmado no line up aos 44 minutos do segundo tempo por ter vencido um concurso popular, a impressão passada pelo quarteto foi de que seu lugar já estava guardado desde sempre - e estava mesmo. 

Foto Adriana Vieira
Foto Adriana Vieira
Foto Adriana Vieira

A edição carioca do Circuito Banco do Brasil, acontece neste sábado, dia 8 de novembro na Praça da Apoteose. Kings Of Leon e Paramore são as grandes atrações da edição carioca do CBB - que une cultura, esporte e responsabilidade social. Além do Kings Of Leon e do Paramore, completam o time: MGMTPittyFrejat e Drenna (banda vencedora do concurso VOZPARATODOS). Além das atrações musicais, o evento também será palco da segunda Copa Brasil de Skate Vertical. Veja a programação completa do Circuito Banco do Brasil, abaixo. 

KINGS OF LEON (23h15)

PARAMORE (21h30)

MGMT (20h)

FREJAT (18h30)

PITTY (17h)

DRENNA (16h)


II Copa Brasil de Skate Vertical – Início às 14h00


INGRESSOS 
•Pista Premium Ourocard: R$ 500 (inteira) / R$ 250 (meia)
•Pista: R$ 280 (inteira) / R$ 140 (meia)
•Lounge Ourocard: R$ 900 (inteira – R$ 400 do ingresso sujeito ao desconto na pré-venda + R$ 500 de serviço) / R$ 700 (meia – R$ 200 do ingresso + 500 de serviço)

Venda de ingressos

As vendas são realizadas pelo site www.tudus.com.br e na bilheteria oficial:

Bilheteria do Jockey Club – Rua Jardim Botânico 1003
Bilheteria Tribuna - Segunda a sexta – 10h às 18h / Sábado – 10h às 14h
Bilheteria Externa – Sábado – 10h às 14h / Domingos – 10h às 18h

A banda carioca Drenna é a nova vencedora do concurso VOZPARATODOS - e não mais a banda Vespas Mandarinas. Sendo assim, a Drenna abre a edição carioca do Circuito Banco do Brasil, que acontece no sábado, dia 8 de novembro na Praça da Apoteose. 

Kings Of Leon e Paramore são as grandes atrações da edição carioca do CBB - que une cultura, esporte e responsabilidade social. Além do Kings Of Leon e do Paramore, completam o time: MGMT, Pitty, Frejat e Drenna (banda vencedora do concurso VOZPARATODOS). Além das atrações musicais, o evento também será palco da segunda Copa Brasil de Skate Vertical. Veja a programação completa do Circuito Banco do Brasil, abaixo. 

08/11 – RIO DE JANEIRO (APOTEOSE)

KINGS OF LEON (23h15)
PARAMORE (21h30)
MGMT (20h)
FREJAT (18h30)
PITTY (17h)
DRENNA (16h)

II Copa Brasil de Skate Vertical – Início às 14h00


INGRESSOS 
•Pista Premium Ourocard: R$ 550 (inteira) / R$ 275 (meia)
•Pista: R$ 280 (inteira) / R$ 140 (meia)
•Lounge Ourocard: R$ 900 (inteira – R$ 400 do ingresso sujeito ao desconto na pré-venda + R$ 500 de serviço) / R$ 700 (meia – R$ 200 do ingresso + 500 de serviço)

Venda de ingressos

As vendas são realizadas pelo site www.tudus.com.br e na bilheteria oficial:

Bilheteria do Jockey Club – Rua Jardim Botânico 1003
Bilheteria Tribuna - Segunda a sexta-feira – 10h às 18h / Sábado – 10h às 14h
Bilheteria Externa – Sábado – 10h às 14h / Domingos – 10h às 18h

Kings Of Leon e Paramore são as grandes atrações da edição paulista do Circuito Banco do Brasil, que acontece neste sábado em São Paulo. Além das atrações já citadas, completam o time: MGMTPitty, Skank e Helga (banda vencedora do concurso VOZPARATODOS)Além das atrações musicais, o evento também será palco da segunda Copa Brasil de Skate Vertical. Veja a programação completa do Circuito Banco do Brasil, abaixo. O canal Multishow transmite os shows ao vivo.

