ROCKONBOARD NEWS

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Foto: Live Nation
Eddie Vedder e cia sempre trazendo novidades nos shows do PJ
O Pearl Jam surpreendeu mais uma vez os fãs nessa nova turnê americana. Durante um show em Boston, no Fenway Park, a banda fez uma versão para o clássico do Aerosmith, "Draw The Line". A inclusão da música no repertório foi para homenagear o guitarrista Joe Perry, que esteve hospitalizado por passar mal durante um show do Hollywood Vampires. Eddie Vedder, vocalista do Pearl Jam, disse: "Essa vai para o Joe. Estamos pensando em você!". Além de Aerosmith, o grupo também tocou uma do lendário Bob Dylan, "Masters of War". O Pearl Jam é conhecido por inovar em seus shows e nunca repetir os repertórios. Na mesma semana, a banda convidou o guitarrista do Dinosaur Jr, J Mascis para tocar o hino de Neil Young, "Rockin’ in the Free World", que já é presença certa nos shows do grupo.

Recentemente, os integrantes do Pearl Jam anunciaram que vão se juntar ao vocalista do Soundgarden, Chris Cornell, para uma turnê de reunião do Temple Of the Dog, supergrupo formado no início dos anos noventa que prestava tributo a Andrew Wood do Mother Love Bone - que morreu vítima de uma overdose. Inicialmente, foram agendadas algumas datas para shows nos Estados Unidos em novembro. Esta será a primeira vez que a banda se reúne desde a formação, em 1990, e marca os 25 anos do lançamento do álbum que leva o nome da banda. Conforme adiantamos aqui, o disco do Temple Of The Dog será relançado em versão comemorativa até o fim do ano. De acordo com Chris Cornell, a reunião será especial, pois irá relembrar um feito histórico vivido pelos integrantes. 
Foto: Reprodução Internet
Eddie Vedder em cena no clipe de "Hunger Strike"
O Temple of the Dog, supergrupo formado por membros do Pearl Jam e do Soundgarden, vai sair em turnê. Inicialmente, foram agendadas algumas datas para shows nos Estados Unidos em novembro. Esta será a primeira vez que a banda se reúne desde a formação, em 1990, e marca os 25 anos do lançamento do álbum que leva o nome da banda. Conforme adiantamos aqui, o disco será relançado em versão comemorativa até o fim do ano. De acordo com Chris Cornell, a reunião será especial, pois irá relembrar um feito histórico vivido pelos integrantes.

"Queríamos fazer a única coisa que nunca fizemos... tocar em shows e ver como seria formar a banda que deixamos para trás há 25 anos. Isto é realmente algo que ninguém nunca viu. Queríamos parar e reconhecer que fizemos isso e prestar homenagem", afirmou.

O Temple Of The Dog é formado pelo vocalista Chris Cornell, do Soundgarden, pelos membros do Pearl Jam Jeff Ament, Stone Gossard e Mike McCready, e pelo baterista Matt Cameron, que toca nas duas bandas. Os cinco se reuniram em homenagem à morte de Andrew Wood, membro do Mother Love Bone e amigo de Cornell. Eddie Vedder também participou do projeto, ao dividir os vocais com Chris Cornell no sucesso "Hunger Strike".

Em 1991, o Temple Of The Dog gravou seu álbum auto-intitulado em apenas 15 dias como um tributo ao vocalista do Mother Love Bone, Andrew Wood. Após o estouro do Pearl Jam, a MTV colocou em rotação o clipe da música "Hunger Strike", que se tornaria um hino para o grunge - marcado principalmente pelo incrível dueto entre Eddie Vedder (Pearl Jam) e Chris Cornell (Soundgarden), duas figuras pontuais para a cena. Outras faixas que fizeram bastante sucesso na época foram "Say Hello 2 Heaven" e "Reach Down" (ambas compostas por Cornell).

Foto: Reprodução / Internet
Show secreto do Pearl Jam será lançado pela Third Man Records
A Third Man Records, gravadora de Jack White, vai lançar em breve um show histórico do Pearl Jam, que aconteceu em junho deste ano na lojinha / estúdio do selo em Nashville. Trata-se de uma apresentação secreta, em que a banda de Eddie Vedder tocou para cerca de 250 sortudos. No repertório, faixas como "Deep" e "Let Me Sleep". Há também a participação do próprio Jack White, que divide o palco com o grupo durante sete minutos de show. Esta apresentação será lançada em vinil preto e dourado, e conta ainda com um livro de fotos tiradas durante a sessão, um broche e um patch com as logomarcas do Pearl Jam e da Third Man Records. Outra novidade será a inclusão de uma música solo inédita de Eddie Vedder, gravada na própria cabine da Third Man em formato acústico. Para comprar esse pacote, você deve assinar a Platinum Vault da gravadora. Membros do Ten fã clube terão desconto no valor. Você pode ouvir uma prévia desse show AQUI.
Foto: Paul Lorkowski
Eddie Vedder e Chris Cornell: 25 anos do dueto em "Hunger Strike"
Após uma longa disputa, Chris Cornell e A & M Records finalmente receberam as fitas masters de "Temple Of The Dog", álbum seminal para o grunge. Agora eles estão trabalhando juntos numa edição especial de vinte cinco anos, que de acordo com Cornell, sai ainda este ano. No ano passado, a A & M Records já havia entrado com uma ação contra Rajan Parashar, fundador da London Bridge Studios, em Seattle, onde o disco foi gravado. A gravadora alegou ter comprado as fitas de volta em 1993, mas Rajan contestava essa afirmação. O ábum foi produzido pelo irmão de Rajan, Rick Parashar, que faleceu em 2014. Para comemorar esse acordo, Chris Cornell exibiu uma foto das fitas originais em suas redes sociais. 

