ROCKONBOARD NEWS

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Foto: Divulgação
Drenna vai apresentar seu novo disco no palco do Imperator
O mais importante evento de rock do Rio de Janeiro, o Rio Novo Rock (RNR), volta nesta quinta-feira (4) ao palco do Imperator com dois expoentes do rock alternativo: as bandas Baleia e Drenna. A Baleia, com dois álbuns lançados, surpreende pelo som inusitado e hipnotizante aliado ao apuro estético em seus videoclipes e projetos gráficos. Seu segundo CD ‘Atlas’, lançado ano passado, recebeu elogios do escritor português Valter Hugo Mãe, enquanto o livro ilustrado baseado nas músicas de Atlas mostrou um universo visual que representa os mundos e sentimentos criados em cada uma das músicas do disco. O projeto rendeu uma indicação ao Grammy Latino de Melhor Projeto Gráfico. Além disso, a Baleia é uma das bandas selecionadas pelo Spotify Spotlight, uma escalação mundial feita pelo Spotify com os artistas de vários países do mundo que eles acreditam que vão estourar. Com oito anos de estrada, a Drenna foi a primeira banda a tocar no Rio Novo Rock, em 2014, quando o evento ainda se chamava Imperator Novo Rock. O grupo ainda celebra o título de campeão do Planeta Rock 2016, que aconteceu em agosto, em São José do Rio Preto (SP). Paralelo a isso seguem no trabalho de divulgação do seu novo álbum ‘Desconectar’. A banda já dividiu o palco com Pitty, Frejat, MGMT, Paramore e Kings of Leon e, além do Planeta Rock, já esteve em outros importantes festivais como o Circuito Banco do Brasil e o Fun Music.

Indo para seu quarto ano, o Rio Novo Rock já recebeu algumas das principais bandas da cena carioca e nacional. Nomes como Dônica, Medulla, Hover, Planar, Facção Caipira, Drenna, Ventre, Far From Alaska (RN), The Baggios (SE), Plutão já foi Planeta (RN), Selvagens à Procura da Lei (CE), Vespas Mandarinas (SP) e Ego Kill Talent (SP) são algumas das que já se apresentaram no evento.

Nos intervalos a música boa rola com a DJ Suirá, que já tocou em casas clássicas da cena carioca, como Teatro Odisséia, Saloon 79, Fosfobox e Casa da Matriz. Criadora das festas Pecado, Take #5 e Dirrty, atualmente reside a festa "Meister Party" (festa oficial da Jagermeister no Rio). As projeções em vídeo ficarão a cargo do VJ Miguel Bandeira, que entre o Brasil e Holanda, com seu Live Mapping, vem iluminando palco, pistas, ruas e favelas para nomes de peso como o Festival Rio Sound System, Daniela Mercury, Olodum, Afromandingas, Samba da Maré, Riomapping Festival etc. 
Foto: Divulgação
Baleia é atração desta edição do Rio Novo Rock
RIO NOVO ROCK
Bandas: BALEIA E DRENNA
Data: 4 de maio, quinta-feira
Local: Imperator – Centro Cultural João Nogueira
Endereço: Rua Dias da Cruz, 170 – Méier
Horário: 20h
Ingressos: R$ 20 (inteira) e R$ 10 (meia)
CLASSIFICAÇÃO: 16 anos
Foto: Divulgação
De São Paulo, o Alaska chega ao Rio Novo Rock cercado de expectativa
O mais importante evento de rock do Rio de Janeiro, o Rio Novo Rock (RNR), volta nesta quinta-feira (16) ao palco do Imperator com dois expoentes do rock alternativo: as bandas Alaska e Two Places at Once. Formado em São Paulo, o Alaska começou sob a influência de bandas como Circa Survive, Thrice e Rancore. Mas tudo começou a mudar em 2014, com a gravação da faixa “Vista” no projeto Converse Rubber Tracks. O single marcou uma guinada na sonoridade da banda, pouco antes de gravar seu primeiro disco, o melódico e profundo “Onda”, em 2015. O disco trazia temas existencialistas e discutia a perenidade das coisas. Já o Two Places at Once surgiu em 2013. Em 2016, lançam seu primeiro álbum, “Birdtraps”, com faixas que alcançaram quase 300 mil plays no Spotify, além de também integrar trilhas de programas do Canal Off. O som é marcado pela sutileza e suavidade, intercalada com forte energia. Sem deixar de lado o momento que a música vive, a banda busca nos anos 90 os moldes da sua identidade.

Indo para seu quarto ano, o Rio Novo Rock já recebeu algumas das principais bandas da cena carioca e nacional. Nomes como Dônica, Medulla, Hover, Planar, Facção Caipira, Drenna, Ventre, Far From Alaska (RN), The Baggios (SE), Plutão já foi Planeta (RN), Selvagens à Procura da Lei (CE), Vespas Mandarinas (SP) e Ego Kill Talent (SP) são algumas das que já se apresentaram no evento.

Nos intervalos a música boa rola com a DJ Suirá, que já tocou em casas clássicas da cena carioca, como Teatro Odisséia, Saloon 79, Fosfobox e Casa da Matriz. Criadora das festas Pecado, Take #5 e Dirrty, atualmente reside a festa "Meister Party" (festa oficial da Jagermeister no Rio). As projeções em vídeo ficarão a cargo do VJ Miguel Bandeira, que entre o Brasil e Holanda, com seu Live Mapping, vem iluminando palco, pistas, ruas e favelas para nomes de peso como o Festival Rio Sound System, Daniela Mercury, Olodum, Afromandingas, Samba da Maré, Riomapping Festival etc. 