01/11 – SÃO PAULO (CAMPO DE MARTE)

KINGS OF LEON (22h30)
PARAMORE (20h45)
MGMT (19h15)
SKANK (17h45)
PITTY (16h15)
HELGA (15h15)


II Copa Brasil de Skate Vertical – Início às 13h00

INGRESSOS 
•Pista Premium Ourocard: R$ 550 (inteira) / R$ 275 (meia)
•Pista: R$ 280 (inteira) / R$ 140 (meia)
•Lounge Ourocard: R$ 900 (inteira – R$ 400 do ingresso sujeito ao desconto na pré-venda + R$ 500 de serviço) / R$ 700 (meia – R$ 200 do ingresso + 500 de serviço)

A banda Vespas Mandarinas foi a vencedora do concurso VOZPARATODOS, ganhando direito de abrir a programação musical do Circuito Banco do Brasil 2014, no Rio de Janeiro. Formada por Chuck Hipolitho (guitarra e voz), Thadeu Meneghini (guitarra e voz), André Dea (bateria) e Flavio Guarnieri (baixo), a banda traz um som bastante influenciado pelo rock Brasil anos 80. Recentemente lançaram um vídeo clipe para a música Não Sei o que Fazer Comigo”, do aclamado Animal Nacional [assista abaixo].



Sobre o Circuito Banco do Brasil

O Circuito Banco do Brasil chega a sua segunda unindo cultura, esporte e responsabilidade social e ambiental. O skate também tem amplo destaque no evento. Pelo segundo ano, haverá a Copa Brasil de Skate Vertical, nas etapas de Brasília, Rio de Janeiro e São Paulo. As competições reúnem os maiores nomes do esporte no país. A Copa é realizada em parceria com a Confederação Brasileira de Skate – CBSK. A edição carioca do CBB acontece na Praça da Apoteose. Confira abaixo a programação dos shows.


Ingressos

Internet – www.tudus.com.br
Bilheteria do Jockey Club – Rua Jardim Botânico 1003
Bilheteria Tribuna - Segunda a sexta-feira – 10h às 18h / Sábado – 10h às 14h
Bilheteria Externa – Sábado – 10h às 14h / Domingos – 10h às 18h
Foto: Eduardo Magalhães
Chester Bennington mostrou boa forma nessa nova visita ao Brasil

Dias antes, alguns amigos iniciavam uma discussão nas mídias sociais sobre a inclusão do Linkin Park no gênero "rock". Algo que soa meio contraditório nos dias de hoje, mas que ganha fundamento quando você percebe que a metade do show dos caras é determinada por inserções de pick ups. Tal questão rende um debate interminável - passando por relatividade cultural, ponto-de-vista, tradição e merchandising - sem que ninguém chegue a um consenso. 


Porém, o que podemos afirmar com a certeza dos fatos, é que o Linkin Park sabe se apropriar do rock. O som deles é tipo um venon, uma mutação (im)previsível entre guitarras ultra-pesadas (em afinação baixa) e excesso de samples. Como é de ser, essa mistureba "moderninha" não desce na goela dos mais tradicionais. Não há solos de guitarra; não há letras de caráter revolucionário; e não há cabelos sacudindo ao vento. Para piorar a coisa, há um DJ no palco e um guitarrista que toca com fone de ouvido(?). Pode não ser rock para alguns, mas é um grande show!


Mesmo divulgando o novo, e elogiado The Hunting Party, o grupo deu uma calibrada sagaz no repertório com duas pancadas de seu disco mais famoso (Hybrid Theory) logo no início da apresentação: "One Step Closer" e "Papercut". 


O Linkin Park não mediu esforço para satisfazer seu enorme fã-clube. Com exceção de "Crawling", a banda enfatizou por completo os sucessos absolutos da carreira: "Somewhere I Belong", do ótimo Meteora, e o mega-hit "In The End" regeram a multidão que lotou a Esplanada do Mineirão. Músicas como "Leave Out All The Rest" e "Numb" comprovaram a recuperação vocal de Chester Bennington - que andou "escorregando" em sua última visita ao país, dois anos atrás. O grupo também injetou nova energia em músicas já bastante conhecidas pelo público - como pôde ser visto na versão vitaminada de "Faint".


Já o bis foi digno de um mixtape: "Burn it Down", "New Divide", Points Of Authority, "Until it's Gone", "What I've Done" e "Bleed it Out" rolaram sem pausa até o solo de bateria de Rob Bourdon - que deu toques finais ao número. 


Entre o modernismo e a tradição acanhada, o show desta noite serviu para evidenciar que o Linkin Park continua desafiando o rock tradicional como poucos fizeram nos últimos quinze anos - os fãs agradecem.