Em 1991, o Temple Of The Dog gravou seu álbum auto-intitulado em apenas 15 dias como um tributo ao vocalista do Mother Love Bone, Andrew Wood. Após o estouro do Pearl Jam, a MTV colocou em rotação o clipe da música "Hunger Strike", que se tornaria um hino para o grunge - marcado principalmente pelo incrível dueto entre Eddie Vedder (Pearl Jam) e Chris Cornell (Soundgarden), duas figuras pontuais para a cena. Outras faixas que fizeram bastante sucesso na época foram "Say Hello 2 Heaven" e "Reach Down" (ambas compostas por Cornell). 
Foto: Reprodução / Internet
Eddie Vedder emocionou os fãs durante show na Filadélfia
Os fãs da Filadélfia tiveram uma surpresa para lá de agradável durante o show do Pearl Jam, que aconteceu na Wells Fargo Center. A banda decidiu tocar na íntegra o disco Ten, até hoje o maior sucesso da carreira dos americanos. O álbum foi reproduzido no início da apresentação, respeitando a ordem das músicas ("Once", "Even Flow", "Alive", "Why Go", "Black", "Jeremy", "Oceans", "Porch", "Garden", "Deep", "Release"). Esta foi a segunda vez nesta turnê que eles decidiram tocar um disco na íntegra. Durante um show na Carolina do Sul, eles relembraram o também clássico, Vs. O grupo segue comemorando a bem sucedida turnê, que completa a décima apresentação consecutiva com ingressos esgotados. No final do ano passado, o Pearl Jam esteve no Brasil com shows antológicos.

Confira o selist completo do show na Filadélfia:

Once / Even Flow / Alive / Why Go / Black / Jeremy / Oceans / Porch / Garden / Deep / Release / Breakerfall / Corduroy / Who You Are / Let the Records / Spin the Black Circle / Do the Evolution / Bee Girl / Just Breathe / All or None  / Comfortably Numb / Mind Your Manners  / Given to Fly  / Daughter / Rearviewmirror / Last Kiss / Better Man / Leash / Throw Your Hatred Down / Sonic Reducer / Baba O'Riley / Yellow Ledbetter
Foto: Adriana Vieira

O Pearl Jam anunciou que irá doar 100 mil dólares para as vítimas da tragédia em Mariana (MG) - cerca de R$ 385 mil. Como já havia sido divulgado, durante o show realizado em Belo Horizonte, Vedder havia dito que doaria o cachê para as vítimas da cidade afetada. O vocalista ainda criticou as empresas que ignoram o meio ambiente em busca de lucro e pediu punição aos responsáveis. A banda deu essa notícia por meio de suas redes sociais e disse que após pesquisar, chegou a três instituições que podem dividir as doações: Instituto Terra, Confrem e IBIO. Eles pediram também, para que os fãs brasileiros dessem opiniões sobre essas três organizações. Assim, eles decidirão como vão repartir o dinheiro. Vedder pediu também para que os fãs ajudem por meio da Vitalogy Foundation, instituição fundada pelo grupo para ajudar causas humanitárias no mundo.

"É duro quando essas grandes empresas usam e abusam de terras apenas para lucrar, sem nenhum respeito pelo meio ambiente. Acidentes tiram vidas, destroem rios e, ainda assim, eles conseguiram lucrar", discursou o vocalista, em português. "Esperamos que eles sejam punidos, duramente punidos e cada vez mais punidos. Para que nunca esqueçam o triste desastre causado por eles", Eddie Vedder.
Foto: Adriana Vieira
Pearl Jam registra mais uma noite antológica no Rio
Por Bruno Eduardo

Lá estava Eddie Vedder com sua bermuda surrada e casaco de flanela, trepado numa plataforma do palco durante a visceral "Why Go". Você pode até pensar que estamos falando de alguma cena retirada de apresentações ocorridas em 1991/1992, mas não. O ano é 2015, e trata-se apenas de uma noite histórica para cinquenta mil pessoas.

O início nostálgico com "Oceans", a óbvia "Corduroy" e mais duas músicas do álbum No Code ("Present Tense" e "Hail Hail") deixou a impressão de que este seria um show dedicado aos fãs das antigas. A coisa fica ainda mais séria quando você descobre que eles tocaram sete das onze músicas de Ten, seu lendário disco de estreia. Só que conhecendo uma banda como o Pearl Jam, sabemos que tudo pode ser mutável ao ponto de desconfiarmos realmente se eles vão seguir qualquer ordem de músicas escolhidas no camarim. É por isso mesmo que ninguém arreda o pé do estádio já com todas as luzes acesas. Até o último acorde, sempre vai existir a esperança daquele hit antigo ou daquela canção que eles nunca tocam. 