Foto: Pedro Arantes
O Two Places At Onde vai agitar o palco do Imperator com seu rock alternativo
RIO NOVO ROCK
Bandas: ALASKA E TWO PLACES AT ONCE
Data: 16 de março, quinta-feira
Local: Imperator – Centro Cultural João Nogueira
Endereço: Rua Dias da Cruz, 170 – Méier
Horário: 20h
Ingressos: R$ 20 (inteira) e R$ 10 (meia)
CLASSIFICAÇÃO: 16 anos
Foto: Juliana Novais
Overdrive Saravá vai apresentar seu disco de estreia no Imperator
A primeira edição do Rio Novo Rock em 2017 acontece na próxima quinta-feira, dia 12 de janeiro e promete ser mais uma noite inesquecível para quem procura por boas novidades no rock nacional. O palco do Imperator vai receber o peso da Ego Kill Talent e o caldeirão de influências da Overdrive Saravá.

Formada em são Paulo, a EKT já dividiu palco com grandes nomes do rock mundial, como Rammstein e Marilyn Manson. Além disso, o grupo também se apresentou na última edição do festival Lollapalooza Brasil. O quinteto chama atenção pelas canções recheadas de peso e groove. Já a Overdrive Saravá tem por princípio a diversidade brasileira em sintonia com o rock'n'roll e vai marcar a estreia de seu primeiro disco, homônimo, que já tem um vídeo clipe para a canção "Atabaques e D'jembes" bastante visualizado na internet. 

Nos intervalos a música rola solta com a DJ Suirá, que já tocou em inúmeras casas noturnas do Rio passando por Casa da Matriz, Teatro Odisséia, Sallon 79, Espaço Marun, La Paz, Fosfobox etc. Atualmente reside a festa "Meister Party" (festa oficial da Jagermeister no Rio) e o projeto "Odisseia Paratodos", abrindo espaço para bandas independentes mostrarem seu trabalho.

“O RNR cumpre um importante papel de apresentar o novo. A nova cena do rock carioca, muito forte, tem o festival como referência. E essa característica do evento já reverbera em outras partes do Brasil. Por isso, percebemos que o caminho deve ser o de promover o intercâmbio da cena do Rio com outros artistas do cenário nacional do rock”, comentou Paulo Lopez, organizador do RNR.

Foto: Lucca Miranda
A Ego Kill Talent promete agitar a noite com muito peso
RIO NOVO ROCK
Bandas: EGO KILL TALENT E OVERDRIVE SARAVÁ
Data: 12 de janeiro, quinta-feira
Local: Imperator – Centro Cultural João Nogueira
Endereço: Rua Dias da Cruz, 170 – Méier
Horário: 20h
Ingressos: R$ 20 (inteira) e R$ 10 (meia)
CLASSIFICAÇÃO: 16 anos
Foto: Divulgação
Iggor e Max Cavalera vão relembrar 'Roots', que completa 20 anos
Nesta quarta-feira (14), o Imperator vai tremer ao som de um dos álbuns mais importantes do metal. Max e Iggor Cavalera estão trazendo ao Brasil a turnê de comemoração dos 20 anos do disco 'Roots', lançado em 1996 pelo Sepultura. Considerado um dos trabalhos mais influentes de todos os tempos, 'Roots' foi também o último com a formação clássica da banda, que na época tinham os irmãos Cavalera, o guitarrista Andreas Kisser e o baixista Paulo Jr. Além do Rio de Janeiro, outras duas cidades recebem a turnê, que tem a produção da HonorSounds: Belo Horizonte (dia 15) e São Paulo (dia 16). O projeto segue por outros países da América Sul e tem datas confirmadas na Argentina (17), Chile (18), Colômbia (20) e México (21). 

'Roots' é o sexto álbum de estúdio do Sepultura. Lançado em fevereiro de 1996, ele marcou época por realizar uma forte fusão de thrash metal, com ritmos tribais e experimentações. Duas músicas ("Itsári" e "Jasco") foram gravadas em uma tribo xavante. Além disso, o disco conta com várias participações especiais, como Carlinhos Brown, Mike Patton (Faith No More) e Jonathan Davis (Korn). Este álbum é considerado um divisor de águas na carreira do Sepultura e tornou-se uma referência para várias bandas que posteriormente formariam o estilo nu metal.

Curiosidades

O álbum chegou à 27ª colocação nas paradas da "Billboard" e no 4º lugar na Inglaterra. Ganhou discos de ouro nos Estados Unidos, Austrália, Canadá, França, Áustria, Holanda e Reino Unido. Estima-se que o álbum tenha ultrapassado 2 milhões de cópias comercializadas no mundo.

O design da capa saiu da fotocópia de uma nota de de mil cruzeiros. Tinha uma roda com motivos tribais nela, que acabou estampada no próprio CD. O rosto do índio na capa também foi tirado da nota. Michael Whelan que trabalhou na capa.

As participações especiais mais exaltadas em 'Roots' são as de Carlinhos Brown na percussão e criação de sons como "Ratamahatta", além dos índios xavantes, criadores de "Itsári". A faixa "Lookaway" conta com Jonathan Davis, do Korn, e Mike Patton, do Faith No More. O DJ Lethal participa nos scratches. Outro convidado foi David Silveria, que ajudou na percussão de "Ratamahatta".