Foto: Eduardo Magalhães

SETLIST
ACT !
  • Catalyst / Requiem Intro
  • Guilty all the same
  • Given Up
  • With you
  • One step closer
ACT II
  • Blackout
  • Papercut
  • Rebellion
  • Runaway
  • Wastelands
  • Castle of glass experience
  • Iridescent
ACT III
  • Robot Boy
  • Joe solo
  • Numb
  • Waiting for the end
  • Final masquerade
  • Mike solo
  • Dirt off / Lying for you
  • Somewhere I belong
  • In the end
  • Faint
ENCORE
  • Burn it down
  • Lost in the echo
  • New divide
  • MS rap
  • Until it´s gone
  • What I´ve done
  • Bleed it out

CIRCUITO BANCO DO BRASIL 2014

A primeia etapa do Circuito Banco do Brasil 2014 contou com 20 mil pessoas na Esplanada do Mineirão, em Belo Horizonte. O Circuito teve início com a primeira edição da Copa Brasil de Street Skate, realizada em parceria com a Confederação Brasileira de Skate. O vencedor foi Kevin Hoefler, que ganhou o prêmio de R$ 11.000,00. O segundo lugar foi de Rogerio Lopes “Febem”, com prêmio de R$ 8.500,00, seguido por Rodil de Araujo Jr “Ferrugem”, que recebeu R$ 6.500,00. A competição distribuiu o total de R$ 45.000,00 em prêmios para os 12 primeiros colocados.

Os shows começaram às 16h50 com a apresentação da banda Stereophant, vencedora do concurso VOZPRATODOS. Na sequência vieram as atrações brasileiras – Nação Zumbi e TitãsPanic! at the Disco e Linkin Park fecharam a noite com chave de ouro.

O Circuito Banco do Brasil acontece esse ano ainda em Brasília (19/10), São Paulo (01/11) e Rio de Janeiro (08/11). Saiba tudo sobre o Circuito Banco do Brasil AQUI.

Com dois nobres objetivos - prestar socorro às vítimas de catástrofes naturais e trazer a consciência para as pessoas sobre o aquecimento global - a fundação “Music for Relief” foi criada pela banda Linkin Park em resposta ao tsunami do Oceano Índico. Os fãs da banda também podem ajudar a causa através do Circuito Banco do Brasil 2014. A cada ingresso vendido, o equivalente a um dólar será doado para a fundação.

Nos dias de show no Brasil, também serão vendidas as famosas bandanas da fundação, onde todo o valor arrecadado irá para a fundação.

Desde sua criação, em 2005, a “Music for Relief” arrecadou mais de US$ 6 milhões para sobreviventes de vários desastres em quatro continentes, incluindo o furacão Katrina, terremoto de Wenchuan da China, um surto de cólera no Zimbábue, os terremotos no Haiti e no Japão em 2010 e Typhoon Haiyan nas Filipinas.

A fundação organizou concertos beneficentes, leilões on-line e eventos com músicos e celebridades para ajudar a reconstruir e doar suprimentos para as pessoas em necessidade. “Music for Relief” também plantou mais de 1 milhão de árvores para ajudar a reduzir o aquecimento global.

A banda Linkin Park se apresenta no Circuito Banco do Brasil em Belo Horizonte no dia 18 de outubro e em Brasília dia 19 [Saiba tudo sobre o festival AQUI].

Começa nesta terça-feira, dia 05 de agosto, às 7h, a venda geral de ingressos para o Circuito Banco do Brasil

Linkin ParkKings Of Leon e Paramore são as grandes atrações. Completam o time: Panic! At The DiscoMGMTTitãsNação ZumbiPitty, Plebe Rude + Marcelo Bonfá / Dado Vila-Lobos e FrejatAlém das atrações musicais, o evento também será palco da segunda Copa Brasil de Skate Vertical. Veja a programação completa do Circuito Banco do Brasil, AQUIO evento, que reúne cultura, esporte e responsabilidade social e ambiental, acontece em 2014 em Belo Horizonte (18/10), Brasília (19/10), São Paulo (01/11) e Rio de Janeiro (08/11). 

Sobre a venda de ingressos

Venda geral de ingressos – a partir de 05 /08, 7h pelo site de vendas www.tudus.com.br e a partir das 10h nas bilheterias oficiais.

-Rio de Janeiro

Bilheteria do Jockey Club – Rua Jardim Botânico 1003

Segunda a sexta-feira – 10h às 17h

Sábado – 10h às 14h

-São Paulo

Estádio do Pacaembu – Praça Charles Miller s/n

Segunda a sábado – 10h às 17h. Nos dias de jogo a bilheteria não funciona

-Belo Horizonte

Bilheteria do Mineirão – Bilheteria Norte - Av.Abraão Caram 1001

Segunda a sábado – 10h às 17h. Nos dias de jogo a bilheteria não funciona

-Brasília

Central de Ingressos / Brasília Shopping – SCN, Quadra 05 Bloco A Asa Norte

Segunda a sábado – 10h às 22h

Domingos e feriados – 14h às 20h


-A aquisição do ingresso de meia-entrada na bilheteria é presencial, não sendo permitida a compra de ingressos por terceiros, e destina-se apenas ao beneficiário, sendo permitida apenas uma (01) entrada por CPF, para cada dia do evento.

Não será permitida a troca de ingressos após a compra.

Classificação etária – 16 anos