Mas como refutar canções óbvias e igualmente cortantes, como "Do The Evolution", "Mind Your Manners" e a pedrada à la Bad Religion, "Save You"? Não tem como. 

"Meu português melhorou um pouco, mas continua uma merda. Deve ser pelas coisas que ando lendo no camarim, como: Não joguem coisas no vaso sanitário" - Eddie Vedder

Uma versão aceleradíssima de "Even Flow" marcou a segunda fase da apresentação, que seguiu na massacrada - pelas rádios - "Sirens", e na sempre bem vinda, "Given To Fly" [que contou com imagens cinematográficas do Rio de Janeiro nos telões - e que imagens nos telões, hein?]. Houve também uma seqüência punk com "Comatose", "Lukin", e uma cover do grupo Eagles Of Death Metal

Foto: Adriana Vieira
Eddie Vedder se concentra no público, que parece hipnotizado
E como explicar Eddie Vedder? Podemos dizer que ele possui um magnetismo típico de ícones como Bono Vox. Um carisma implacável, só que encorpado por uma espiritualidade à Michael Stipe. Vedder é muito mais do que um vocalista cinquentão; ele já é uma efígie na história do rock. Uma figura que surfa em ondas que quebram numa areia de arte tão efêmera quanto de personagens emblemáticos como Neil Young ou Jimmy Page. Ele é simples, humano, feroz e essencial.

"Vocês conseguem ver a lua daí?", perguntou Vedder, antes de iniciar a série acústica do show com "Yellow Moon". Neste momento, o frontman reservou seu tempo aos discursos - sempre com a ajuda de rascunhos. E leu alguns cartazes de fãs que estavam na grade. Ele também dedicou a música "Just Breath" para uma fã que completava vinte e dois anos de casada e pediu celulares acesos para relembrar a tragédia em Paris ao som de "Imagine", de John Lennon - com o Estádio do Maracanã totalmente dominado por um mosaico sensacional de luzes que vinham dos aparelhos.

Daí para frente, foi uma sucessão de hinos consagrados. "Jeremy", "Why Go" e "Black", de Ten, além de outros clássicos da história rock, como "Comfortably Numb" do Pink Floyd, e a já sacada "Rockin' in The Free World", de Neil Young. Tem também espaço para músicas que não vinham dando as caras e são igualmente necessárias para um grande show de rock - como é o caso de "The Fixer". Em "Porch", talvez o momento mais emocionante do show. Eddie Vedder convidou um fã para cantar com ele. Conhecido como vocalista de uma banda cover de São Paulo, chamada Lost Dogs, Eddu ainda bebeu vinho com o ídolo e ganhou um beijo de aniversário. No fim da música, Eddie Vedder invadiu a multidão e cantou no meio do mar de cabeças que se espremia na pista.

Como não poderia faltar, "Better Man", anunciada por Vedder como a canção triste do show (com direito a guitarra destroçada no fim), e "Alive", completaram um número emocionante, que chegou ao fim no fraseado sublime de "Yellow Ledbetter". A banda ainda fez um brinde regado a cachaça brasileira para batizar a melhor turnê da banda no país.

No fim, escuto uma resenha de fãs na saída do estádio:

"Não rolou 'Daughter', pô!", diz um fã. O outro responde: "Nem 'Animal', 'Go' e "Immortality". Uma menina que estava passando, ouve a conversa e interrompe: "Vocês queriam que eles tocassem cem músicas?". "Sim", respondem às gargalhadas. Ela olha para os dois, balança a cabeça negativamente e encerra a discussão: "Fã de Pearl Jam é muito mal acostumado mesmo".


Promoção Pearl Jam - o vencedor do super kit PJ é Raphael Loureiro.
Foto: MRossi

Por Ricardo Cachorrão Flávio

Apesar dos problemas climáticos, que não chegaram a atrapalhar quase nada, Eddie Vedder, Jeff Ament, Stone Gossard, Mike McCready, Matt Cameron e o tecladista convidado que os acompanha há muitos anos, Boom Gaspar, mostram que com música de qualidade e postura honesta, pirotecnia e efeitos mirabolantes não são necessários para um excelente show de rock. 

A ausência de uma banda de abertura fez com que os quase 20 minutos de atraso não tivessem muita importância, e, com Eddie Vedder vestindo uma camiseta com símbolo da paz estampado no peito e um desenho da Torre Eiffel no bumbo da bateria, o Pearl Jam sobe ao palco “morno”, com duas músicas lentas em sequência, “Long Road” e “Off the Girl”. Foi aí que Vedder fez a primeira, de suas muitas intervenções em português:

"Estamos muito felizes por estar em São Paulo com vocês... E todo nosso amor está em Paris. Temos muito a superar juntos”.

A temperatura do show foi subindo com “Do the Evolution”, “Hail Hail” e “Why Go”, e o tempo começou a virar também, no até então, quente sábado paulistano. Este show do Pearl Jam ainda é parte da turnê mundial que celebra o lançamento de Lightning Bolt, bom disco lançado em 2013, e dele, veio a sequência com “Getaway” e “Mind Your Manners”.