Composta com Carlinhos Brown, "Ratamahatta" traz Mike Patton e Jonathan Davis nos backing vocals. A música é cheia de palavras soltas em português. Em entrevista, Carlinhos Brown falou sobre o processo de composição da música. "Eu tinha na cabeça esse título 'Ratamahatta' e precisava terminar. Max me ajudou. Quando estive em Manhattan, fiquei impressionado com os ratos deles. Parecem com os sariguês [gambás] daqui da Bahia. E sariguê aqui vai para a panela! Só que o pessoal dizia que os ratos de Manhattan não eram bons para comer, porque eram mais sujos. Por isso na letra há as palavras 'garagem', 'biboca' e 'favela'. O rato não está apenas nos grandes centros. Ele está por todos os lugares. Ele está na fubanga, maloca, bocada. Quem é o rato? É o chefe da reciclagem. Isso que quer dizer a música. Fala de um rato de Manhattan que percorre o mundo e se conecta com todos”, disse.

ROOTS NO IMPERATOR
Dia: 14 de Dezembro.
Local: Imperator
Endereço: R. Dias da Cruz, 170 - Meier
Horário: 19h
Classificação etária: 16 anos 
BILHETERIA
Pista 1º lote: R$ 180 (inteira) e R$ 90 (meia) 
Pista 2º lote: R$ 220 (inteira) e R$ 110 (meia) 
Compra pela Internet AQUI
Foto: Diego Marcel
Plutão Já Foi Planeta volta ao Rio para show no Imperator
Por Bruno Eduardo

O Rio Novo Rock chega a sua última edição do ano nesta quinta-feira (01), e traz ao palco do Imperator mais dois expoentes da nova cena. Além dos cariocas da Lisbela, o evento fecha 2016 com uma das grandes revelações da última edição do programa Superstar, da TV Globo: a banda Plutão Já Foi Planeta. O grupo, formado em Natal (RN), carrega uma grande legião de seguidores no Rio de Janeiro, que de acordo com a vocalista Natália Noronha, tem um dos públicos mais "cantantes" do país. "É um dos nossos melhores públicos. Sempre que a Plutão vem tocar no Rio é irado, porque a galera curte muito. Me faz lembrar até de nossa cidade", disse a vocalista por telefone, em exclusiva ao Rock On Board. Ela também falou sobre essa expectativa de tocar pela primeira vez no Rio Novo Rock. "A gente ouve falar muito do Rio Novo Rock. Sabemos que é um evento clássico da cena independente. O Far (From Alaska) de Natal, também tocou e ficamos sabendo que a galera comparece em massa. Só ouvimos coisas boas do festival e também queremos fazer história no Rio Novo Rock".

Um dos motivos para esse aumento de fãs da banda por todo o país foi a participação do grupo no programa de TV, Superstar. A banda não esconde que tudo mudou depois que apareceram no reality. A vida pós Superstar deu ao grupo uma popularidade que acabou refletida nos shows. "Realmente as coisas mudaram após o programa. A expectativa da galera aumentou bastante nos outros estados. Mas nós também saímos de lá com essa expectativa de receber o público nos shows, o que felizmente aconteceu. Foi uma coisa muito boa para a banda. Fomos do Nordeste ao Sul do país com as pessoas cantando a nossa música", disse Gustavo Arruda, guitarrista da banda. 

Mas não foi só na questão popular que o programa fez bem ao grupo. A boa participação da Plutão rendeu ainda um contrato com a gravadora Som Livre. A banda, que estava desde 2014 na estrada divulgando o primeiro disco da carreira, o ótimo Daqui Pra Lá, agora já está prestes a botar na praça o seu segundo trabalho, dessa vez por um selo. O outro guitarrista da banda, Sapulha Campos, deu alguns detalhes sobre o lançamento, que vai acontecer no início do próximo ano. "A ideia é lançar o disco bem no início do ano. Acredito que depois do carnaval. Ele terá 10 músicas e vai sair pelo selo Slap, que é da Som Livre". Será que o público carioca vai ouvir algumas músicas novas nesse show do Rio Novo Rock? De acordo com Sapulha, a banda deve tocar 4 ou 5 músicas do disco novo nesse show do RNR. Então é isso! Quinta-feira é dia de ir ao Imperator curtir a última edição do Rio Novo Rock 2016.

Nesta quarta-feira, a banda participa ao vivo do programa ARNews, às 20h.

RIO NOVO ROCK
Bandas: PLUTÃO JÁ FOI PLANETA E LISBELA
DJ Tom Leão + VJ Miguel Bandeira
Data: 01 de dezembro, quinta-feira
Local: Imperator – Centro Cultural João Nogueira
Endereço: Rua Dias da Cruz, 170 – Méier
Horário: 20h
Ingressos: 1º lote pista: R$ 10 (inteira) e R$ 5 (meia) / 2º lote pista: R$ 20 (inteira) e R$ 10 (meia)
*Meia-entrada válida também com 1kg de alimento.
CLASSIFICAÇÃO: 16 anos
Foto: Divulgação
Direto da Zona Norte, o Baroni é uma das atrações do Rio Novo rock
A décima-primeira edição deste ano, no dia 03 de novembro (quinta), traz duas bandas novatas, mas que já dão seu recado pelos palcos do Rio de Janeiro. A banda 161 traz influências que passeiam pelo rap das periferias e pelo clima de um reggae bem praiano, unidos aos solos característicos do rock. Com pouco mais de dois anos de carreira já lançaram seu álbum ‘Um troféu para todo fel’. Já o grupo Baroni chega também com CD na praça ‘Quem somos nós?’ lançado no Parque Madureira onde o grupo conta com muitos fãs devido a sua forte militância na cena carioca da Zona Norte.

No intervalo dos shows o nível continua alto, com o DJ Roberto Cruz, residente da Tekiller Fiesta. Já as projeções em vídeo ficam a cargo do VJ Miguel Bandeira.

Com quase dois anos, 29 edições, 57 bandas, 28 DJs e um público superior a 12.000 pessoas, o Rio Novo Rock se consolidou como o mais importante evento do rock independente do Rio de Janeiro. 

“O RNR cumpre um importante papel de apresentar o novo. A nova cena do rock carioca, muito forte, tem o festival como referência. E essa característica do evento já reverbera em outras partes do Brasil. Por isso, percebemos que o caminho deve ser o de promover o intercâmbio da cena do Rio com outros artistas do cenário nacional do rock”, comentou Paulo Lopez, organizador do RNR.

Foto: Lucas Alves
161 vai mostrar sua mistura de rap, reggae e rock no Imperator
RIO NOVO ROCK
Bandas: 161 E BARONI
Data: 03 de novembro, quinta-feira
Local: Imperator – Centro Cultural João Nogueira
Endereço: Rua Dias da Cruz, 170 – Méier
Horário: 20h
Ingressos: 1º lote pista: R$ 10 (inteira) e R$ 5 (meia) / 2º lote pista: R$ 20 (inteira) e R$ 10 (meia)
*Meia-entrada válida também com 1kg de alimento.
CLASSIFICAÇÃO: 16 anos
Grupo britânico é um dos pioneiros do doom metal britânico
O Paradise Lost volta ao Rio de Janeiro nesta segunda-feira (17) para um show imperdível no Imperator. A banda, na estrada desde 1988, ajudou a difundir o doom metal britânico. O grupo veio ao Brasil pela primeira vez em 1995, logo após lançarem o cultuado Draconian Times. Na oportunidade, dividiram palco com Ozzy Osbourne, Faith No More e Megadeth no festival Monsters Of Rock. Após se distanciar um pouco do metal com o lançamento de Host, o grupo voltou ao peso característico em Symbol Of Life - que possui o clássico "Erased". Recentemente, eles seguem na estrada divulgando o aclamado The Plague Within (lançado no ano passado). O show de abertura vai ser da banda brasileira Imago Mortis. Com mais de 20 anos de estrada, a banda é um dos principais nomes do death / doom nacional, e possui apenas dois membros remanescentes da formação original (o vocalista Alex Voorhees e o baterista André Delacroix). Confira abaixo o serviço completo desta noite imperdível.

PARADISE LOST NO IMPERATOR
Data: 17 de outubro, segunda-feira
Local: Imperator
Endereço: Rua Dias da Cruz, 170 - Méier
Abertura da casa: 19h
Imago Mortis: 20h
Paradise Lost: 21h 
Classificação: 16 anos
INGRESSOS: 
R$180 (inteira) e R$ 90 (meia)
Compre seu ingresso AQUI
Foto: Nem Queiroz
Edu K resumiu o show no Imperator como um ensaio com público 
Por Bruno Eduardo

Uma coisa é certa: você não pode achar que já viu tudo quando se trata de DeFalla. Podem passar dez, vinte anos e em algum momento eles vão acabar te surpreendendo (seja para o bem ou para o mal). Quem acompanha os passos sinuosos de Edu K, sabe que dele não se pode esperar quietude, muito menos permanência em qualquer zona de conforto. Muitas vezes, o que pode ser algo simples vai acabar beirando o imprevisível, capaz de confundir a cabeça até dos mais descolados. O show desta noite foi um grande exemplo de quão complexa e instigante pode ser a experiência de assistir o grupo ao vivo. Para quem esperava um show com a formação clássica tocando o disco novo, se deparou com uma espécie de mutação - ainda imprevisível e crua - do que venha a ser o novo DeFalla, que agora surge como um trio (Edu K, Castor Daudt e o baterista Vandinho Carvalho). 

A mudança não foi apenas na formação da banda. Sonoramente, a transformação da cartilha também foi brutal. O grupo optou em utilizar baixos pré-gravados, com batidas em tracks e um repertório digno de uma mixtape (sem pausas) dividida em três módulos. No primeiro (round) eles apresentaram uma junção mais hip hop, calcada na vibe do disco Kingzobullshit - enxertada de versões particulares para clássicos do rock, como a já conhecida "Satisfaction" dos Stones, e outras novidades, como "Epic" do Faith No More, que funcionou muito bem na voz de Edu. A abertura com a ótima "Zen Frankenstein" deu passagem para o disco 'Monstro', que foi melhor representado na segunda parte do show, numa seqüência de três canções, com destaque para "Timothy Leary", que poderia nesta noite ter a participação ao vivo de Beto Bruno, já que ele canta no disco. A banda também mencionou uma de suas grandes influências, os Chili Peppers, numa versão totalmente desconstruída de "Give it Away". Já no round final, o DeFalla relembrou as classudas "It's Fucking Boring To Death", "Screw You" e "Popozuda Rock And Roll". Considerando todas as colagens e conversões sonoras desse novo formato, vale destacar o timbre de guitarra de Castor, que precisou podar um pouco a virtuose para segurar as bases, e também a desenvoltura do novo baterista, que se viu num cenário complexo e emergencial, e mesmo assim se virou como poucos. 

Mas que impressionou neste show, é o fato do DeFalla, mesmo nas situações mais adversas, sempre tentar dar um passo à frente do óbvio. A cartilha reza, que em casos de baixas de integrantes, o mais indicado seria arrumar substitutos e seguir o roteiro (para garantir). Mas se tratando de Edu K e companhia, isso nunca será uma opção. O que importa mesmo - independente das situações mais caóticas - é ter mais uma oportunidade para o grupo tentar se reinventar de novo, nem que isso cause desconforto ou confusão na cabeça de seu público. Quem entendeu, curtiu.