Em “Corduroy” e “Lightning Bolt”, a brisa que aliviava o calor na pista virou um verdadeiro vendaval, derrubando parte do pano de fundo / cenário do palco, assustando banda e produção. 

Enquanto as coisas eram ajeitadas, Eddie Vedder veio à frente e tocou sozinho a balada “Elderly Woman Behind the Counter in a Small Town”. Como não poderia ser diferente, toda vez que alguma faixa de Ten é tocada, o público vem abaixo - até mesmo em canções que não fizeram tanto sucesso, como “Deep”. Então o que dizer num mega hit como Even Flow”, que sempre cumpre sua parte com muito pula-pula, fãs ensandecido e performance arrebatadora - com direito a solo cheio de "frescura" de Mike McCready, que desce até a primeira fila da pista com a guitarra nas costas, no melhor estilo Jimi Hendrix de ser. 

Mais uma do último disco, e “Swallowed Whole” antecede a sequência de hits “Given to Fly”, “Jeremy” e “Better Man”. Com a chuva apertando, e o vento aumentando, a banda se retira do palco logo após “Rearviewmirror” e anuncia dez minutos de intervalo para alguns ajustes técnicos.

Repetindo uma sequência tocada dias atrás em Buenos Aires, o Pearl Jam voltou ao palco com a bela “Footsteps”, seguida do primeiro cover da noite, “Imagine”, de John Lennon - que após os acontecimentos de Paris tornou tudo mais emocionante. Nesse momento, Eddie Vedder pediu para que todos acendessem seus celulares. 

Mantendo a mesma pegada, veio “Sirens” do último disco, mas “Whipping”, de Vitalogy, tratou de acabar com a calmaria instalada no Morumbi. Encerrando a primeira parte do show, “Blood” e “Porch” relembraram a fase inicial do grupo.

Para o derradeiro (e longo) bis, a banda começou atacando de “Comatose”, seguida de “State Love and Trust” e a dupla arrasa-quarteirão “Black” e “Alive”. O já conhecido cover de “Rockin’ in the Free World”, do velho e essencial Neil Young, deu o tom do fim, mas ainda teve tempo para “Yellow Ledbetter” e mais um cover, do também essencial Bob Dylan, em “All Along the Watchtower”.

Apesar de toda estrutura “mega” por trás da banda (mega palco, mega público, mega equipamento), o que se vê em um show do Pearl Jam são seis caras no palco tocando rock and roll, puro e simples. Que assim permaneçam.
Foto: Maria Ives

Por Bruno Eduardo

Considerado um dos maiores grupos de rock do mundo e único representante do grunge em atividade desde sua formação, o Pearl Jam volta ao Brasil para sua terceira turnê solo. Com realização da TIME FOR FUN, os shows acontecem este mês, nos dias 11 em Porto Alegre (Arena do Grêmio), 14 em São Paulo (Estádio do Morumbi), 17 em Brasília (Estádio Nacional Mané Garrincha), 20 em Belo Horizonte (Estádio do Mineirão) e 22 no Rio de Janeiro (Estádio do Maracanã). A venda de ingressos para os shows do grupo está sendo realizada pela Internet, nas bilheterias oficiais (São Paulo e Rio de Janeiro – Citibank Hall, Porto Alegre – Multisom, Brasília – Central de Ingressos, Belo Horizonte – Chevrolet Hall) e nos demais pontos de venda do país. Saiba tudo sobre os shows AQUI.

O Rock On Board separou cinco motivos para você não perder essa oportunidade. 

1. Eles são a única banda do grunge em atividade desde os anos 90

O grunge dominou os quatro cantos do mundo nos anos noventa. Mas de todos os grandes expoentes da cena, o Pearl Jam foi o único a não sucumbir diante da pressão mainstream e do sucesso. Com as mortes de Kurt Cobain (Nirvana) e Layne Staley (Alice in Chains), e o fim do Soundgarden, o movimento acabou perdendo força. No entanto, o grupo liderado por Eddie Vedder não ficou refém da máquina e tratou de construir um legado único, regado por filosofia punk rock e introspecção. Com isso, discos como Vitalogy, No Code, Yield e Binaural mantiveram uma legião de fãs cada vez mais fiel e apaixonada. Ao todo, o grupo já vendeu mais de 80 milhões de cópias em todo planeta.

2. O grupo não costuma repetir repertórios

Uma coisa que os fãs de Pearl Jam já sabem é que um show do grupo nunca é igual ao anterior. Eles nunca repetem o repertório duas noites seguidas. A banda afirma ter 200 músicas ensaiadas e que pode trocar mais da metade do setlist de um show para o outro. Como no Brasil são cinco apresentações, teremos provavelmente cinco repertórios distintos. Reza a lenda que Eddie Vedder decide a lista de músicas minutos antes dos shows, após algumas boas taças de vinho.

3. Não vão faltar os clássicos imortais

O fato da banda não repetir as músicas de uma apresentação para a outra não quer dizer que eles deixem os clássicos de fora. Muito pelo contrário. Entre as surpresas, é certo encontrar também algumas pérolas obrigatórias. Como é o caso de "Even Flow", "Black", "Alive", "Do The Evolution", "Daughter", "Corduroy" e dos novos sucessos: "Sirens" e "Mind Your Manners".  