Foto: Nem Queiroz
Beto Bruno e Krieger (fundo) esquentaram o palco do Imperator
O Cachorro Grande trouxe ao Rio a turnê de seu novíssimo disco, Electromod, segundo de uma trilogia dedicada ao eletrônico. Mas no palco os caras são puro rock, quase progressivos - com solos virtuosos, canções estendidas em dez minutos, duelos de instrumentistas e claro, todos os hits fundamentais do grupo. Mesmo que o público não fosse dos maiores, a banda de Beto Bruno incendiou o palco, e fez um show que fatalmente será lembrado em algumas listas de melhores do ano.

A banda abriu com "Tarântula" e seguiu firme o ritmo eletro com a polêmica "Electromod", onde Krieger, em exclusiva ao Rock On Board, diz se tratar de uma piada que critica os "tiradores de selfie em manifestações". A força do repertório do Cachorro Grande aparece em pencas de boas canções, como "Desentoa", "Deixa Fudê" e, principalmente, "Como Era Bom", de teclado marcante. Entre as várias saídas de Beto Bruno, tanto Gross quanto Krieger tomavam o prumo do barco em viagens instrumentais de tirar o chapéu. Lá atrás, o tecladista Pedro Pelotas também não ficava por baixo, e desafiava seus companheiros em vários solos à la Jon Lord. Na única participação especial do show, o baterista Raphael Paci da banda HighJack sentou no lugar de Gabriel Azambuja para tocar o clássico "Dia Perfeito". Entre outros grandes momentos do show, ficaram as versões de "Roda Gigante" (com mais um grande dueto baixo / guitarra) e "Bom Brasileiro", com Beto Bruno dedicando a música aos cariocas e ao Rio de Janeiro.

Para variar, a banda deixou alguns hits para o final do show, como a balada "Sinceramente" e a ótima "Lunático". E desprezando o setlist original, voltaram para um bis pontual na sempre indispensável, "Você Não Sabe O que Perdeu" - que não pode nunca ficar fora de um repertório. Um showzaço, resumido de forma certeira pelo vocalista no final da apresentação: "só os bons vieram!". Que venham sempre!

Foto: Cleber Jnr.
Edu K, Vitor Carvalho, Kauan Calazans, Castor Daudt e Paulinho Barros
No camarim do Imperator ainda rolou um encontro bacana entre a banda carioca Folks - um dos expoentes da nova cena rock carioca - e a galera do DeFalla. O assunto de pauta entre as duas bandas foi a música "Não Me Mande Flores", gravada há quase trinta anos pelo DeFalla e que agora ganhou uma nova versão no ótimo disco de estreia da banda carioca. O vocalista Kauan Calazans falou sobre os motivos que levaram o grupo a regravar a faixa, e, ainda lamentou o fato do DeFalla ter desistido de tocá-la no show desta noite (ela estava no repertório original e acabou não entrando). "Na hora a gente achou melhor não tocar", disse Castor, que em seguida elogiou a arte de capa do disco da Folks. "Cara, pirei nessa capa!". Antes de descerem juntos para assistir ao show do Cachorro Grande, as bandas ainda trocaram uma ideia sobre o atual momento do mercado fonográfico, como a importância de gravar um disco físico nos dias de hoje e falaram sobre as discografias virtuais, que hoje dominam as plataformas de streaming. Resumindo: um belo encontro de gerações!
Foto: Divulgação
Bullet Bane promete esquentar o palco do Imperator nesta quinta-feira
Nesta quinta-feira (04), às 20h, o palco do Imperator recebe a oitava edição deste ano, numa noite que promete mostrar a nova cena do rock pesado nacional. De São Paulo vem a ótima Bullet Bane. Formada em 2009, a banda já abriu shows de grupos renomados como Millencolin e NOFX. Os cariocas da Helga também abriram para grandes nomes do rock, como Kings Of Leon e Paramore, e possui em sua formação ex-integrantes de bandas cultuadas como Jason e Rodox. A banda traz uma cartilha de rock noventista, com pitadas de grunge, stoner, hard e metal. 

No intervalo dos shows o nível continua alto, com o rock da DJ Eliza Schinner, que também é baixista do grupo Nove Zero Nove. Já as projeções em vídeo ficam a cargo do VJ MAD.

Com quase dois anos, 27 edições, 54 bandas, 26 DJs e um público superior a 12.000 pessoas, o Rio Novo Rock se consolidou como o mais importante evento do rock independente do Rio de Janeiro. 

“O RNR cumpre um importante papel de apresentar o novo. A nova cena do rock carioca, muito forte, tem o festival como referência. E essa característica do evento já reverbera em outras partes do Brasil. Por isso, percebemos que o caminho deve ser o de promover o intercâmbio da cena do Rio com outros artistas do cenário nacional do rock”, comentou Paulo Lopez, organizador do RNR.