4. Os shows duram mais de duas horas

Os caras do Pearl Jam costumam valorizar suas apresentações com shows longos, que ultrapassam duas horas de duração. Para se ter uma ideia, o último show no Rio de Janeiro, em 2011, contou com trinta músicas e dois bis enormes, com sete canções em cada. Está pensando que os caras brincam? Isso aqui é rock and roll! 

5. Eddie Vedder é o cara!

Com um magnetismo típico de ícones como Bono Vox, e encorpado por uma espiritualidade à Michael Stipe, Eddie Vedder é muito mais do que um vocalista cinquentão. Ele já é uma efígie na história do rock, que surfa em ondas de arte tão efêmera quanto de personagens emblemáticos como Neil Young ou Jimmy Page. Devagar, mas de forma contínua, o vocalista se tornou ícone de uma geração que revolucionou a história do rock. O valor de Eddie Vedder para os dias de hoje é irrefutável, e ultrapassa duas décadas com a firmeza de ídolos consagrados não só pela arte que proporciona, mas principalmente pela mensagem que passa aos seus fiéis seguidores.
Foto: Divulgação

O Pearl Jam chega no Brasil em novembro para cinco concorridas apresentações. Essa será a quarta vez que o grupo liderado por Eddie Vedder vem ao país. No Rio de Janeiro será a terceira, só que as duas anteriores aconteceram no mesmo local, a Praça da Apoteose. Desta vez, o palco será o Maracanã, que este ano recebeu também o Foo Fighters [saiba como foi AQUI]. De acordo com uma nota enviada pela assessoria de imprensa, a banda já teria feito a sua lista de exigências para o camarim do Maraca. Na lista, pedidos variados, mas nada que saia do convencional. Para comer, a banda pediu tortilhas de milho, pretzels, cookies, geleias de morango e framboesa, uvas, bananas, chicletes e chocolates. Para beber, nada de álcool, e sim, energéticos, isotônicos, água de coco, e kombucha, uma bebida feita a partir da fermentação de chás ricos em cafeína.

Com realização da TIME FOR FUN, os shows no Brasil acontecem nos dias 11/11 em Porto Alegre (Arena do Grêmio), 14/11 em São Paulo (Estádio do Morumbi), 17/11 em Brasília (Estádio Nacional Mané Garrincha), 20/11 em Belo Horizonte (Estádio do Mineirão) e 22/11 no Rio de Janeiro (Estádio do Maracanã).

Considerado um dos maiores grupos de rock do mundo, e o único representante do grunge em atividade desde sua formação, o Pearl Jam já vendeu mais de 80 milhões de cópias em todo planeta. A fama chegou logo no seu disco de estreia, Ten, o que causou uma conturbada relação com os holofotes. Clássicos como "Even Flow", "Jeremy", "Black e "Alive" se tornaram hinos de uma geração. O grupo também lançou outros discos fundamentais, que inclusive ganharam matérias especiais aqui no site Rock On BoardVs. (1993), Vitalogy (1994), Binaural (2000) e Yield (1998). A banda de Eddie Vedder já veio ao Brasil em três oportunidades. A última foi no festival Lollapalooza Brasil, em 2013 (SP).

Ainda há ingressos!

A venda de ingressos para os shows do grupo está sendo realizada pela Internet (www.ticketsforfun.com.br), nas bilheterias oficiais (São Paulo e Rio de Janeiro – Citibank Hall, Porto Alegre – Multisom, Brasília – Central de Ingressos, Belo Horizonte – Chevrolet Hall) e nos demais pontos de venda do país. Saiba mais AQUI.

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Imagem: Ilustrativa
A discografia do Pearl Jam avaliada na série "Do Pior Ao Melhor"
Por Rafael Rodrigues

O Pearl Jam vem ao Brasil em novembro para apresentações em grandes estádios. O grupo de Eddie Vedder se apresenta em Porto Alegre, São Paulo, Brasília, Belo Horizonte e Rio de Janeiro [saiba tudo sobre os shows AQUI]. Para tentar diminuir a ansiedade dos fãs, o Rock On Board decidiu preparar um guia especial Pearl Jam: do pior ao melhor - analisando a discografia da banda. Convidamos você a deixar também a sua opinião nos comentários. Afinal, com uma discografia tão regular, é difícil conseguir unanimidade quando o assunto é álbum preferido do Pearl Jam! 


 10 'Pearl Jam' (2006)  
Bom, alguém tinha que ocupar esse inglório lugar na lista. Mas isso não desmerece este, que é o único álbum homônimo do grupo, conhecido pelos fãs como o "Abacate". Boas faixas saíram desse disco - como por exemplo, "Gone". "World Wide Suicide" também é uma faixa bem conhecida, pois foi a escolhida para divulgar o lançamento do disco na época. Mas comparando aos outros trabalhos de estúdio da brilhante carreira do Pearl Jam, esse é apenas um álbum que completa a discografia oficial do grupo, sem maior relevância.


 9 'Lightning Bolt' (2013)  
O mais recente trabalho da banda representa o momento mais assumidamente mainstream do grupo - onde aceitaram com mais naturalidade a posição da linha de frente do rock mundial. Musicalmente falando tem faixas interessantes, como a faixa-título "Lightning Bolt", a forte "Getaway" e a baladinha radiofônica "Sirens".


 8 'No Code' (1996)  
Para alguns críticos, esse é um álbum que abusou demais de experiências musicais. Até alguns fãs chegam a torcer o nariz para ele. Mas No Code é pontual por tirar de vez o grupo do rótulo grunge. Como já havia acontecido em menor escala em Vitalogy, o grupo ficou aberto à novas experiências musicais - muito pela proximidade à Neil Young, com quem a banda havia gravado o interessante "Merkinball" no ano anterior (1995). Mesmo com toda a estranheza sonora, relíquias como "Smile" e "Mankind" (cantada por Stone Gossard) - além das tranquilas "Who You Are" e "Off He Goes" - são muito bem vindas à qualquer playlist da banda. No Code sempre será mal compreendido, e é por isso que está nessa posição na lista.


 7 'Backspacer' (2009)  
Com a trinca "Just Breathe", "Amongst The Waves" e "Unthought Known", Backspacer pode ser considerado um disco mais alto astral se comparado aos trabalhos da fase 90's. Dos últimos lançamentos do grupo, esse é também o mais regular e que vale a audição na íntegra. Ele traz como single principal a faixa "The Fixer", que faz questão de registrar no clipe a sinergia entre banda e público. Talvez essa atmosfera já reflita bastante a nova postura do Pearl Jam diante da mídia - deixando um pouco de lado a reclusão de outras épocas.


 6 'Rio Act' (2002)  
A perturbadora "Can't Keep" dá o start a esse bom álbum do Pearl Jam, que fica a frente dos demais contemporâneos do século 21. A pedrada "Save You", por exemplo é figura certa na maioria dos shows da banda. Não é nenhum exagero afirmar que "Love Boat Captain" é uma das baladas mais belas de toda a carreira do grupo. Destaque ainda para os hits "I Am Mine" e "Thumbing My Way". É de Rio Act também a polêmica "Bu$hleaguer" - que já rendeu um grande problema durante uma apresentação nos EUA - e a política "1/2 Full". Vale ressaltar que foi a partir deste trabalho que a banda voltou a fazer vídeos de divulgação de suas músicas. Anteriormente fizeram um clipe, em animação, para "Do the Evolution", de Yield, terminando assim o hiato desde o álbum de estreia, Ten.

 5 'Binaural' (2000)  
Musicalmente falando, Binaural nem é tão relevante a ponto de estar na frente de alguns que estão nessa lista, mas pela importância do momento em que foi lançado merece o posto que está ocupando. Se você quer entender melhor, eu explico com detalhes nesta matéria AQUI.

 4 'Yield' (1998)  
Yield é uma pérola! Musicalmente poderia estar facilmente com a "medalha de prata", mas como resolvi listar a importância não apenas por questões musicais, e sendo assim, ele é batido facilmente pelos trabalhos posteriores. Confesso que atualmente é o álbum da banda que eu mais gosto de ouvir. É incrível como as faixas se completam, exatamente na ordem em que estão. Se você tem um player de mp3 e escuta esse álbum no modo aleatório, experimente ouvi-lo exatamente na ordem em que o disco foi gravado. Destaques para "Brain of J" - que já inicia com um riff sensacional -, "Faithfull" e "Given to Fly". A maravilhosa e sentimental "Wishlist", a crítica "Do the Evolution", e as intimistas "Low Light"  e "Push me, Pull me" mantêm o disco numa coesão que beira a perfeição.


 3 'Vs.' (1993)  
Seu lançamento era cercado de grande expectativa, devido ao sucesso estrondoso de seu antecessor, Ten. Talvez por isso, ele bateu recordes de vendas já na primeira semana. Considerado o disco grunge do Pearl Jam - entenda AQUI -, "Vs." não ficou com a "medalha de prata", não por sua falta de qualidade e de hits, mas por ser "apenas" um ótimo disco de rock. É digno de nota a respeito do mesmo o fato de a banda não ter lançado nenhum vídeo de divulgação para as músicas - atitude adotada durante muitos anos seguintes. "Vs." tem peso e musicalidade crua, mas não chega a catarse musical que foi "Ten", nem soa estranho como "Vitalogy". Esse disco traz agressividade estupenda ("Go"),  baladas marcantes ("Daughter" e "Small Town"), além de grandes hits como "Dissident" e "Animal".


 2 'Vitalogy' (1994)  
Iniciando o processo de intimismo e experimentalismo musical da banda, "Vitalogy" é daqueles álbuns que só os fãs do Pearl Jam entendem o porquê de estar nesta lista como um dos melhores discos da carreira. A agressividade de discos como Ten e Vs. foram postos um pouco de lado, mesmo assim o grupo concebeu hits eternos, como "Better Man" (originalmente da banda anterior de Vedder, Bad Radio), "Nothing Man", "Corduroy", "Immortality" e as enérgicas "Last Exit" e "Spin the Black Circle". O álbum tem algumas referências bem claras ao vinil - tanto na arte da capa como na faixa "Spin the Black Circle", uma espécie de homenagem ao bolachão. Esse álbum marca uma época em que a banda lutava contra o mainstream, comprando briga contra a gigante americana Ticket Master, e sua turnê de divulgação foi basicamente produzida e organizada pela própria banda [saiba mais AQUI]. As nuances musicais, assim como toda a atmosfera que cercava "Vitalogy" fazem dele o segundo álbum mais importante da trajetória do Pearl Jam - pelo menos, na humilde opinião deste autor.