Foto: Pery Andrade
Helga é um dos nomes mais conceituados da cena carioca
RIO NOVO ROCK
Bandas: BULLET BANE E HELGA
Data: 04 de agosto, quinta-feira
Local: Imperator – Centro Cultural João Nogueira
Endereço: Rua Dias da Cruz, 170 – Méier
Horário: 20h
Ingressos: 1º lote pista: R$ 10 (inteira) e R$ 5 (meia) / 2º lote pista: R$ 20 (inteira) e R$ 10 (meia)
*Meia-entrada válida também com 1kg de alimento.
CLASSIFICAÇÃO: 16 anos
Foto: Amanda Respício
Rio Novo Rock promove noite de festa com bom público no Imperator
Por Bruno Eduardo

Todo ano é a mesma coisa. Desde que foi criado o 'dia mundial do rock', as redes sociais se dividem entre simpatizantes e detratores. "Dia do rock é todo dia!", dizem os hostis. Nem sempre é. Um dia dedicado ao rock abre diversos precedentes para disseminação do gênero. Só não vê quem não quer. Quando falamos em disseminação, falamos em oportunidades, publicidade, holofote. Ou seja, tudo o que o vem faltando para as novas cenas de rock espalhadas pelo país. Lógico, há muita gente que utiliza o dia do rock com muito mais adereço do que substância. Mas cabe aos que vivem disso saber tirar proveito. E para isso, precisamos apenas de boa vontade e perspicácia. Bom, é aí que entra o Rio Novo Rock.  

Aproveitando-se de um dia de celebração, o Rio Novo Rock cumpriu seu papel como principal fomentador da cena no Rio de Janeiro. Hoje, afirmo que é, inclusive, um dos mais importantes no país, já que bandas de outros estados começam a vislumbrar no palco do Imperator a chance de conquistar seu público no Rio. Com devidos exageros, é um vislumbre parecido com o que aconteceu no Circo Voador há mais de trinta anos. Agora, toda banda que quer tocar no Rio, quer tocar no Imperator. Mas o papel do Rio Novo Rock não está apenas relegado a dar espaço às bandas. Ele tem como objetivo primordial, juntar tribos, gerações e formar uma plateia. Nesta edição especial, foi muito legal ver o Imperator aproveitado de uma forma mais abrangente - e que deveria se tornar rotina - com espaços ocupados por banquinhas, parceiros, tatuagens, discos e também com uma incrível jukebox na entrada da casa. Tudo isso, só comprova o que foi dito anteriormente: o Rio Novo Rock segue comprovando sua relevância no que diz respeito à difusão do gênero na cidade.

Os Shows  

"Esse é o segundo melhor show da minha vida. O primeiro também foi aqui", disse Emmily Barreto, vocalista da Far From Alaska, no show de encerramento da noite. A afirmação soa honesta, longe de parecer aquele discurso de palco, que as grandes bandas levam em seus roteiros. Não mesmo. No Rio, o grupo potiguar é tratado como uma banda gringa. Por isso, mesmo com um atraso de aproximadamente uma hora, o público não arreda o pé. É uma quarta-feira, já passamos de meia-noite e meia, e ninguém parece se importar. A discotecagem da DJ Priscila Dau também ajuda, é verdade, mas é sempre uma noite diferente quando quem está atrás das cortinas é o pessoal do Far From Alaska.

Foto: Amanda Respício
Dueto de Emmily Barreto e Cris Botarelli no show do Far From Alaska
O show não tem muitas novidades, se comparado ao feito aqui, nesse mesmo palco, há um ano. Isso deve mudar na próxima visita, já que eles garantem voltar com o novo disco ainda este ano. A banda ainda se desculpou por não tocar o single "Chills", lançado durante uma turnê nos EUA. De acordo com a vocalista, eles ainda não tiveram tempo para ensaiar, e por isso, acharam melhor não arriscar. Sem contar com um 'novo riff' apresentado, talvez, a única mudança significativa é que as músicas parecem muito mais robustas dessa vez. Isso é reflexo de muitos shows na conta, e uma confiança que aumenta cada vez mais. Por exemplo, a versão de "Dino Vs Dino" é tão selvagem que parece ser outra canção. Outra preferida da casa, "Politiks" é outra que ganha um peso maior na parte final. Como sempre, o show do FFA é de um entorpecimento sonoro prazeroso. É forte, cheio de boas ideias e conta com a incrível capacidade individual de seus integrantes. Redundante ou não, difícil não falar da voz de Emmily. Que drive é esse que ela tem, meus amigos? A apresentação dura pouco mais de uma hora, mas não deixa de ser memorável para quem assistiu. 

Foto: Amanda Respício
Saulo Von Seehausen em ótimo show do Hover
Na abertura da noite, o Hover mostrou um pouco do seu novo - e ótimo - disco, 'Never Trust The Weather'. Calcado em uma apresentação orgânica e cheia de nuances, o grupo é certamente uma das coisas mais interessantes da nova cena carioca. Ao vivo, o som da banda é ainda mais atmosférico. Um exemplo disso, é a ótima "Hawkeyes", que soa muito mais space rock do que um conjunto de riffs poderosos, como pode ser conferida no disco. A faixa é quebrada e mostra a complexidade da proposta do quinteto, que tem como foco principal as texturas e passagens encorpadas. Uma das melhores da noite é "Teeth", que lembra um pouco a melhor fase dos Deftones - forte candidata também às melhores músicas do ano. Ou seja, é um ótimo show e que teve a participação do violinista Felipe Ventura, da banda Baleia. O Hover prende a atenção pelos detalhes de suas músicas, divididas em passagens distintas, que passa pelo metal, pelo psicodelismo, pela veia degradé Queen-Pink Floyd. Basta conferir a execução de "There's No Vampire In Antarctica, At Least For Six Months" e comprovar que o som da banda é algo que funde qualquer conceito pré-estabelecido. Ou seja, é para um público seleto e de extremo bom gosto. Muito bom!