 1 'Ten' (1991)  
"Muito óbvio", você diria. Mas o óbvio merece explicação, e uma explicação detalhada. "Ten" é um daqueles álbuns que em qualquer lista de melhores discos de rock é presença mais do que certa. Talvez você já o tenha visto mesmo na casa daquele seu tio que curte sertanejo ou pagode, ou música clássica, sei lá! O fato é que "Ten" é um álbum que transcende muito além do que ouvimos e sentimos ao ouvi-lo - desde a primeira até a última música. Não serei pretensioso ao tentar descrever o seu significado politico para uma sociedade na qual não foi a que vivi, mas é necessário um overview do que acontecia na época para que se entenda a importância também nesse sentido. Existia um espírito muito claro de "sonho americano", onde a ganância tinha tomado conta do povo. Esses caras, da geração X (como eram chamados aqueles contemporâneos do grunge), se sentiam frustrados com as políticas de governo da época, era como se todo o idealismo construído pelas gerações anteriores do rock estivesse sendo trocado pela ganância dos governos recentes. "Ten" expõe essa insatisfação muito clara em letras fortes, onde todo o idealismo de mudar o mundo para melhor havia sido trocado pelo egoísmo de uma sociedade consumista ao extremo e capaz de apoiar governos altamente destrutivos em prol da qualidade de vida gananciosa desta sociedade. Uma canção que expõe muito bem esse espírito é a maravilhosa "Porch" ("What the fuck is this world. Running to? You didn't"). Esse é um ponto. Emocionalmente, Ten é um album em que você pode SENTIR como poucos na história do rock. Na maioria das vezes ouvimos músicas escritas por uma pessoa e INTEPRETADA por alguém que não tem qualquer intimidade com aquela história. Dizem apenas "sentir" como se fossem com elas. Mas o fato é que muitas das músicas de Ten foram histórias reais vividas pelo próprio Eddie ("Alive", "Black" e "Release"). Afinal, quem melhor do que você para interpretar e dar vida às suas próprias histórias?! Agora, pense rápido: quantas bandas você conhece que tem tantas músicas lados B, que não entraram em um certo álbum, e que mesmo assim ficaram tão conhecidas quantas as músicas lançadas? Então anote aí: "Dirty Frank (foi feita após a gravação de Ten, mas entrou no single de "Even Flow"), "Footsteps", "Alone", "Brother", "Just a Girl", "State of Love and Trust", "Wash", "Let Me Sleep", "Breath" e "Yellow Ledbetter" - fora as nem tão conhecidas "2.000 Mile Blues", "Evil Little Goat" e "Hold on". Além de tudo escrito anteriormente, Ten é um dos discos mais bem sucedidos da história do rock. Agora acho que fica bem claro porque Ten é o número um do Pearl Jam - e isso é incontestável.
Foto: Divulgação

O Pearl Jam anunciou uma série de shows na América Latina no mês de novembro. A turnê começa em Santiago (Chile), dia 04 de novembro, e termina na Cidade do México (México) em 28 de novembro.

Com realização da TIME FOR FUN, os shows no Brasil acontecem nos dias 11/11 em Porto Alegre (Arena do Grêmio), 14/11 em São Paulo (Estádio do Morumbi), 17/11 em Brasília (Estádio Nacional Mané Garrincha), 20/11 em Belo Horizonte (Estádio do Mineirão) e 22/11 no Rio de Janeiro (Estádio do Maracanã).

Considerado um dos maiores grupos de rock do mundo, e o único representante do grunge em atividade desde sua formação, o Pearl Jam já vendeu mais de 80 milhões de cópias em todo planeta. A fama chegou logo no seu disco de estreia, Ten, o que causou uma conturbada relação com os holofotes. Clássicos como "Even Flow", "Jeremy", "Black e "Alive" se tornaram hinos de uma geração. O grupo também lançou outros discos fundamentais, que inclusive ganharam matérias especiais aqui no site Rock On Board: Vs. (1993), Vitalogy (1994), Binaural (2000) e Yield (1998). A banda de Eddie Vedder já veio ao Brasil em três oportunidades. A última foi no festival Lollapalooza Brasil, em 2013 (SP).

A venda de ingressos para os shows do grupo está sendo realizada pela Internet (www.ticketsforfun.com.br), nas bilheterias oficiais (São Paulo e Rio de Janeiro – Citibank Hall, Porto Alegre – Multisom, Brasília – Central de Ingressos, Belo Horizonte – Chevrolet Hall) e nos demais pontos de venda do país.

PORTO ALEGRE
Quarta-feira, 11 de novembro de 2015.
Horário: 20h30
Local: Arena do Grêmio - Av. Padre Leopoldo Brentano, 110 - Humaitá, Porto Alegre - RS
Capacidade: 43.491 pessoas
Classificação etária: De 10 a 13 anos é permitida a entrada acompanhado de um responsável. A partir de 14 anos é permitida a entrada desacompanhado.
BILHETERIA OFICIAL – SEM TAXA DE CONVENIÊNCIA
Multisom – Rua dos Andradas, 1001 – Centro – Porto Alegre – RS
Segunda a sexta-feira, das 11h às 19h. Sábado, das 09h às 17h. Domingos e feriados, fechado.

LOCAIS DE VENDA – COM TAXA DE CONVENIÊNCIA AQUI.

Pela Internet: www.ticketsforfun.com.br (taxa de conveniência)

FORMAS DE PAGAMENTO
Dinheiro; cartões de crédito MasterCard, American Express, Visa e Diners; cartões de débito Visa Electron e MasterCard débito.


SÃO PAULO (SP)
Sábado, 14 de novembro de 2015.
Horário: 20h30
Local: Estádio do Morumbi - Praça Roberto Gomes Pedrosa, 1 - Morumbi, São Paulo
Capacidade: 68.900 pessoas
Classificação etária: De 10 a 13 anos é permitida a entrada acompanhado de um responsável. A partir de 14 anos é permitida a entrada desacompanhado.
BILHETERIA OFICIAL – SEM TAXA DE CONVENIÊNCIA
Citibank Hall - Av. das Nações Unidas, 17.955 - Santo Amaro – São Paulo (SP)
Diariamente, das 12h às 20h. Excepcionalmente, no dia 25 de maio a bilheteria funcionará das 10h às 18h.

LOCAIS DE VENDA – COM TAXA DE CONVENIÊNCIA AQUI.
Pontos de venda no link: 

Pela Internet: www.ticketsforfun.com.br (taxa de conveniência).

FORMAS DE PAGAMENTO
Dinheiro; cartões de crédito MasterCard, American Express, Visa e Diners; cartões de débito Visa Electron e MasterCard débito.


BRASÍLIA (DF)
Terça-feira, 17 de novembro de 2015.
Horário: 20h30
Local: Estádio Nacional Mané Garrincha - Asa Norte, Brasília - DF
Capacidade: 54.398 pessoas
Classificação etária: De 10 a 13 anos é permitida a entrada acompanhado de um responsável. A partir de 14 anos é permitida a entrada desacompanhado.
BILHETERIA OFICIAL – SEM TAXA DE CONVENIÊNCIA
Central de Ingressos - Shopping Brasília, SCN Qd 05 BL. A, Piso G2
Segunda a sábado, das 10h às 22h. Domingos das 14h às 20h.

LOCAIS DE VENDA – COM TAXA DE CONVENIÊNCIA AQUI.

Pela Internet: www.ticketsforfun.com.br (taxa de conveniência).

FORMAS DE PAGAMENTO
Dinheiro; cartões de crédito MasterCard, American Express, Visa e Diners; cartões de débito Visa Electron e MasterCard débito.


BELO HORIZONTE (MG)
Sexta-feira, 20 de novembro de 2015.
Horário: 20h30
Local: Estádio do Mineirão - Av. Antônio Abrahão Caram, 1001 – Pampulha, Belo Horizonte
Capacidade: 51.647 pessoas
Classificação etária: De 10 a 13 anos é permitida a entrada acompanhado de um responsável. A partir de 14 anos é permitida a entrada desacompanhado.

BILHETERIA OFICIAL – SEM TAXA DE CONVENIÊNCIA
Chevrolet Hall - Av. Nossa Senhora do Carmo, 230 – Belo Horizonte – BH
Diariamente, das 12h às 20h. Excepcionalmente, no dia 25 de maio a bilheteria funcionará das 10h às 18h.

LOCAIS DE VENDA – COM TAXA DE CONVENIÊNCIA AQUI.

Pela Internet: www.ticketsforfun.com.br (taxa de conveniência).

FORMAS DE PAGAMENTO
Dinheiro; cartões de crédito MasterCard, American Express, Visa e Diners; cartões de débito Visa Electron e MasterCard débito.


RIO DE JANEIRO (RJ)
Domingo, 22 de novembro de 2015.
Horário: 20h
Local: Estádio do Maracanã - Rua Professor Eurico Rabelo, Maracanã, Rio de Janeiro
Capacidade: 64.425 pessoas
Classificação etária: De 10 a 13 anos é permitida a entrada acompanhado de um responsável. A partir de 14 anos é permitida a entrada desacompanhado.
BILHETERIA OFICIAL – SEM TAXA DE CONVENIÊNCIA
Citibank Hall - Av. Ayrton Senna, 3000 - Shopping Via Parque - Barra da Tijuca. Diariamente, das 12h às 20h. Excepcionalmente, no dia 25 de maio a bilheteria funcionará das 10h às 18h.

LOCAIS DE VENDA – COM TAXA DE CONVENIÊNCIA AQUI.

Pela Internet: www.ticketsforfun.com.br (taxa de conveniência).

FORMAS DE PAGAMENTO
Dinheiro; cartões de crédito MasterCard, American Express, Visa e Diners; cartões de débito Visa Electron e MasterCard débito.