Foto: Amanda Respício
Alexandre Rozemberg em atuação enérgica no palco do Imperator
O Stereophant segue consolidado como um dos principais nomes da cena independente. Com uma performance enérgica, a banda já entrou quente no palco. E contou com a força popular, já que todos pareciam conhecer a maioria das faixas de 'Correndo de Encontro a Tudo'. Inclusive, foi bem difícil ouvir a voz de Alexandre Rozemberg em algumas músicas - "Vermelha", por exemplo, foi cantada em alto volume pela galera; já "Insônia", contou com um coro afinado de "oh-oh-oh" na parte final. Outro fator que conta muito a favor do Stereophant é que as músicas ficam muito mais pesadas ao vivo, dando uma força descomunal ao número. O maior exemplo disso é "Toda Glória da Derrota", que acaba se tornando um hard robusto, com guitarras rasgadas. Já "Menina", música que abre o citado álbum, é executada na pressão - carregada essencialmente por seu riff à la Arctic Monkeys. O show também foi marcado por discursos contra o atual presidente Michel Temer, e contra o Impeachment - e foi comemorado pelo público presente.
Foto: Davi Obadia
El Toco no Rio Novo Rock: psicodelia e espirtualidade
A edição de julho do Rio Novo Rock trouxe algumas curiosidades bem interessantes. Primeiro, que na maioria das pautas de divulgação, o nome de uma entidade da MPB foi quase sempre citada. Sim, estamos falando do mito Caetano Veloso. Não é por menos, a Dônica, ótima banda de rock psicodélico, possui em sua formação o filho do "cara", Tom Veloso. Aqui no Rock On Board, fizemos questão de não mencionar esse fato, para que o valor real do - outra vez, ótimo - grupo carioca fosse exposto da única forma que merecem: pelo valor de sua música, apenas. Felizmente, tive a oportunidade de assistir dois shows desta banda em grandes palcos. O primeiro no Rock in Rio, em 2015, e o segundo no Lollapalooza deste ano. Ambos muito legais e que demonstravam o valor da proposta dos meninos. Bom, se você não conhece o Dônica, sugiro que corra atrás de seu primeiro disco, o bom "Continuidade dos Parques". Mas hoje, eu vou dedicar meu espaço ao anônimo Daniel Toco, homem de frente e cabeça pensante da excêntrica e cerebral El Toco. 

Costumo acreditar que não há limites para um artista. Pelo menos não deveria, já que a arte é uma exposição de sentimentos e interpretações únicas. Que varia de ser humano para ser humano, e por isso, ela atinge cada pessoa de uma forma diferente, criando assim, uma inexistente unanimidade popular. E é exatamente nesse plano que se encontra a El Toco, banda que deixa transpirar suas crenças sem criar fronteiras musicais ou se importar em traçar caminhos de forma premeditada. Quem esteve no Imperator nesta última quinta-feira se deparou com esse chacra artístico proposto pela banda de Daniel.

Foto: Davi Obadia
Daniel Toco sorri para o público do Rio Novo Rock
Embora a El Toco seja uma banda originalmente exótica, ela se baseia na simplicidade, misturando culturas populares e debatendo de forma velada e exposta, assuntos tão complexos como crenças e religiões - basta ouvir ou ver o vídeo clipe de "Esses Meninos" ou conferir a letra de "Que Deus é Esse". A diferença, porém, é a leveza da proposta, que tem sempre como temas principais o amor e a beneficência. A ótima "Mais de Mim" é um exemplo dessa energia positiva que as palavras de Daniel procuram alcançar. Poeta, o vocalista não aposta apenas no dom de suas frases. Ele também sabe escolher com quem divide suas convicções. Se antes, era uma banda de um homem só, hoje ele apresenta uma trupe de respeito com Bruno Keleta (guitarra), Pedro Millecco (bateria) e Sergio Cake (ex-Setor Bronx, no baixo). Com tudo isso dito acima, é importante não deixar de citar que o grande acerto do El Toco, é que o discurso soa verdadeiro. Sendo assim, a sua exposição ao vivo, em cima do palco, se torna ainda mais coerente com o roteiro apresentado. 

Foto: Davi Obadia
Para cima! Essa é a energia que a El Toco tenta passar nas músicas

Foto: Divulgação
Dônica vem conquistando uma legião de fãs com seu rock psicodélico
Nesta quinta-feira (07), às 20h, o palco do Imperator volta às raízes sessentistas do rock, com toques de folk e psicodelia. Contando com um respeito considerável da mídia, a Dônica vem conquistando uma legião de seguidores com seu rock progressivo / psicodélico. No ano passado, eles lançaram seu primeiro disco, intitulado "Continuidade dos Parques", que logo chamou a atenção da imprensa, e fez com que o grupo tocasse nas últimas edições do Rock in Rio e do Lollapalooza. Já a El Toco era uma banda de um homem só quando surgiu em São Bernardo do Campo. Um tempinho depois, Daniel Toco veio morar no Rio de Janeiro e estabeleceu a formação clássica do grupo com três amigos. No som da banda influências entre Nação Zumbi e Clara Nunes, latinidades e africanidades, além de mantras e sons espirituais desde budistas tibetanos a hinários.

No intervalo dos shows o nível continua alto, com o rock do Mario Gennari, também conhecido como DJ Bonham. Já as projeções em vídeo ficam a cargo do VJ Miguel Bandeira, que entre o Brasil e Holanda, com seu Live Mapping, vem iluminando palco, pistas, ruas e favelas para nomes de peso como o Festival Rio Sound System, Daniela Mercury, Olodum, Afromandingas, Samba da Maré, Riomapping Festival etc.”

Com quase dois anos, 25 edições, 49 bandas, 24 DJs e um público superior a 12.000 pessoas, o Rio Novo Rock se consolidou como o mais importante evento do rock independente do Rio de Janeiro. 

“O RNR cumpre um importante papel de apresentar o novo. A nova cena do rock carioca, muito forte, tem o festival como referência. E essa característica do evento já reverbera em outras partes do Brasil. Por isso, percebemos que o caminho deve ser o de promover o intercâmbio da cena do Rio com outros artistas do cenário nacional do rock”, comentou Paulo Lopez, organizador do RNR.

Foto: Divulgação
El Toco vai apresentar sua sonoridade exótica no palco do Imperator
RIO NOVO ROCK
Bandas: DÔNICA E EL TOCO
Data: 07 de julho, quinta-feira
Local: Imperator – Centro Cultural João Nogueira
Endereço: Rua Dias da Cruz, 170 – Méier
Horário: 20h
Ingressos: 1º lote pista: R$ 10 (inteira) e R$ 5 (meia) / 2º lote pista: R$ 20 (inteira) e R$ 10 (meia)
*Meia-entrada válida também com 1kg de alimento.
CLASSIFICAÇÃO: 16 anos
Foto: Bruno Eduardo
Far From Alaska ao vivo no fatídico show do Rio Novo Rock 2015
O pessoal do Far From Alaska está empolgado para subir no palco do Imperator nesse dia mundial do rock. Isso, porque na opinião de todos os integrantes, foi lá que aconteceu um dos melhores shows da história do grupo potiguar. Pelo menos é que garantiu Cris Botarelli, por telefone, em exclusiva ao Rock On Board. 

"Essa foi uma noite considerada memorável por todos nós da banda. Foi um dos shows mais legais do Far From Alaska, e de fato, um dos shows inesquecíveis da nossa carreira até aqui. Esse show é sempre lembrado por todos da banda como um dos mais especiais que a gente fez", confidenciou.

Para Cris, tudo isso teve a ver com o público, que além de encher a casa, cantou todas as músicas do início ao fim. Segundo ela, tocar no Rio de Janeiro é sempre muito bom, e o grupo se sente honrado de poder voltar para se apresentar num dia tão significativo, que é o "Dia Mundial do Rock". Para quem espera por novidades, ela ainda falou sobre "disco novo" do Far From Alaska. 

Ficou curioso? Essa super exclusiva pode ser conferida na primeira edição de nossa revista, que ainda traz entrevistas com DeFalla, Red Hot Chili Peppers e Faith No More. Você pode garantir a sua revista AQUI.

RIO NOVO ROCK - DIA MUNDIAL DO ROCK
Bandas: FAR FROM ALASKA, STEREOPHANT e HOVER
Data: 13 de julho, quarta-feira
Local: Imperator – Centro Cultural João Nogueira
Endereço: Rua Dias da Cruz, 170 – Méier
Horário: 19h
Ingressos: 1º lote pista: R$40 (inteira) e R$20 (meia) / 2º lote pista: R$60 (inteira) e R$30 (meia)
*Meia-entrada válida também com 1kg de alimento.
Venda online
Classificação: 16 anos
Foto: Mariana Gomes
Linda Lobo promete incendiar o palco do Imperator nesta quinta
Nesta quinta-feira (02), às 20h, o palco do Imperator volta a apresentar mais dois expoentes da cena carioca na sexta edição deste ano do Rio Novo Rock. Com apenas dois anos de estrada, a banda Linda Lobo promete um show com muito rock and roll e energia. A banda vem se destacando no cenário pela fama de "boa de palco". Mesmo com pouco tempo de formação, eles já tocaram em casas clássicas da cidade como o Circo Voador e a Fundição Progresso. Já a galera da Vital vem embalada pelo lançamento do EP 'Selvagem', gravado com produção de Felipe Rodarte, no tradicional estúdio Toca do Bandido.

No intervalo dos shows o nível continua alto, com o DJ Abrahin, conhecido de festas como a Alien Nation e a Teto Preto. Já as projeções em vídeo ficam a cargo do VJ Miguel Bandeira, que entre o Brasil e Holanda, com seu Live Mapping, vem iluminando palco, pistas, ruas e favelas para nomes de peso como o Festival Rio Sound System, Daniela Mercury, Olodum, Afromandingas, Samba da Maré, Riomapping Festival etc.

Após um ano e meio com 23 edições, 47 bandas, 23 DJs e um público aproximado de 10.000 pessoas, o Imperator Novo Rock se consolidou como o mais importante evento do rock independente do Rio de Janeiro. Foi com esse legado, que agora em 2016, o projeto se lançou como Rio Novo Rock (RNR). Na nova fase, o evento expande seu conceito, que é apresentar e valorizar o trabalho autoral de novos artistas do rock, e amplia o diálogo com bandas de todo o Brasil.

“O RNR cumpre um importante papel de apresentar o novo. A nova cena do rock carioca, muito forte, tem o festival como referência. E essa característica do evento já reverbera em outras partes do Brasil. Por isso, percebemos que o caminho deve ser o de promover o intercâmbio da cena do Rio com outros artistas do cenário nacional do rock”, comentou Paulo Lopez, organizador do RNR.

Foto: Divulgação
Vital acabou de gravar "Selvagem" na cultuada Toca do Bandido
RIO NOVO ROCK
Bandas: LINDA LOBO E VITAL
Data: 02 de junho, quinta-feira
Local: Imperator – Centro Cultural João Nogueira
Endereço: Rua Dias da Cruz, 170 – Méier
Horário: 20h
Ingressos: 1º lote pista: R$ 10 (inteira) e R$ 5 (meia) / 2º lote pista: R$ 20 (inteira) e R$ 10 (meia)
*Meia-entrada válida também com 1kg de alimento.

CLASSIFICAÇÃO: 16 anos